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Câmara Suíça de Comércio realiza evento para discutir destaques do Fórum Mundial da Água

Câmara Suíça de Comércio realiza evento para discutir destaques do Fórum Mundial da Água

No dia 20 de Abril, às 8h30, a Câmara Suíça de Comércio receberá o Biólogo Glauco Kimura de Freitas para comentar sobre as principais conclusões do 8o Fórum e a relação das mesmas com as empresas. A organização deste evento é do Comitê de Sustentabilidade da Câmara, coordenado pelo Instituto Ekos Brasil.

Durante os dias 18 a 23 de março de 2018, ocorreu no Brasil, em Brasília, o 8º Fórum Mundial da Água.

O Fórum Mundial é organizado pelo Conselho Mundial da Água (World Water Council – WWC), uma organização internacional que reúne todos os interessados no tema água. Este evento foi criado em 1996 e ocorre a cada 3 anos. Suas edições anteriores foram no Marrocos (1997), Holanda (2000), Japão (2003), México (2006), Turquia (2009), França (2012) e Coreia do Sul (2015).

A edição do Fórum no Brasil foi a maior da história do evento, que recepcionou em sete dias mais de 120 mil pessoas de 172 países.

Estiveram presentes chefes de Estado e representantes de governos, organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e suas agências, a União Europeia, Banco Mundial, BID, CPLP, OCDE entre outros.

O Tema do 8o Fórum Mundial da Água deste ano foi “Compartilhando Água”. Como legado o evento deixou vários manifestos como: “Manifesto dos Parlamentares”, o “Chamado urgente para uma ação decisiva sobre a água”, o “Chamado para a Ação de Governos Locais e Regionais sobre Água e Saneamento de Brasília”, a “Declaração de Sustentabilidade”, e “Carta de Brasília”, que registrou a participação do Poder Judiciário, inovação desta edição.

Estes manifestos têm o objetivo de, em acordo com a esfera de atuação de cada grupo de representantes que os redigiram, chamar a atenção para a importância da água e para os cuidados que temos, ou não temos com ela.

Todas os manifestos têm em comum a busca por um futuro melhor e mais sustentável, no qual todas as pessoas terão acesso à água e saneamento, e em que a água seja usada e gerida de forma a assegurar-se um ambiente saudável e sustentável para as gerações futuras.

Importante apontar que o Fórum Mundial da Água é um evento não vinculante, ou seja, apesar de ter apoio de governos e da própria ONU e suas agências, é um evento privado, cujos resultados são importantes recomendações a toda a sociedade, mas para as quais inexiste obrigação dos países, empresas, etc. em cumpri-las.

No entanto, dada sua dimensão, os resultados das discussões e os documentos que do Fórum emanam são no mínimo indicadores das tendências futuras relacionadas a esse precioso bem da humanidade.

O 8º Fórum Mundial da Água foi organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA/ANA), Governo do Distrito Federal (GDF/ADASA) e a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

 

Template de Projetos

Apoio a Comitês de Bacias Hidrográficas [2017]

Apoio Técnico aos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Rios: Formoso, Manuel Alves, do Entorno do Lago da UEH Lajeado, Lontra e Corda e Santo Antônio e Santa Tereza.

EcossistemaCerrado e Amazônia
LocalRios Formoso, Manuel Alves, do Entorno do Lago da UEH Lajeado, Lontra e Corda e Santo Antônio e Santa Tereza/TO
Enquadramento legalLei Estadual nº 1.307 de 22 de março de 2002
Status do ProjetoAtivo
Modalidade de CaptaçãoExclusivo
Status de CaptaçãoEncerrado
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EL ABOR AÇ ÃO DE MATERIAL PROMOCIONAL DO PARQUE

EIXO TEMÁTICO: APOIO À GESTÃO DO PARQUE

 

OBJETIVO:

Elaboração de material promocional (calendários, camisetas, lápis, sacolas, etc) com o objetivo de divulgar e promover o Parque visando a arrecadação de fundos com sua venda para subsidiar a implantação de outros projetos.

DURAÇÃO: 6 meses

INVESTIMENTO: R$35.000,00

INVESTIDOR: Instituto Ekos Brasil e outros, em 2017

 

Projeto levará segurança alimentar e incremento de renda a pequenos agricultores de Garrafão do Norte 

Projeto levará segurança alimentar e incremento de renda a pequenos agricultores de Garrafão do Norte 

O Programa Ecomudança 2017, uma parceria entre o Itaú e o Instituto Ekos Brasil, contemplou 9 projetos nessa edição.

Conheça mais um vencedor!

#05 SAF: Segurança alimentar e mitigação das Mudanças Climáticas – Garrafão do Norte/PA

O cultivo da mandioca é o responsável pela sobrevivência dos pequenos agricultores familiares de Garrafão do Norte, no Pará.

No entanto, com a grande oferta, a mandioca possui um valor muito baixo no mercado, o que torna o seu cultivo pouco lucrativo.

A fim de fortalecer a organização econômica, mas também social e política desses produtores, o aporte do Programa Ecomudança irá auxiliar Associação de Produtores Agrícolas do Revesso (APAR) na implementação de 20 ha de Sistemas Agroflorestais (SAF), gerando renda aos beneficiados com produtos alternativos à mandioca.

Agricultores em um sistema SAF recém implantado para testes

Com o SAF, os agricultores poderão cultivar espécies arbóreas e agrícolas, usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, além de incrementar a renda da família com a diversificação da produção.

Serão beneficiadas 20 famílias de agricultores que terão um incremento de renda de 50%.

O meio ambiente também sairá ganhando com o Projeto que deixará de emitir 170 tCO2e para a atmosfera.

Certamente, bons frutos vêm por aí!

 

 

 


Inscrições abertas para o Ecomudança 2018!

Inscrições abertas para o Ecomudança 2018!

 

O Ecomudança é um Programa de investimento em projetos ambientais realizado pelo Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil. O objetivo do Ecomudança é transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao Programa.

Desde 2009, o programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), incluindo iniciativas relacionadas à energia renovável, manejo de resíduos, florestas e agricultura sustentável. Além disso, buscam-se projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.

Podem participam do Ecomudança entidades sem fins lucrativos – organizações sociais, fundações e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais – e cooperativas. Conheça todas as condições de participação no regulamento do Edital Ecomudança 2018.

Acesse a plataforma para saber mais e faça a inscrição do seu projeto! 

Confira destaques do Fórum Mundial da Água

Confira destaques do Fórum Mundial da Água

Pela primeira vez o Fórum Mundial da Água acontece no Hemisfério Sul e a capital federal do Brasil foi a cidade escolhida para receber cerca de 80 mil pessoas durante três dias de evento.

A relação do Brasil com a água do planeta já é de conhecimento de todos. Somos o país com a maior reserva de água doce do mundo, cerca de 10% dela. Por isso, nada mais significativo do que sediar o Fórum.

O Instituto Ekos preparou um apanhado do que já rolou por lá nesses dias.

Tecnologias

Pesquisadores da Universidade de Brasília representaram o Brasil em um painel sobre tecnologia apresentando o sistema de monitoramento de águas, via satélite, que monitora as águas dos rios brasileiros, especialmente do Rio Doce, após a tragédia de Mariana.

Já a plataforma SecaVista foi desenvolvida entre uma parceria da Universidade de Potsdam, na Alemanha, com a Universidade Federal do Ceará, e ajuda a prever as secas durante o ano. Ela informa a previsão da taxa pluviométrica de uma região por até oito meses e também foi apresentada no Fórum.

Dimensão cultural da água

Como o tema deste Fórum é “Compartilhando água”, um painel especial foi aquele que reuniu pessoas de diferentes nações que compartilharam sua relação com a água. Relações que podem ser políticas, econômicas, espirituais, etc.

Dois depoimentos marcantes vieram de pessoas de povos nativos. A índia norte americana, Mona Polaca, descreveu sua relação de pertencimento com a água. “Minha mãe sempre dizia que sou do clã das águas, logo, tudo o que está na água é meu parente.” Esse mesmo pertencimento foi testemunhado pelo pesquisador maori Rawiri Tinirau: “Eu sou o rio e o rio sou eu”.

Já o Japão e o Timor Leste evidenciam esse senso de compartilhamento com uma ação concreta, baseada no sentimento que a água deve chegar a todos. A cidade de Ono, no Japão, capta cerca de US$ 100 mil por ano para enviar ao Timor Leste e contribuir com a construção de uma plataforma para distribuição de água no país.

Empresas assinam documento pela segurança hídrica

Ao menos 18 grandes empresas assinaram, durante o Fórum, um compromisso com a gestão responsável da água, com combate ao desperdício e promoção da eficiência hídrica, dentre elas Coca-Cola, Ambev e Braskem.

Decisões importantes do Senado

Aproveitando a realização do Fórum e a data especial pelo Dia da Água, o Senado aprovou três importantes projetos:

Torneiras automáticas. Estabelece a adoção de torneiras automáticas com mecanismo de vedação de água em todos os banheiros coletivos (públicos e privados). Esse tipo de torneira auxilia na economia de água.

Construção sustentável. Estimula a construção de edificações com menor impacto ambiental e que aumentem a eficiência energética das instalações com incentivos fiscais.

Política de recursos hídricos. Determina que valores cobrados pelo uso de recursos hídricos na conta de água sejam convertidos em investimentos na Bacia Hidrográfica da região de consumo.

 

 

 

Inscrições abertas para o XI Seminário Ekos sobre Remediação Sustentável

Inscrições abertas para o XI Seminário Ekos sobre Remediação Sustentável

O XI Seminário Ekos sobre Remediação Sustentável já está com inscrições abertas! O evento será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro e será o maior evento da América Latina sobre a temática.

O principal objetivo do Seminário é reunir especialistas para discutir e propor soluções para problemas complexos de áreas contaminadas envolvendo a sociedade. Tudo isso em um ambiente frutífero com trocas de experiências e de conhecimento, que reunirá agentes públicos e privados, além de pesquisadores e estudantes.

Neste ano, uma grande novidade. O Seminário sediará também a Conferência Internacional SustRem 2018, pela primeira vez no Hemisfério Sul. O SutRem agregará ao Seminário de forma pioneira as questões sociais associadas às áreas contaminadas.

Um ciclo de 25 palestras e workshops liderados por especialistas nacionais e internacionais trará para o centro das discussões temas importantes para a área como os aspectos sociais da remediação sustentável, citado acima, proteção de águas subterrâneas, economia circular, intrusão de vapores, modelos conceituais e muito mais.

Em breve, o site do evento iniciará a chamada de trabalhos que poderão ser enviados até o dia 30 de abril. Fique de olho em nossos canais de comunicação!

 

Ecomudança 2017: incremento de renda e capacitação para ribeirinhos no Pará 

Ecomudança 2017: incremento de renda e capacitação para ribeirinhos no Pará 

 

O Programa Ecomudança 2017, uma parceria entre o Itaú e o Instituto Ekos Brasil, contemplou 9 projetos nessa edição.

Conheça mais um vencedor!

#04 Produção e Recuperação por Ribeirinhos na Amazônia.  Igarapé-Miri/PA

No interior do Pará, na região de Igarapé-Miri, os pequenos agricultores ribeirinhos sobrevivem basicamente da produção do Açaí. Com o trabalho focado em apenas uma cultura, o preço do produto é muito baixo no mercado local. Sem contar os períodos de entressafra, em que a renda cai drasticamente.

Coleta do açaí

Com o apoio do Programa Ecomudança, a Cooperativa de Desenvolvimento do Município de Igarapé-Miri (CODEMI) terá a missão de organizar e comercializar os produtos oriundos da agricultura familiar, além de promover capacitações dos pequenos produtores com cursos de agroecologia, implantação de viveiros de mudas, etc, para cerca de 20 famílias de ribeirinhos.

Uma meta da CODEMI é implantar 10 hectares de Sistemas Agroflorestais (SAF), a fim de diversificar a produção de açaí com o cultivo de frutíferas, provendo um incremento de renda de até 50% para as famílias, além de um aumento de 100% na produção de alimentos.

Comunidade ribeirinha alvo do projeto

O SAF também tem como benefício a recuperação de áreas degradadas e, por isso, preserva a biodiversidade e mantém a fertilidade do solo. Ainda como benefício ao meio ambiente, o Projeto também evitará a emissão de 85 tCO2e.

As inscrições para o Programa Ecomudança 2018 já estão abertas! Inscreva seu projeto! 

Ecomudança 2017: projeto levará empoderamento e autonomia para mulheres agricultoras no interior de Minas Gerais

Ecomudança 2017: projeto levará empoderamento e autonomia para mulheres agricultoras no interior de Minas Gerais

O projeto Ecomudança 2017, uma parceria entre o Itaú e o Instituto Ekos Brasil, contemplou 9 projetos nessa edição.

Conheça mais um vencedor!

#03 Mulheres construindo a agroecologia e a autonomia – Águas Formosas/MG

Em Águas Formosas, município de Minas Gerais, a situação é bem parecida com a de quase todos os municípios do Brasil: a mulher representa um papel importante na sociedade, mas ainda tem muito o que avançar no empoderamento, autonomia e reconhecimento feminino.

A fim levar mais qualidade de vida e um incremento de renda para as famílias em situação de vulnerabilidade em Águas Formosas, o Ecomudança escolheu apoiar o projeto da Associação Vale Viver de Promoção Social, que promove a autonomia econômica das mulheres visando a igualdade de gênero com um método simples de agroecologia, o Sistema PAIS.

A Produção Agrícola Integrada e Sustentável (PAIS) alia a produção animal com a produção vegetal utilizando um sistema agroecológico que preserva o solo e as fontes de água.

Esse sistema, na prática, possui um formato de mandala, com um galinheiro no meio cercado por canteiros para a horticultura e cisternas para captação da água da chuva, seja para irrigação dos canteiros como para consumo residencial.

Com esse método, as mulheres serão organizadas em grupos para cuidar de cada PAIS, sete ao todo, e poderão comercializar os alimentos produzidos, incrementando a renda da família em até 50%.

Além disso, as mulheres receberão oficinas de captação em gestão, beneficiamento e comercialização de produtos, capacitação sobre o sistema PAIS, e participarão de grupos sobre igualdade de gênero, empoderamento feminino e políticas públicas para mulheres.

É a força do #GirlPower crescendo na agricultura!

Ah, e o meio ambiente também ganha com a redução de cerca de 10 tCO2e de gases poluentes por ano.

 
 


Ecomudança 2017: projeto deve aumentar produtividade de agricultores em 100%

Ecomudança 2017: projeto deve aumentar produtividade de agricultores em 100%

O projeto Ecomudança 2017, uma parceria entre o Itaú e o Instituto Ekos Brasil, contemplou 9 projetos nessa edição.

Conheça mais um vencedor!

#02 Projeto Pindoba em Carutapera – MA

Em Carutapera, no Maranhão, os produtores atualmente utilizam a técnica do corte e queima do solo para abertura de novas áreas de plantio, aumentando o desmatamento na região.

O projeto contemplado deseja levar a esses agricultores mais inovação e modernidade com a utilização de máquinas agrícolas que colaboram com a otimização do processo de plantio, preparo do solo, manutenção e colheita, aumentando, por consequência, a produtividade.

Com o aumento da produtividade, que deve chegar a 100% com a mecanização, as famílias do assentamento poderão ter um incremento de renda de até 60%.

Suprindo a demanda por novas áreas de plantio, será possível erradicar as queimadas, aumentando a fertilidade do solo e a produção, e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa para a atmosfera. Todos ganham, inclusive o meio ambiente!

O projeto pretende evitar a emissão de 49 tCO2e por ano.

Com o aporte do Ecomudança, os agricultores receberão apoio para se organizarem em grupos de trabalho, alugar as máquinas, preparar o solo, plantar as sementes, manter a produção e comercializar.

Desejamos bom trabalho para a Associação de Moradores do Povoado do Sabonete! #tamojunto!


Ecomudança 2017: agricultores de Santa Catarina substituirão adubação química por biofertilizantes

Ecomudança 2017: agricultores de Santa Catarina substituirão adubação química por biofertilizantes

 

O projeto Ecomudança 2017, uma parceria entre o Itaú e o Instituto Ekos Brasil, contemplou 9 projetos nessa edição.

Em uma série que começa hoje você poderá conhecer melhor cada um dos vencedores!

 

#01 Projeto de Biofertilizantes para Agroecologia em Chapecó – SC

No oeste catarinense, os produtores associados de Chapecó, em sua maioria, acabam seguindo o modelo de produção convencional das grandes empresas de alimentos utilizando adubação química em suas lavouras.

Com o investimento do Projeto Ecomudança, esta realidade vai mudar para muito melhor!

A ideia ali é unir os agricultores da APACO para produzir biofertilizantes a partir de resíduos gerados em suas propriedades para produção de alimentos agroecológicos .

Os biofertilizantes são subprodutos do processo de fermentação anaeróbica de resíduos provenientes das produções agrícolas e dejetos de animais. É um composto rico em nutrientes e utilizado na adubação dos solos.

Com esse reaproveitamento ecológico, estima-se que o projeto aumente em 50% a produção de 40 famílias de agricultores familiares e consequentemente em 30% a renda dessas pessoas.

Além disso, o meio ambiente também ganha com 64 tCO2e deixando de ser emitidas para a atmosfera.

As etapas previstas para a execução desse projeto são: identificação do potencial de produção de biofertilizantes em cada propriedade, planejamento da produção, implementação da tecnologia e acompanhamento do projeto, com um investimento previsto de R$ 60.000.

Agora é só colocar a mão na massa, ou melhor, nos biofertilizantes!