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Por Marina Tiengo, analista ambiental do Instituto Ekos Brasil
Tive o prazer (e a coragem) de encarar 7 dias de caminhada, ou cerca de 174km a pé da Vila de Sagarana à Chapada Gaúcha, entre os dias 6 e 14 de julho deste ano, em uma travessia que é uma verdadeira imersão socioambiental e literária pelo sertão de Minas Gerais: o Caminho do Sertão.
E, hoje, 11 de setembro, Dia Nacional do Cerrado, trago o relato dessa experiência para vocês, a fim de pautar a importância da conservação de um bioma tão rico em biodiversidade, tão pouco conhecido e já tão ameaçado.
Espero que essa experiência aproxime você, assim como me aproximou, desse rico e mal tratado patrimônio brasileiro.
Junto a um grupo de 73 pessoas percorri o Caminho do Sertão, um roteiro repleto de inspiração, seja pela beleza do Cerrado, seja pela consagrada obra de Guimarães Rosa – Grande Sertão: Veredas, narrada nesse pedaço tão incrível de Brasil.
O Caminho do Sertão tem seus limites dentro de parte do Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, um conjunto de áreas protegidas entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia, especialmente no núcleo Sertão Veredas, entre os municípios de Arinos e Chapada Gaúcha.

Percorri algumas Unidades de Conservação como a Reserva Estadual de Desenvolvimento Sustentável Veredas do Acari, o Parque Estadual Serra das Araras e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas. E, junto aos caminhantes, também tive contato com comunidades tradicionais, assentamentos rurais e pequenas vilas, como a Vila Sagarana, Morrinhos, Fazenda Menino, Barra da Aldeia, Serra das Araras, Morro do Fogo, Barro Vermelho e Vão dos Buracos. Natureza e vida humana em um convívio cheio de desafios!
As distâncias diárias variavam de 20 a 30 km! E durante todo esse tempo era possível imergir em conversas, em silêncio, caminhar acompanhada e também desacompanhada, ouvir o canto dos periquitos verdes, os gritos das araras, as risadas das seriemas, avistar os extensos “areiais”, as árvores tortuosas e escutar o barulho do vento nas folhas dos buritizais.

E todo final de dia era aquele espetáculo: o céu se coloria de amarelo, laranja, rosa e lilás, presenteando a chegada dos caminhantes no local de pouso. E para completar a experiência, intervenções artísticas traziam para perto o mundo dos personagens Riobaldo, Diadorim e Miguilim, como parte da programação da travessia.
Passei por belas paisagens, por veredas preservadas e por diferentes fitofisionomias do cerrado: cerradão, cerrado sensu stricto, campo cerrado, campo sujo e campo limpo. E também, logo no segundo dia, por seis longos quilômetros no meio de uma monocultura de soja, que se estendia até o horizonte. A caminhada também proporcionou a reflexão crítica sobre as questões socioambientais e agrárias presentes na região.

O encerramento da travessia aconteceu conjuntamente com o XVIII Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas, em Chapada Gaúcha.
Uma experiência que vou levar para toda a vida e que ainda me acompanha todos os dias nessa jornada de trabalho pela preservação da nossa biodiversidade.
Saiba mais sobre o Cerrado
Segundo o ICMBio, o Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando cerca de 23,9% do território brasileiro. O bioma abriga nascentes das três maiores bacias hidrográficas do continente (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata) e é considerado um hotspot mundial de biodiversidade, ou seja, possui alta biodiversidade e endemismo de espécies e vem sofrendo grande perda de habitat.
De acordo com Souza, Flores, Colletta e Coelho, historicamente o Cerrado foi erroneamente considerado como uma vegetação de segunda categoria, o que traz reflexos até hoje do ponto de vista do respaldo sobre a importância de sua conservação. A partir da década de 50 o bioma tem sofrido um intenso processo de degradação, principalmente devido ao avanço da fronteira agrícola.
Atualmente o Cerrado possui menos de 20% de sua cobertura original, já bastante fragmentada, e, segundo o MMA, apenas 8,21% de sua área total é legalmente protegida por Unidades de Conservação.

Você sabia que o Brasil descreve uma espécie animal e duas de planta por dia? Nossa biodiversidade é realmente muito rica, mas ainda pouco conhecida. Cerca de 200 mil espécies já foram registradas, mas de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a biodiversidade brasileira pode abranger até 1,8 milhão de espécies e o que conhecemos hoje ultrapassa pouco mais dos 10%.
O trabalho é árduo, mas no final de agosto, uma importante iniciativa ganhou destaque nacional: o lançamento do Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr). A iniciativa do governo federal em parceria com outras instituições como a ONU Meio Ambiente reúne catálogos contidos em coleções de museus (como o Zoológico da Universidade de São Paulo e e o Emílio Goeldi, do Pará), jardins botânicos (como o do Rio de Janeiro) e projetos de pesquisa de todo o Brasil, além de informações que estavam em espaços como esse em outros países.
Com informações de 97 instituições, 191 coleções e 361 conjuntos de dados, agora será mais fácil pesquisar sobre a nossa biodiversidade. O Atlas pode ser acessado por cientistas, gestores públicos e pelo público em geral.

Seção do site mostra espécies iconográficas do Brasil
Para o professor Braulio de Souza Dias, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), a análise de dados da biodiversidade brasileira agora precisa abarcar grandes volumes e ser capaz de extrair inteligência desses dados, prática em voga e conhecida como Big Data.
“Temos modelagem para o clima e não temos para biodiversidade. O desafio é lidar com diferentes tipos de dados de biodiversidade para distintos usos visando finalidades de boa governança”, disse Dias.
Ferramentas como essa deveriam ser a base para tomadas de decisão por gestores públicos. Apenas com amplo conhecimento da nossa biodiversidade, nosso país terá a consciência de que mantê-la viva e em equilíbrio é uma fonte econômica muito mais importante e significativa do que qualquer atividade que requeira sua destruição.
Fonte: EBC

O Programa Compromisso com o Clima será o tema de um dos eventos paralelos das Semanas Regionais do Clima, já conhecido e renomado evento que reúne indivíduos e organizações públicas e privadas em um único espaço de diálogo sobre mudanças climáticas.
As Semanas Regionais do Clima acontecem todos os anos nas regiões da África, América Latina e Caribe, e Ásia-Pacífico. Este ano, a cidade sede do evento na América Latina será Salvador, entre os dias 19 e 23 de agosto.
O Compromisso com o Clima será apresentado por alguns de seus protagonistas (Itaú, Natura, Ekos Brasil e B3) como uma iniciativa importante para empresas que desejam causar impacto positivo em seus planos de compensação corporativa de carbono.
Todo o processo, bem como dados dos últimos anos e formas de ingresso no programa serão apresentados no evento em Salvador.
Além do evento paralelo, o Itaú também participará das Semanas Regionais do Clima com um stand.
Participe:
Side Event Compromisso com o Clima
Quando: terça-feira, 20 de agosto
Horário: 13h30
Local: sala SDG 6, dentro da Cidade do Clima (Salvador Hall)
Nos vemos em Salvador!
Um abraço,
Ekos Brasil
Sabemos bem o que significam as migrações e imigrações forçadas por conflitos políticos ou religiosos e como essa questão afeta a vida de milhares de famílias no mundo todo que precisam se deslocar em busca de um local seguro e tolerante para sobreviver.
O que ainda pouco se fala, e que merece nossa atenção, são as migrações provocadas pelos efeitos das mudanças climáticas.
Isso mesmo. Em 2018, após a COP24, a ONU divulgou uma série de recomendações para que os países integrantes saibam lidar melhor com a questão, seja na prevenção quanto na remediação do problema.
E alertou que o número de migrantes climáticos já é quatro vezes maior do que o número de refugiados políticos e religiosos.
Muitas vezes chamados pela mídia de refugiados climáticos, os migrantes climáticos são aquelas pessoas forçadas a se deslocar de um território para outro em decorrência dos efeitos das mudanças climáticas. Aqui podemos citar: o aumento nas temperaturas, volume de enchentes, secas, furacões, terremotos, dentre outros.
Um estudo divulgado pelo Banco Mundial alertou que se o mundo não tomar precauções, cerca de 143 milhões de pessoas serão migrantes climáticos até 2050 em apenas 3 regiões do planeta, aquelas mais afetadas pelos efeitos do clima: África, América Latina e sul asiático.
Os números são alarmantes: cerca de 86 milhões de migrantes climáticos na África, outros 40 milhões no sul asiático e 17 milhões na América Latina.

Alguns impactos provocados pelas mudanças climáticas que já estão causando deslocamentos são:
Toda uma cadeia de produtividade e sobrevivência é afetada quando há uma variação do clima desregulada, provocada pelas mudanças climáticas. A lavoura não sobrevive, o alimento do produtor e da sua família fica escasso e a economia da região que emprega naquela atividade econômica, declina.
Os efeitos das mudanças climáticas comprometem a sobrevivência das nascentes de água, dos reservatórios de água doce e provoca o derretimento das geleiras. Sem água, nenhum ser vive e sobrevive.
Com a elevação das temperaturas, as geleiras derretem e o nível de água dos oceanos sobe. Ilhas e cidades costeiras inteiras podem desaparecer (e já estão desaparecendo), sem contar com o aumento da temperatura da água que compromete os corais e a vida marinha, desequilibrando todo o sistema.
O primeiro passo, claro, é reduzir as emissões de gases de efeito estufa. É aquele velho ditado ”cortar o problema pela raiz”. Isso envolve praticamente uma força-tarefa de países, empresas e pessoas físicas. Todos empenhados em não deixar que o nosso planeta esquente.
Outra ação é incluir as migrações climáticas nos planos de desenvolvimento dos países, a fim de considerar e poder planejar deslocamentos, acolhimentos e suprimento de necessidades básicas.
Outro ponto importante é atuar na adaptação às mudanças climáticas. Isto inclui adaptar modelos e práticas socioeconomicos aos efeitos esperados das mudanças climáticas em uma determinada região. São exemplos: melhoria em práticas agrícolas, investimentos em sistemas de captação e distribuição de água, investimentos em saúde e saneamento, planejamento energético, etc.
É importante lembrar que enquanto, por aqui, focamos nossa atenção nas causas das mudanças climáticas, pelo mundo, povos e comunidades inteiras já são gravemente afetadas por elas e forçadas a se locomover para sobreviver.
Já não é difícil identificar esses novos padrões de deslocamento e a competição por recursos naturais em diversas regiões, originando verdadeiros conflitos entre comunidades e exacerbando suas vulnerabilidades.
Tenha isso me mente. Envolva-se em políticas públicas pela redução das emissões de GEE e faça a sua parte dentro de casa e na sua comunidade. E se você é um tomador de decisões na sua empresa, não deixe de apoiar uma política de redução e compensação de emissões.
O Instituto Ekos Brasil desenvolver diversos projetos de mitigação de mudanças climáticas. Conheça!
O Programa Ecomudança 2019 está em sua fase final!
Entre os meses de julho e agosto, a equipe do Instituto Ekos Brasil está visitando os projetos finalistas do edital 2019.
Isso significa percorrer diversos estados do Brasil para ver de perto os projetos de energia renovável, manejo de resíduos, floresta e agricultura no Amazonas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Bahia e Alagoas.
Após a visita, os projetos serão apresentados para o conselho do Programa Ecomudança, que fará a seleção dos projetos vencedores.
Em breve, mais novidades do processo!

O Ecomudança é um Programa de investimento em projetos ambientais realizado pelo Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil. O objetivo do Ecomudança é transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao Programa.
Desde 2009, o programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), incluindo iniciativas relacionadas à energia renovável, manejo de resíduos, florestas e agricultura sustentável. Além disso, buscam-se projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.
Podem participam do Ecomudança entidades sem fins lucrativos – organizações sociais, fundações e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais – e cooperativas.
Já parou para pensar em quantos benefícios um acampamento na natureza pode trazer para as crianças?
Além de estimular um vínculo afetivo das crianças com o meio ambiente, esse contato também propicia melhorias na saúde física e mental dos pequenos, além de ajudar no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, motoras e emocionais.
Foi com base nesses benefícios que o Instituto Alana e o ICMBio lançaram um guia, “Acampando com crianças”, para incentivar as famílias a acampar com os pequenos. O guia faz parte do programa Criança e Natureza, desenvolvido em parceria pelas duas instituições.
“Acampar em família é uma experiência transformadora, não só para as crianças, mas para os adultos também. São momentos que ressignificam os nossos valores, que a nossa memória registra e certamente não esquece. As crianças aprendem a reconhecer suas possibilidades e limites, exercitando a autonomia e lidando com riscos.”, comenta Laís Fleury, coordenadora do programa Criança e Natureza, em comunicado à imprensa.
Além de um check list do que pensar e providenciar antes de acampar com crianças, o guia também traz alguns Parques Nacionais que têm mais estrutura para acampamento, dicas de equipamentos básicos, de segurança e até mesmo sobre como impactar o menos possível o meio ambiente.
Se você nunca acampou com crianças, comece fazendo um pequeno exercício no quintal ou na sala de casa. Depois, cuide de todos os detalhes e experimente uma área natural.
Educar crianças em contato com o meio ambiente e com nossos parques nacionais é certamente mais uma forma de promover o amor pela natureza e conscientizar os pequenos sobre a importância da preservação.
Clique aqui e acesse o guia!
Alguns governantes podem até jogar contra o meio ambiente, mas é certo que a lei do mercado tem impulsionado planos de negócio movidos a energia verde no mundo todo e a perspectiva é que até 2030 elas sejam mais utilizadas do que os recursos fósseis.
E são fatos que não nos deixam mentir.
Na Europa, as fontes renováveis de geração de energia elétrica superaram as fontes derivadas de petróleo em 2019.
Nos Estados Unidos, não obstante Donald Trump, aconteceu algo semelhante. Enquanto as energias solar, hídrica e eólica geraram 23% da energia, aquela gerada por carvão supriu 20%.
De acordo com a consultoria britânica Wood Mackenzie, 2035 será o ano da virada. A partir dessa data, a escolha por fontes limpas será prioritária para qualquer tipo de projeto no mercado: indústria, comércio, transporte, etc.
A boa notícia é que o Brasil também tem o que comemorar. Por aqui, grandes empresas também começam a atuar seus princípios de responsabilidade ambiental, pressionadas pelos consumidores, e podem ajudar a virar esse jogo.
Já temos notícias de fábrica de bebidas que construirá 31 usinas solares até 2020, outra que inaugurou no Ceará um parque eólico para abastecer o consumo de energia de suas fábricas, que deverá ser 100% limpa até 2023.
E tem mais.
Graças às boas condições climáticas, o Nordeste recebeu investimento de empresas estrangeiras e o estado do Piauí agora terá tanto o maior parque eólico da América do Sul, quanto o maior parque solar do mundo.
De acordo com o Caderno ODS7, cerca de 41 mil novas usinas de energia solar foram instaladas no Brasil em 2 anos. Entre 2016 e 2018, a capacidade instalada no Brasil foi de 0,1% para 1,4% de toda a matriz energética nacional.
Sem contar no avanço dos carros elétricos. Em 2025, a frota deve superar 130 milhões de veículos quando esses modelos podem ser mais baratos do que os à combustão, de acordo com a Agência Internacional de Energia.
Enquanto alguns governos patinam em medidas por um mundo mais sustentável, algumas empresas e sociedade parecem bem decididas a virar esse jogo. Será o suficiente?
O primeiro Parque Nacional do Mundo foi criado em 1872, final do século XIX, nos Estados Unidos: o Parque Nacional de Yellowstone, localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho, com 8.980 quilômetros quadrados e atrativos que contemplam gêiseres, fontes termais e vida selvagem.
Já no Brasil, o Parque Nacional de Itatiaia foi o primeiro, inaugurado em 1937.
De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) “o Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico”.
Os Parques Nacionais podem ser administrados direta ou indiretamente pelo Estado. Independente da gestão, o que não faz sentido é um parque fechado ao público. Somente em contato com essas áreas e aprendendo a conviver pacificamente com elas é que cada vez mais a sociedade compreenderá a missão de protegê-las.
Atualmente, o Brasil tem 74 parques nacionais. Confira a lista completa!

Fonte: Wikipedia CC
É possível fazer trilhas bem sinalizadas em meio a floresta amazônica e em épocas apropriadas tomar banho de rio em alguns pontos.

Com inúmeras cachoeiras, montanhas, trilhas e clima agradável, o santuário ecológico está situado no Acre, em Mâncio Lima – município mais ocidental do país – e agrega a maior biodiversidade da Amazônia. Várias espécies endêmicas (oriundas de uma determinada área ou região geográfica), vegetais e animais, são encontradas no local.

Foto: Wikipedia CC
O parque inclui parte da Serra de Pacaraima, que separam o Brasil da Venezuela e da Guiana. É nomeado por conta do Monte Roraima, o mais alto das montanhas tepui, com quase 3.000 metros de altitude, sendo um dos mais altos da cadeia Pacaraima. A montanha tem um topo plano que contém um monumento, o Marco da Triplice Fronteira, onde se encontram as fronteiras da Venezuela, Guiana e Brasil.

Foto: Wikipedia CC
Situado numa faixa de transição que compreende os biomas Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal, o Parque Nacional do Araguaia destaca-se pela diversidade de sua fauna, flora e cobertura vegetal.
Na vegetação, predominam as matas ciliares de igapó, vegetação das encostas secas, vegetação dos bancos de areia e os campos de várzeas inundáveis, além do Campo das Caraibeiras, com abundância de grama rasteira e árvores caraíbas de longas metragens.
Ao longo dos rios, cerrados e florestas com flora rica em maçarandubas, piaçavas, canjeranas, orquídeas terrestres, ipês e palmeiras típicas. Da flora nativa, ainda, utilizadas especialmente pelos indígenas, diversas espécies para fins culinários, medicinais e ornamentais.

Foto: Wikipedia CC
O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado com o objetivo de preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas bem como suas diversas formações florestais, além de estimular a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica e valorizar a conservação do bioma Amazônia com base em ações de educação ambiental e turismo sustentável. O foco é harmonizar as relações entre as comunidades do entorno e a Unidade com ações de bases sustentáveis.
E ainda…
6. Parque Nacional Viruá, Roraima
7. Parque Nacional Serra da Mocidade, Roraima
8. Parque Nacional Nascentes do Lago Jarí, Amazonas
9. Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá
10. Parque Nacional Mapinguari, AM e RO
11. Parque Nacional dos Campos Amazônicos, AM, MT, RO
12. Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, Pará
13. Parque Nacional do Pico da Neblina, Amazonas
14. Parque Nacional do Rio Novo, Pará
15. Parque Nacional do Jamanxim, Pará
16. Parque Nacional do Jaú, Amazonas
17. Parque Nacional do Cabo Orange, Amapá
18. Parque Nacional do Acari, Amazonas
19. Parque Nacional de Pacaás Novos, Rondônia
20. Parque Nacional da Serra do Pardo, Pará
21. Parque Nacional da Serra da Cutia, Rondônia

Foto: Wikipedia CC
Criado em 2005, o Parque Nacional da Chapada das Mesas é um dos mais novos parques nacionais do Brasil. Florestas de buritizais, sertões, relevo de chapadas vermelhas, compõem um estonteante conjunto de curiosas formações rochosas, cânions, cavernas e cachoeiras. São inúmeras as surpresas e aventuras que uma visita a esse parque pode revelar.

Fonte: Reprodução ICMBio
Esse paraíso é guardião de muitas riquezas naturais, ocupando cerca de 152 mil hectares, um dos maiores parques de preservação do país fora da região Amazônica.

Fonte: Reprodução ICMBio
Praias, piscinas naturais e trilhas ecológicas. O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha possui diversas praias com suas águas verde-esmeralda esperando pelo público, dentre estas, estão duas eleitas como as mais bonitas do Brasil: a Praia do Sancho e a Praia do Leão.

Fonte: Wikipedia CC
O Parna tem como objetivo proteger amostras dos ecossistemas costeiros, assegurar a preservação de seus recursos naturais e proporcionar pesquisa científica, educação ambiental e turismo ecológico.
A Unidade de Conservação possui um grande potencial turístico. A Pedra Furada, formação rochosa considerada ícone de Jericoacoara e uma das principais paisagens do Parque Nacional, é visitada por um grande número de turistas.
E ainda…
26. Parque Nacional da Furna Feia, Rio Grande do Norte
27. Parque Nacional da Serra da Capivara, Piauí
28. Parque Nacional da Serra das Lontras, Bahia
29. Parque Nacional da Serra de Itabaiana, Sergipe
30. Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, PI, BA, TO e MA
31. Parque Nacional de Boa Nova, Bahia
32. Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí
33. Parque Nacional de Ubajara, Ceará
34. Parque Nacional Descobrimento, Bahia
35. Parque Nacional do Alto Cariri, Bahia
36. Parque Nacional do Catimbau, Pernambuco
37. Parque Nacional do Monte Pascoal, Bahia
38. Parque Nacional do Pau Brasil, Bahia
39. Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, Maranhão
40. Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, Bahia
41. Parque Nacional Serra das Confusões, Piauí

Fonte: Wikipedia CC
Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do Estado de Goiás, entre os Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança. Protegendo uma área de 240.611ha de cerrado de altitude, abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local. Foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.
E ainda…
43. Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso
44. Parque Nacional Pantanal Matogrossense, Mato Grosso
45. Parque Nacional de Brasília, DF
46. Parque Nacional do Juruena, Mato Grosso
47. Parque Nacional das Emas, Goiás
48. Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul

Fonte: Araquém de Alcântara
Situado em uma área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu possui uma beleza exuberante com cavernas colossais, paredões arruinados, dolinas colapsadas, pontes naturais, nascentes e a unicidade de centenas de pinturas rupestres com mais de 12 mil anos, que juntamente com uma rica flora e fauna transformam a região em um paraíso natural.
A fim de manter toda essa beleza e raridade intactas, o Instituto Ekos Brasil e o ICMBio trabalham em Cooperação Mútua para a Gestão do Parque.

Criado em 30 de novembro de 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país, representando um importante marco na história das Unidades de Conservação Brasileiras. (Conheça um pouco mais da história do parque)
É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

Fonte: Wikipedia CC
Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos destinos mais procurados pelos adeptos do montanhismo no Brasil. Abriga o terceiro ponto mais alto do País, o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude.
Além das trilhas, os visitantes podem se deliciar com banhos em cachoeira e piscinas naturais, observar deslumbrantes visuais da Serra do Caparaó e região, com belos espetáculos no alvorecer e no pôr do sol.
E ainda…
52. Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro
53. Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo
54. Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais
55. Parque Nacional da Serra do Gandarela, Minas Gerais
56. Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro
57. Parque Nacional das Sempre Vivas, Minas Gerias
58. Parque Nacional Serra do Cipó, Minas Gerais
59. Parque Nacional Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro
60. Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Minas Gerais

Fonte: Wikipedia CC
A Unidade de Conservação federal insere-se em uma das mais belas regiões de Santa Catarina. O chamado Vale Europeu é conhecido por suas festas típicas alemãs e italianas.
São também muito importantes outros tipos de turismo: aventura (rafting, rapel, cascading, trekking, cicloturismo, vôo livre, visitação de cavernas, cavalgada), turismo religioso, rural e cultural, além de uma importante atividade relacionada à gastronomia (incluindo as famosas cervejarias artesanais) e ao chamado turismo de negócios (eventos empresariais).
E ainda…
62. Parque Nacional de Aparados da Serra, Rio Grande do Sul
63. Parque Nacional Campo dos Padres (em estudo), Santa Catarina
64. Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul
65. Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais, Paraná
66. Parque Nacional Guaricana, Paraná
67. Parque Nacional dos Campos Gerais, Paraná
68. Parque Nacional do Superagui, Paraná
69. Parque Nacional do Iguaçu, Paraná
70. Parque Nacional de São Joaquim, Santa Catarina
71. Parque Nacional de Saint-Hilaire Lange, Paraná
72. Parque Nacional de Ilha Grande, Paraná
73. Parque Nacional da Serra Geral, Rio Grande do Sul
74. Parque Nacional das Araucárias, Santa Catarina
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável fazem parte agenda global para 2030 e visam nortear as ações de governos, empresas e sociedade como um todo para o desenvolvimento sustentável. São objetivos e metas bem claros capazes de pavimentar atividades e soluções, em via de regra, para um mundo melhor, com menos pobreza, mais dignidade e oportunidade para todos.
Mesmo se foram acordados por governos, os ODS dependem diretamente de uma atuação comprometida, especialmente por parte das empresas. Mas arregaçar as mangas corporativamente para enfrentar desafios mundiais pode trazer benefícios e oportunidades indiscutíveis para quem levar a sério os ODS em suas estratégias.
Vamos conhecer alguns deles:
As empresas que forem líderes na adoção dos ODSs em suas estratégias podem sair na frente como líderes de mercado ao demonstrar para uma sociedade contemporânea essencialmente focada em valores, que a empresa está comprometida em minimizar impactos ao meio ambiente e maximizar impactos positivos na vida em sociedade.
Os ODSs estão redirecionando os investimentos públicos e privados em nível global. Vide o investimento em energias renováveis. Isso abre novos mercados para empresas também comprometidas com os ODSs que podem maximizar lucros ao entregar soluções inovadoras e transformadoras para esses mercados em ascensão.
Adotar os ODS pode auxiliar as empresas em tomadas de decisão mais sustentáveis e, por vezes, mais econômicas e eficientes em seus processos de produção. Reduzir deslocamentos e reaproveitar resíduos, por exemplo.
Ao integrar os ODS à sua estratégia, as empresas têm grandes chances de ver o compromisso de seus funcionários, fornecedores e agentes públicos crescer, por estarem menos expostas à riscos de ilegalidade e reputação.
O que são os ODS

Do site do Pacto Global:
Em 2015, a ONU propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Esse é um esforço conjunto, de países, empresas, instituições e sociedade civil. Os ODS buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas, agir contra as mudanças climáticas, bem como enfrentar outros dos maiores desafios de nossos tempos. O setor privado tem um papel essencial nesse processo como grande detentor do poder econômico, propulsor de inovações e tecnologias influenciador e engajador dos mais diversos públicos – governos, fornecedores, colaboradores e consumidores.
Os princípios da Agenda 2030 e dos ODS são: Universalidade (são relevantes para todas as pessoas), Integração (equilibra as dimensões ambiental, social e econômica,lida com contradições e maximiza sinergias), e Não Deixar Ninguém pra Trás (os ODS beneficiam todas as pessoas em todos os lugares).

Muito se fala em mudanças climáticas, mas pouco se lembra o quão perto de nós ela está. Não se trata de um problema apenas lá a Antártica, de derretimento de geleiras ou apenas de como países e empresas devem se comprometer com ações mais sustentáveis.
A verdade é que todas as atividades humanas emitem gases de efeito estufa no meio ambiente e a mudança dos nossos hábitos cotidianos podem e devem fazer parte da estratégia de mudança para uma economia de baixo carbono.
Ter ciência da quantidade de emissões que suas ações emitem é de extrema importância para essa mudança de hábitos. Quando você sabe o que polui mais e o que polui menos, então pode fazer escolhas mais assertivas no seu dia a dia.
Por isso, listamos oito atitudes simples de serem adotadas, especialmente por quem mora em grandes cidades, para estimular uma pegada mais ecológica.
Confira:
1. Reduza o tempo no banho em um minuto durante um mês. Isso evita a emissãoo de 0,7 kg de CO2, quantidade emitida por um carro no percurso de 4,2 km.
2. Substitua quatro lâmpadas fluorescentes por LED. Isso evita a emissão de 0,56kg de CO2.
3. Use luz ambiente ao menos 5 horas por dia. Assim você deixa de emitir 0,28 kg de CO2.
4. Utilize o metrô duas vezes por semana para ir ao trabalho. Ao percorrer 20km por dia de metrô você compensa a mesma emissão da produção de arroz para abastecer uma família de quatro pessoas por seis anos!
5. Troque o carro pela caminhada cinco vezes na semana. Fazer um percurso de 1,5km a pé por dia ao longo da vida evita a emissão equivalente a produção de energia elétrica para uma residência por 41 anos.
6. Plante uma muda por mês e compense o consumo de 1,5kg de alimentos por dia, que pode gerar cerca de 150kg de CO2.
7. Plante duas árvores. Isso compensa uma viagem de avião de Salvador a São Paulo, ou seja, cerca de 255kg de CO2.
8. Apoie projetos sustentáveis. Isso ajuda a compensar o consumo de resíduos de uma residência de apenas um morador que chega a emitir por ano 0,13 toneladas de CO2.
(Fonte: /www.correio24horas.com.br/)
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