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    Ekos Brasil assina carta e apoia diretrizes para as Soluções Baseadas na Natureza

    Ekos Brasil assina carta e apoia diretrizes para as Soluções Baseadas na Natureza

    O Instituto Ekos Brasil, se uniu a mais de 70 especialistas, representantes acadêmicos e de organizações não-governamentais ao redor do mundo, e assinou uma importante carta com diretrizes para as Soluções Baseadas na Natureza (NBS, em inglês) endereçada ao presidente da COP261.  

    A carta apresenta quatro princípios de suma importância para proteger e restaurar ecossistemas capazes de promover benefícios para o bem-estar humano e para a biodiversidade, simultaneamente. A assinatura foi feita pela presidente, Ana Moeri, e pela coordenadora de relações institucionais, Ciça Wey de Brito.  

    Portanto, o Instituto Ekos Brasil apoia os quatro princípios endossados na carta e descritos a seguir:

    [su_service title=”Reduzir emissões” icon=”icon: leaf” icon_color=”#6094a1″]

    As soluções baseadas na natureza são ferramentas poderosas capazes de capturar carbono da atmosfera, mas não substituem o corte de emissões de gases de efeito estufa. Do ponto de vista das mudanças climáticas, devemos reduzir rapidamente as emissões de combustíveis fósseis, descarbonizar as economias e também manter, gerenciar e restaurar os ecossistemas de maneira sustentável.

    [/su_service]

    [su_service title=”Conservar e proteger os ecossistemas existentes” icon=”icon: leaf” icon_color=”#6094a1″]Solos intactos, florestas, campos, matagais, pântanos e ecossistemas aquáticos são repositórios vitais de carbono e biodiversidade. No entanto, estamos perdendo-os em um ritmo alarmante. É fundamental proteger esses últimos redutos da natureza.[/su_service]

    [su_service title=”Ser socialmente responsável” icon=”icon: leaf” icon_color=”#6094a1″]Envolver os povos indígenas e as comunidades locais e também respeitar e defender seus direitos e liderança. Contribuir proativamente com modelos econômicos justos e sustentáveis ​​que criem novas oportunidades de emprego, evitando a concorrência com atividades existentes, como a produção de alimentos. A restauração e conservação de ecossistemas só é sustentável quando as comunidades locais se favorecem dos benefícios sociais, econômicos e ecológicos que os ecossistemas fornecem.  [/su_service]

    [su_service title=”Ser ecologicamente responsável” icon=”icon: leaf” icon_color=”#6094a1″]As soluções baseadas na natureza devem ser baseadas em princípios ecológicos rigorosos. A biodiversidade é vital para ecossistemas saudáveis, mais produtivos, resilientes e benéficos. A diversidade de espécies nativas proporciona muitos benefícios como armazenamento de carbono, produção de alimentos e proteção contra inundações, secas e doenças. Já as monoculturas de espécies exóticas ou plantações de baixa diversidade dificilmente proporcionam esses benefícios.[/su_service]

     

    O que são as Soluções Baseadas na Natureza? 

    Framework conceitual da IUCN

    O termo foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, em inglês) e é definido como “ações para proteger, gerir de forma sustentável e restaurar ecossistemas naturais ou modificados, que abordam os desafios da sociedade de maneira efetiva e adaptativa, proporcionando simultaneamente o bem-estar humano e os benefícios da biodiversidade”.

    Saiba mais nessa publicação da P22.

    De acordo com o site da IUCN, as Soluções Baseadas na Natureza têm como objetivo apoiar a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, protegendo o bem-estar da sociedade ao mesmo tempo em que reflete sobre valores culturais e sociais e aprimora a resiliência dos ecossistemas e sua capacidade de renovação e prestação de serviços.

    Dentre os principais desafios enfrentados pelos princípios das SbN estão a segurança alimentar, as mudanças climáticas, a segurança hídrica, a saúde humana, o risco de desastres e o desenvolvimento social e econômico.

    Por que assinamos a carta agora?

    As instituições que apoiam a assinatura da carta ao presidente da COP26 e seus princípios listados acima entendem que a atual crise pandêmica colocou holofotes no problema ambiental, mas também no potencial das soluções para esse problema com gigantescos investimentos por parte de governos e corporações.

    Nunca como agora, temos acesso a tantas informações, especialmente científicas, para implementar as Soluções Baseadas na Natureza.

    A carta também deve contribuir com o lançamento pela IUCN, no próximo mês de junho, dos novos Padrões Globais (Global Standards) como um benchmark de responsabilidade social e ecológica para governos e agentes civis, após dois anos de consulta em 100 países.

     Se você também deseja apoiar a ação, utilize a hashtag #TogetherWithNature em suas redes sociais.

     

    1. 26a reunião da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). A reunião será realizada no Reino Unido em data a ser confirmada.

    Mulheres protagonizam projetos sociais e ambientais no bioma da Caatinga

    Mulheres protagonizam projetos sociais e ambientais no bioma da Caatinga

    Por Jéssica Fernandes e Cibele Lana

    A Caatinga, em tupi guarani “mata branca” (por sua coloração em épocas de seca) comemora hoje, dia 28 de abril, o seu dia!

    Exclusivamente brasileiro e característico da região Nordeste, esse bioma ocupa 11% do território nacional (844.453 km²) e apresenta uma grande biodiversidade, com destaque para fauna e flora com alta capacidade de adaptação durante os longos períodos de seca. São mais de 900 espécies vegetais, quase 600 espécies de aves e outras 178 de mamíferos e répteis. 

    A Caatinga abriga cerca de 27 milhões de pessoas que dependem de seus recursos naturais para sobrevivência. Com 80% do seu ecossistema original alterado pelo desmatamento e pelas queimadas, esse bioma precisa urgentemente de alternativas sustentáveis que busquem a boa convivência com o semiárido e que combatam a desertificação, um dos maiores problemas que acometem esta região. 

    Duas dessas alternativas são conduzidas pela Associação Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú e apoiadas pelo Programa Ecomudança. Assim como outros, o Ecomudança é um programa que busca promover e implementar tecnologias sociais pelo Brasil a fim de melhorar a qualidade de vida das pessoas. No caso da caatinga, um grande contributo à diminuição do êxodo rural.

    Com o foco em mulheres agricultoras, das zonas rurais e periféricas do Sertão do Pajeú, no interior de Pernambuco, a Associação Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú trabalha em diversas frentes para aumentar a produção de alimento, gerar renda às famílias das agricultoras e proteger o meio ambiente por meio de formações e projetos que envolvem tecnologias sociais. 

    [su_quote]“Nossa atuação se dá em 11 municípios da região em um contexto marcado pela invisibilidade do trabalho das mulheres. Todas as agricultoras fazem o trabalho doméstico e nossa atuação não é reconhecida ou valorizada. Por isso, queremos empoderar as mulheres”, contou Ana Cristina Nobre dos Santos, uma das coordenadoras.[/su_quote]

    Menos cinza e mais verde

    Se tem uma questão que toca a todos na caatinga, e de forma especial às mulheres que zelam pela sobrevivência de suas famílias, é a água. Por isso, a Rede priorizou um projeto de tratamento e reutilização da água cinza, aquela que vai embora pelas pias e ralos e que, na região, pela falta de encanamento e saneamento, é desperdiçada e empoça nos próprios quintais das famílias, causando mau cheiro. 

    O projeto implementou biofiltros e agora a água cinza é reutilizada na rega de plantas frutíferas e nativas, aumentando a produção de alimento para as famílias de cerca de 22 mulheres agricultoras, sem contar os benefícios ao meio ambiente. 

    Elizabete Ferreira Nobre, também coordenadora da Rede não esconde o orgulho de desenvolver projetos com as mulheres da caatinga. [su_quote]“Escolher trabalhar com um público que foi excluído ao longo da história e poder fazer alguma coisa junto com elas é muito bom. E ainda poder cuidar do meio ambiente. Fico muito feliz de ter seguido esse caminho de trabalhar com as mulheres”. [/su_quote]

    Água fonte de vida

    O segundo projeto desenvolvido pela Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú, com o apoio do Ecomudança, atende a um desejo antigo das mulheres da comunidade da região: a proteção das nascentes que abastecem o Rio Pajeú. 

     As nascentes estavam sofrendo com a ação de pessoas que vinham de todos os lugares buscar água e acabavam poluindo e entupindo a fonte. Sem cercamento, os animais também destruíam a mata ao entorno, prejudicando as nascentes.

    Com o projeto, as nascentes foram cercadas e a mata ao redor, reflorestada.

    [su_quote]“Hoje, as mulheres recebem visitas para conhecer as nascentes e destacam a questão ambiental na região. Com elas, já estamos vendo uma política pública junto à Câmara Municipal para proteção dessas áreas”, comemora Ana Cristina.[/su_quote]

    O projeto tinha como foco principal cerca de 22 mulheres, mas o envolvimento foi tão grande que a formação social e ambiental chegou a quase 40 delas.

    [su_quote]“Nesses últimos anos (ao trabalhar nesses projetos), tive a oportunidade de refletir sobre várias questões junto com as mulheres como reflorestamento e soberania alimentar, além de trocar muitas experiências cotidianas e do campo pessoal. Pude realmente conhecer a realidade de cada uma”, destaca Ana Cristina.[/su_quote]

    E então, a ligação que proporcionava a nossa entrevista caiu. Logo depois, chegou a explicação. Um vídeo enviado por elas mostrava uma chuva torrencial que encharcava o solo da caatinga. Um presente especial para comemorar esse dia!

     

    “A caatinga é uma bela adormecida.

    Na seca dorme profundamente.

    No inverno acorda para revelar toda sua beleza cênica.”

    Rosangela Silva

    Fonte dos dados sobre a Caatinga: https://www.mma.gov.br/biomas/caatinga/item/191.html 

    E a Terra respirou…

    E a Terra respirou…

    Por Ciça Wey de Brito

    Posso falar por mim, e acredito que todos os seres viventes no Planeta podem comprovar, que este será o primeiro dia da Terra, de todos os que já comemoramos, que este ente único do universo parece estar mais sossegado.

    Após 31 anos, o Himalaia tornou a ficar visível na Índia com a redução da poluição

    Tudo porque um microscópico vírus teve a proeza de fazer a humanidade se fechar em casa, consumir menos e dar espaço para seus co-habitantes do planeta saracotearem mais à vontade. O ar está mais limpo, sem a poluição dos automóveis, aviões, indústrias; as praias, baias, rios e lagos tem recebido menos efluentes, poluentes e esgoto, por que as pessoas têm saído menos, viajado menos; animais que são extraídos da natureza como os peixes e outros podem viver sua vida sem serem capturados por redes e armadilhas; o silêncio está mais presente, tornando possível que até os sons das profundezas do nosso planeta possam se fazer ouvir.

    Para a sociedade ocidental contemporânea, o ato de chamar a atenção para a Terra é registrado como tendo sido ideia de um senador americano chamado Gaylord Nelson, depois que ele presenciou a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia em 1969. Naquele ano, no dia 22 de abril, milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para manifestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. O resultado prático nos EUA foi a criação da Agência de Proteção Ambiental e atos como do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas.

    Mas, pelo jeito, já não se fazem mais senadores como esse… Apesar de termos registro de vários fatos que mostram como estamos maltratando a Terra, nosso meio de vida continua insustentável por causa do nosso consumo irresponsável.

    Desde os anos 1970, a organização Global Footprint Network faz o cálculo da pegada ecológica e mostra o ponto máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem ônus ao meio ambiente. Este dia é chamado de dia da sobrecarga do Planeta. Em 2019 este dia foi 29 de Julho, três dias antes que em 2018 – e mais cedo do que em toda a série histórica. Ou seja, para mantermos o mesmo padrão de consumo atual, seria necessário 1,75 planeta Terra.

    Em 2009 a Organização das Nações Unidas (ONU) reforçou a celebração do Dia da Terra chamando a atenção sobre nossa responsabilidade coletiva de promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente. Disse na ocasião, o então Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon: “Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa – e nossa sobrevivência no futuro”.

    Outros sinais do nosso exagero consumista vêm sendo mostrados por grupos de cientistas como os refletidos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sobre a crise climática, pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) sobre a deterioração dos serviços prestados pela natureza para o bem-estar humano como alimentos, água doce, regulação do clima, polinização, entre outros. O Planeta tem limites e estes devem ser respeitados. Crescimento e consumo infinitos são uma falácia, um suicídio coletivo.

    Neste ano de 2020, com a pandemia do Covid-19 vivemos uma lição importantíssima, que mostra, dentre outras coisas, a nossa fragilidade como espécie.

    Que possamos aproveitar esse dia da Terra para refletir e lutar por novas formas de produzir, de consumir, de conviver e de compartilhar. É a nossa chance de continuarmos como espécie neste planeta por muitos mais anos.

    Compromisso com o Clima e Ecomudança: de qual edital devo participar? 

    Compromisso com o Clima e Ecomudança: de qual edital devo participar? 

    O Ekos está apoiando a realização de dois editais. Um deles é vinculado ao Programa Ecomudança, programa de investimento em projetos ambientais realizado pelo Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil e o outro está vinculado ao Programa Compromisso com o Clima e busca selecionar projetos que reduzem emissões de GEE e que gerem impactos socioambientais positivos.

    De qual edital devo participar?

    Embora os dois Programas tenham algumas semelhanças, já que ambos buscam projetos de baixo carbono em áreas como agricultura, floresta e uso do solo, energia e manejo de resíduos, cada edital busca iniciativas com perfil diferente. Veja como saber qual o melhor edital para você inscrever o seu projeto:

     

    Saiba mais sobre os requisitos

    Certificação e créditos de carbono: se você possui um projeto que gera ou tem potencial de gerar créditos de carbono, sugerimos que você participe do Edital do Compromisso com o Clima. 

    Como posso saber se meu projeto pode gerar créditos de carbono?

    Créditos de carbono são reduções de emissões certificadas segundo padrões de qualidade (standards) e metodologias internacionais. Esses padrões e metodologias definem os critérios e as metodologias para mensurar, monitorar e verificar as reduções de emissões. No Compromisso com o Clima, são aceitos os seguintes padrões de qualidade:

    1. American Carbon Registry (ACR).
    2. Climate, Community and Biodiversity (CCB)
    3. Gold Standard (GS)
    4. Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)
    5. Verified Carbon Standard (VCS)

     

    Se você ainda não conhece estes padrões de qualidade, sugerimos que faça uma avaliação detalhada dos seus principais requisitos. Não recomendamos que você inscreva seu projeto no Compromisso com o Clima antes de confirmar se há viabilidade técnica e financeira em desenvolver seu projeto nesses padrões. 

    Se o seu projeto envolve uma tecnologia social de baixo carbono mas não busca a certificação das reduções de emissões, sugerimos que você leia o Edital do Ecomudança. Nesse edital, a certificação das reduções de emissões não é exigida. Além disso, o Ecomudança possui uma linha de apoio para negócios de impacto direcionados às mesmas áreas de atuação. Se você tiver um negócio de impacto envolvendo tecnologias de baixo carbono, conheça o edital Ecomudança para apoio à negócios de impacto. 

     

    Forma de apoio:

    Os projetos selecionados no Edital do Programa Compromisso com o Clima são apoiados exclusivamente pela venda das Reduções de Emissões (ou créditos de carbono) para as empresas que participam do Programa. Ou seja, normalmente o Proponente de Projeto deverá passar por todo o ciclo de desenvolvimento e implantação do  do projeto e depois pela certificação das reduções de emissões para então comercializar os créditos de carbono. 

    Na maioria dos casos, o Proponente do Projeto não contará com o recurso financeiro para as etapas iniciais do projeto. Ao invés disso, os créditos de carbono são um mecanismo de pagamento por resultados já atingidos. 

    Atualmente, o Programa tem como apoiadores institucionais a B3, o Itaú Unibanco, as Lojas Renner, a Natura Cosméticos e a MRV. Estas empresas apoiarão um ou mais dos projetos selecionados no Edital para comprar os créditos de carbono na quantidade que julgarem necessária. Logo, não existe um orçamento ou quantidade de recurso previamente estabelecida, isso dependerá da quantidade créditos de carbono que o projeto comercializar para as empresas participantes do Programa.

    Agora, se você estiver buscando recursos financeiros para implantar o seu projeto, sugerimos que leia o Edital do Ecomudança. Neste Programa, o Itaú repassa, de forma não reembolsável, até R$100 mil para o desenvolvimento de projetos.  

     

    Escala das reduções de emissões: 

    Como os créditos de carbono exigem um processo longo e custoso de certificação, a maioria dos projetos é de grande escala. Isso porque os projetos que geram grandes quantidades de reduções de emissões (redução de milhares ou centenas de milhares de toneladas de CO2e por ano) conseguem recuperar o investimento pela venda de grande quantidades de créditos de carbono ao longo dos anos. 

    São exemplos de projetos apoiados pelo Compromisso com o Clima: usinas de de geração de energia renovável de grande porte; projetos de troca de combustível em indústrias; conservação de grandes áreas de floresta (milhares ou dezenas de milhares de hectares) em regiões com altos índices de desmatamento.

    Já no Ecomudança, os projetos apoiados normalmente são menores em escala (mas nem por isso geram resultados menos importantes). São exemplos de projetos apoiados pelo Ecomudança: implantação de Sistemas Agroflorestais ou de produção agroecológica envolvendo agricultores familiares; projetos de aproveitamento da luz solar em residências ou atividades produtivas de pequena escala; instalação de biodigestores de pequena escala para uso do gás em fogões.

    Em nosso entendimento, os projetos do Compromisso com o Clima e do Ecomudança apresentam um perfil bastante complementar. Os projetos do Compromisso com o Clima fornecem reduções de emissões em grande quantidades e permitem que o apoio seja proporcional às emissões a serem compensadas.

    Já os projetos do Ecomudança possibilitam beneficiar famílias e comunidades a utilizar tecnologias que impactam positivamente nas suas vidas, gerando renda e oportunidades e mitigando importantes problemas socioambientais que estas comunidades enfrentam. Em muitos casos, os projetos do Ecomudança atuam positivamente na adaptação das comunidades às mudanças climáticas, auxiliando a reduzir os impactos negativos que as alterações no clima poderão causar no seu meio de vida e de sustento.

    Reconhecemos o importante papel desempenhado por todos os projetos apoiados nestes dois Programas. Cada um deles apresenta um potencial para gerar impactos socioambientais positivos e reduzir emissões de GEE. 

    Encorajamos todos aqueles que desejam atuar efetivamente em relação às mudanças climáticas a inscrever seus projetos nos editais do Ecomudança ou do Compromisso com o Clima, conforme o perfil do projeto. Estamos sempre à disposição para ajudá-lo a gerar impactos positivos e atuar de forma efetiva quanto aos desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

     

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    Conservação do solo e sua importância para a biodiversidade e mitigação das mudanças climáticas

    Conservação do solo e sua importância para a biodiversidade e mitigação das mudanças climáticas 

    Por Ciça Wey de Brito 

    Neste ano de 2020 faleceu uma das mais importantes pesquisadoras e difusoras da conservação dos solos no Brasil a Dra. Ana Primavesi, que completaria 100 anos em outubro.

    Ana Primavesi

    Ana Primavesi , nascida na Áustria, veio para o Brasil em 1948 e atuou aqui como engenheira agrônoma e professora da Universidade Federal de Santa Maria, onde criou o primeiro curso de pós-graduação focado em agricultura orgânica. À pesquisadora é também reconhecida a influência para o estabelecimento da agricultura orgânica e a agroecologia.

    A conservação dos solos no mundo e no Brasil não têm sido tarefa fácil! Este imprescindível elemento da natureza, que dá suporte a todas as nossas atividades é o resultado de um longo trabalho da natureza. Para dar uma ideia de como é lenta a formação do solo é só pensar que são necessários cerca de 400 anos para se formar 1 cm (um centímetro) de solo!

    Para que o solo seja criado é necessária a ação da chuva, do vento, do calor, do frio e de organismos (fungos, bactérias, minhocas, formigas e cupins), que ao desgastarem as rochas de forma lenta no relevo da terra, criam partículas (minerais e orgânicas) que vão sendo depositadas em camadas, chamadas de horizontes.

    Estima-se que no mundo cerca de 25% de todas as espécies vivas residam no solo. Em apenas um metro quadrado de solo são encontrados bilhões de organismos e milhões de espécies. Muitas destas espécies não são facilmente visíveis por nós, humanos. Parte delas é de fungos e bactérias, responsáveis por decompor a matéria orgânica do solo, controlar a dinâmica do carbono orgânico e tornam os nutrientes disponíveis para as plantas.  Esta grande variedade de espécies é ameaçada pela intensificação de uso do solo e pelo intensivo de fertilizantes químicos, pesticidas e herbicidas.

    Outro grande problema mundial é a perda de solos por erosão. Em 2019 a ONU alertou para o número superlativo de perda de solos por erosão no mundo – 24 bilhões de toneladas de terra fértil. Além da erosão “roubar” terras cultiváveis, o solo carreado pelas chuvas se deposita nos córregos e rios, deixando-os assoreados e poluídos. A perda de solos pela erosão tem também efeitos econômicos diretos como mostrou estudo da FAO (Food and Agriculture Organization) de 2016. O estudo estimou que  perdas anuais de culturas causadas por erosão foram de 0,3% da produção. A erosão em solo agrícola e de pastagem intensiva varia entre cem a mil vezes a taxa de erosão natural e o custo anual do uso de adubos para substituir os nutrientes perdidos pela erosão chega a US $ 150 bilhões, segundo a organização.

    No Brasil, mesmo a experiência e dedicação da Dra. Primavesi e de outros técnicos e cientistas, que como ela olharam o solo como um ambiente vivo e sensível e pregaram a sua conservação, não foi  suficiente para evitar a degradação desse importante ativo ambiental. No país, temos 60 milhões de hectares de pastagens degradadas!.

    A conservação do solo é um conjunto de princípios e técnicas agrícolas que visa o manejo correto das terras cultiváveis, procura manter a estrutura e fertilidade dos solos e evitar sua erosão. Algumas destas práticas são:

    [su_list icon=”icon: check”]

    • Adubação orgânica
    • Adubação Verde
    • Plantio Direto
    • Agroecologia
    • Rotação de culturas
    • Sistema de Integração Lavoura Pecuária e Floresta (ILPF)

    [/su_list]

    O solo é um ativo ambiental essencial à vida na Terra e sua conservação deve merecer toda a atenção. Ele garante a produção de alimentos, fibra e energia, fornece serviços ambientais essenciais (regulação e abastecimento de água, do clima, conservação da biodiversidade, sequestro de carbono e serviços culturais).

    Como vem alertando o secretário-geral da ONU, António Guterres, recuperar solo de terras degradadas, é também uma arma importante na luta contra a crise climática, uma vez que o setor de uso da terra representa quase 25% do total de emissões globais, e que a restauração de terras degradadas tem o potencial de armazenar até 3 milhões de toneladas de carbono anualmente.

    O Brasil possui reconhecida capacidade técnica de trabalho com seus solos, boa parte focada na melhoraria de fertilidade de alguns deles, notadamente os que suportam o bioma Cerrado, onde boa parte da agropecuária nacional está estabelecida.

    É portanto de se esperar que num país tão dependente da produção agropecuária, esta mesma capacidade de inovação e grandes investimentos possa ser redirecionada, para recuperar a qualidade/capacidade de solos perdida em muitas regiões do país, para intensificar o uso de técnicas de conservação do solos já há muito conhecidas e para apoiar uma mudança necessária do paradigma de uso descuidado deste insubstituível ativo ambiental.

    Que os ensinamentos de Ana Primavesi vivam se espalhem para sempre!

     

    Tecnologias emergentes são aliadas na conservação da biodiversidade 

    Tecnologias emergentes são cada vez mais aliadas na conservação da biodiversidade 

    Cada vez mais se tornam comuns os exemplos envolvendo Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Blockchain, dentre outras tecnologias emergentes na preservação da biodiversidade do nosso planeta. Das savanas africanas, à floresta amazônica, ao meio do oceano, a tecnologia tem se mostrado uma ótima aliada na proteção da natureza.

    Três exemplos bem interessantes foram destaque em um artigo da Revista Planeta. E agora compartilhamos com vocês.

    Internet das Coisas para proteger rinocerontes

    A África do Sul abriga quase 70% dos rinocerontes que restam no planeta. Todas as cinco espécies sobreviventes estão ameaçadas de extinção e cerca de 3 deles morrem todos os dias.

    Uma parceria entre a Universidade de Wageningen, a Prodapt, o provedor de telecomunicações africano MTN e a IBM tem trazido um novo fôlego para os esforços de preservação desses animais com a ajuda de Internet das Coisas.

    Um sistema de sensores personalizados é colocado em outros animais, como as zebras, como sentinelas. Esses sensores são capazes de detectar uma mudança de comportamento quando esses animais se sentem ameaçados. Quando eles reagem à caçadores furtivos, os dados são enviados para uma plataforma e chegam até os responsáveis pela proteção dos animais, que ganham tempo para interceptar a caça ilegal antes que o perigo humano se aproxime dos rinocerontes.

    Inteligência Artificial para identificar o “bloom de algas”

     

    Um grande ameaça ambiental está na proliferação descontrolada de algas em ambientes marinhos. A chamada hipertrofia compreende o crescimento repentino e incontrolável de algas. O risco está no fato de que a família fitoplanctônica é responsável pela produção de 50% do oxigênio terrestre.

    Cerca de 60 espécies tóxicas de algas tendem a se proliferar rapidamente se encontrar um ambiente propício para isso como quantidade de luz, salinidade da água, temperatura e disponibilidade de nutrientes.

    Com o objetivo de prever onde acontecerão as próximas proliferações de algas, uma equipe argentina criou um aplicativo chamado Alquid, capaz de gerar relatórios dinâmicos a partir de informações coletadas por pesquisadores e cidadãos comuns sobre as algas. Os usuários mais experientes têm acesso a injetar dados mais completos e complexos e usuários comuns conseguem enviar fotos e receber informações sobre aquele local, como clima e tipo de alga mais comum.

    O algoritmo, então, comparar dados históricos e atuais extraídos de diferentes fontes ao redor do mundo fornecidos por agências como a NASA, NOAA entre outras públicas e privadas, e assim pode ser capaz de prever onde acontecerá o próximo bloom de algas.

    Blockchain para rastrear alimentos e incentivar agricultura sustentável

    Essa tecnologia já está até bastante disseminada no Brasil. A medida que cresce a exigência do consumidor por produtos frescos e também pela responsabilidade das empresas com toda a cadeia produtiva, a tecnologia de blockchain ganha importância nesse cenário, especialmente para grandes varejistas.

    Aqui no Brasil Carrefour e Walmart, por exemplo, já disponibilizam em algumas linhas de produtos um QR Code de rastreio de toda a cadeia produtiva. Assim, o próprio mercado e os consumidores podem conferir o número do lote, o modo de criação dos animais, os cuidados, o transporte e a variação de temperatura durante o deslocamento, além do nome do criador. Dessa forma, a tecnologia incentiva cada dia mais uma agricultura mais sustentável, que privilegia o pequeno produtor e o tratamento dos animais.

     

     

    Programa Ecomudança abre edital para seleção de projetos ambientais

    Programa Ecomudança abre edital para seleção de projetos ambientais

    Desde 2009, o Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil, seleciona iniciativas que reduzem emissões de Gases de Efeito Estufa para receberem aportes de investimento provenientes da destinação de uma porcentagem das taxas administrativas dos fundos de renda fixa Itaú Ecomudança. O objetivo do banco é transformar os investimentos dos clientes em benefício para a sociedade.

    O processo seletivo em 2020 acontece de 30 de março a 30 de abril.  Podem se inscrever organizações – sociais, fundações e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais – e cooperativas. Buscamos por projetos:

    [su_service title=”Projetos de agricultura sustentável” icon=”icon: check-circle-o” icon_color=”#6094a1″]Produção de alimentos saudáveis, agricultura orgânica, fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais, gestão da água em propriedades rurais, fortalecimento de serviços ecossistêmicos, dentre outros.[/su_service]

    [su_service title=”Projetos de energia renovável” icon=”icon: check-circle-o” icon_color=”#6094a1″]Desenvolvimento de novas tecnologias e modelos de negócio para viabilizar o uso de fontes renováveis de energia.[/su_service]

    [su_service title=”Projetos de floresta” icon=”icon: check-circle-o” icon_color=”#6094a1″]Recuperação de florestas nativas, implantação de Sistemas Agroflorestais (SAF), fortalecimento de cadeias de produtos florestais não madeireiros e de serviços ecossistêmicos em ambientes naturais e urbanos, dentre outros.[/su_service]

    [su_service title=”Projetos de manejo de resíduos” icon=”icon: check-circle-o” icon_color=”#6094a1″]Destinação adequada e/ou o uso alternativo de resíduos. Iniciativas inovadoras na gestão de resíduos também poderão ser aceitas.[/su_service]

    Além disso, buscamos projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.

    Atualmente, o Programa tem duas linhas de apoio:

    [su_box title=”Apoio a projetos” box_color=”#6094a1″ title_color=”#ffffff”]Iniciativas que apresentam o desenvolvimento de uma tecnologia social com potencial de gerar renda aos beneficiários, capacidade de se manter financeiramente a longo prazo e que contenham atividades que promovam a diretamente a mitigação ou a adaptação às mudanças climáticas.

    Para inscrever seu projeto, [su_highlight]acesse aqui.[/su_highlight]

    [/su_box]

    [su_box title=”Apoio a negócios de impacto” box_color=”#6094a1″ title_color=”#ffffff”]Negócios envolvendo tecnologias e práticas que promovam a diretamente a mitigação ou a adaptação às mudanças climáticas.

    Para inscrever seu negócio de impacto,[su_highlight]acesse aqui.[/su_highlight]. [/su_box]

    Se a sua organização tem um projeto ou negócio de impacto envolvendo uma tecnologia social com potencial de gerar renda aos beneficiários, capacidade de se manter financeiramente a longo prazo e que promova a diretamente a mitigação ou a adaptação às mudanças climáticas venha mostrar a sua ideia.

     

     

     

     

    Ekos Brasil apresenta novos membros dos conselhos fiscal e técnico

    Ekos Brasil apresenta novos membros dos conselhos fiscal e técnico 

    O Instituto Ekos Brasil iniciou 2020 com novos membros em seu quadro de conselheiros. São profissionais especializados em suas áreas de atuação e que, gentilmente, auxiliam o Ekos Brasil a executar o trabalho na direção certa. 

    Por isso, agradecemos a importante contribuição desses profissionais e temos o prazer em apresentá-los , dando boas vindas !

     

    André Rebouças 

    Graduado em geologia, com mestrado em hidrogeologia e meio ambiente e especialização em Direito Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), André Rebouças tem mais de 20 anos de experiência no mercado. Atualmente trabalha como diretor de Análises Ambientais da Mérieux NutriSciences, atuando para ampliar os negócios da empresa por meio de investimentos focados na qualidade de atendimento ao cliente.

     

     Christian Dobereiner 

    Christian Dobereiner é geólogo e experiente executivo, com mais de 25 anos de experiência internacional junto a indústrias extrativas, governo e como diretor não executivo de ONGs, particularmente na América do Sul. Tem vasta experiência nacional e internacional em desenvolvimento e implementação de estratégias socioambientais e como mediador e especialista em resolução de conflitos. Possui histórico de entrega de melhoria contínua de desempenho socioambiental em organizações que operam em áreas cada vez mais socialmente complexas e ambientalmente sensíveis.

     

    Sonia Favaretto 

    Sonia Favaretto é jornalista e radialista. Atua com sustentabilidade há 15 anos, tendo passagens por BankBoston, FEBRABAN, Itaú Unibanco e B3. Em 2016, foi reconhecida pelo Pacto Global da ONU como SDGPioneer, uma das 10 pessoas no mundo que trabalham pelo avanço dos ODS. É membro externo do Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras, presidente do Conselho Consultivo da GRI Brasil e vice-presidente do Board do CDP LA.

     

    Assim, a atual configuração dos conselhos ficou conforme a lista apresentada abaixo:

     

    Conselho Fiscal:

    Cristina Sancini

    Jaime Ohata

    André Rebouças

     

    Conselho Técnico:

    Araquém Alcântara

    Délcio Rodrigues

    Paulo Artaxo

    Sergio Goldemberg

    Christian Dobereiner

    Sonia Favaretto

     

    Estamos muito felizes em ter esses novos membros e animados pelas novas oportunidades e projetos que estão por vir! 

     

    Programa Compromisso com o Clima abre edital para seleção de projetos ambientais e sociais

    Programa Compromisso com o Clima abre edital para seleção de projetos ambientais e sociais

    As empresas B3, Itaú, Lojas Renner, MRV e Natura em parceria estratégica com o Instituto Ekos Brasil, acabam de lançar o edital 2020 do Programa Compromisso com o Clima.

    A partir de 11 de março até o dia 26 de abril, desenvolvedores de projetos socioambientais nas áreas de energia renovável, manejo de resíduos, agricultura sustentável, conservação florestal, reflorestamento, dentre muitos outros, podem inscrever seus projetos para compor o portfólio de compensação dessas empresas. 

    Portanto, se você desenvolve projetos desse tipo, confira nosso regulamento!

    Se você é uma empresa e tem interesse em compensar suas emissões ao lado das grandes empresas citadas acima, continue lendo e saiba mais sobre o Programa!

    Saiba mais sobre o Compromisso com o Clima

    Em 2017, Itaú Unibanco e Natura, com o apoio do Instituto Ekos Brasil, se uniram em uma parceria inédita e lançaram o Edital Compromisso com o Clima. O intuito era unir forças para compensar suas emissões inevitáveis de processos produtivos de maneira conjunta ao selecionar projetos que reduzem emissões e geram benefícios sociais e ambientais ao mesmo tempo.

    A iniciativa deu muito certo. Em 2020, as empresas lançarão o terceiro edital para seleção de projetos socioambientais. Os projetos selecionados pelo Programa são disponibilizados na Plataforma Ekos Social.

    Atualmente, a Plataforma conta com 11 projetos vinculados ao Compromisso com o Clima. Estes projetos, que estão localizados nas cinco regiões do Brasil, vêm reduzindo emissões de Gases de Efeito Estufa e gerando impactos sociais e ambientais positivos.

    Com a adesão de organizações parceiras como a B3, Lojas Renner e agora a MRV, o Programa expande seu alcance e segue no propósito de engajar o setor privado em ações de responsabilidade climática.

    O Compromisso com o Clima para Investidores

    Ao aderir ao Compromisso com o Clima sua organização tem acesso aos resultados de um processo transparente de seleção e avaliação de projetos socioambientais. Além disso, o Programa tem outros benefícios, tais como:

    • Maior credibilidade, pois o processo é realizado por profissionais independentes e com ampla experiência.
    • Redução de custos, já que os custos são compartilhados entre os participantes do Programa.
    • Simplicidade e conveniência pois todas as informações necessárias estão disponíveis na Plataforma Ekos Social
    • Maior alcance e exposição das iniciativas de compensação, pois juntos fazemos mais e melhor

    Todas essas informações e outros detalhes você confere também no hotsite do Programa Compromisso com o Clima!

    Sustainability Yearbook 2020: um resumo sobre o progresso da América Latina em sustentabilidade corporativa

    Sustainability Yearbook 2020: um resumo sobre o progresso da América Latina em sustentabilidade corporativa

    O SAM Sustainability Yearbook é uma publicação anual que elenca em um ranking empresas ao redor do mundo avaliadas nos quesitos ambiental, social e de governança, ou seja, em sustentabilidade corporativa. A base do Yearbook é a avaliação Corporate Sustainability Assessment (CSA) que fundamenta a elaboração dos Índices de Sustentabilidade Dow Jones, portanto, de alta credibilidade.

    O site da publicação é bem completo, com todos os rankings e análises comparativas ano a ano do progresso da sustentabilidade corporativa. Nele, encontramos um relatório específico sobre os resultados que compreendem as empresas latino-americanas.

    Abaixo, você confere os destaques desse relatório.

    As empresas latino-americanas que figuram no Corporate Sustainability Assessment até apresentaram uma melhoria gradual em sustentabilidade corporativa, mas, de acordo com a publicação, ainda muito modesta em relação às fraquezas socioambientais da região.

    Foram avaliadas 124 empresas dos cinco países a seguir: Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Esse número representa uma adesão de 46% das empresas convidadas a serem avaliadas pelo processo (os convites são entregues às maiores empresas do mundo).

    Leia mais: O que é o Índice de Sustentabilidade Empresarial e por que ele é importante para a minha empresa

    ???? Na média, LATAM está um pouco à frente da América do Norte

    Um dos destaques é o fato de que embora nos quesitos e questões individuais da CSA a gestão da sustentabilidade nas empresas seja lenta, quando olhamos para toda a região a pontuação média no Total de Sustentabilidade fica um pouco à frente da América do Norte.

     

    ???? Estabilidade no DJSI

    A quantidade de empresas LATAM que figuram na lista do Índice Dow Jones de Sustentabilidade permaneceu estável de 2018 para 2019 com 14 membros, de um total de 318 de 27 países.

    ???? Colômbia é destaque em sustentabilidade na América Latina

    Mais uma vez, as empresas colombianas superaram as demais na América Latina em gestão da sustentabilidade. Já as empresas do México e do Peru apresentaram resultados muito ruins nas três dimensões da avaliação: econômica, social e ambiental.

     

     

    ???? Destaques das Dimensões Econômica, Ambiental e Social da Gestão da Sustentabilidade em LATAM

    Na dimensão econômica, a América Latina supera a média global de políticas anticrime, códigos de conduta nos negócios e materialidade. Nos critérios restantes, o desempenho da sustentabilidade é fraco. O mais preocupante deles é a Governança Corporativa, no qual as empresas da América Latina aparecem muito abaixo das empresas da América do Norte, da Europa e até alguns pontos abaixo de seus pares na Ásia.

    Na dimensão ambiental, as empresas latino-americanas performaram abaixo da média global em seis dos sete critérios intersetoriais nessa dimensão. A Estratégia Climática é o critério em que a América Latina tem sua pior comparação com a média global. Além disso, os resultados abaixo da média global em outras 10 questões intersetoriais demonstram a necessidade das empresas LATAM investirem mais em sustentabilidade e liderança ambiental.

    Na dimensão social as empresas latino americanas alcançaram as melhores pontuações e acompanham as empresas do mundo todo em muitos critérios. No Indicador de Práticas Trabalhistas, as empresas LATAM pontuaram acima da América do Norte e da Ásia pelo segundo ano, demonstrando a continuidade em quesitos de responsabilidade social. Para cada uma das questões dentro do critério Trabalhista – diversidade da força de trabalho, remuneração igual, liberdade de associação -, as empresas LATAM ultrapassam as médias globais.

    Os resultados da CSA indicam que as empresas da América Latina continuam atrás do resto do mundo em gestão da sustentabilidade, ainda que em menor grau que em 2018.

    Como destacamos, há um progresso modesto no desempenho em questões sociais no entanto, as empresas ainda precisam abordar com mais afinco as questões econômicas e ambientais que atualmente puxam a pontuação média da região para baixo.

    Confira a lista das empresas brasileiras que figuram no Sustainability Yearbook 2020


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