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O Instituto Ekos Brasil, que cuida da manutenção e divulgação do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu em parceria com o ICMBio, agora integra o Mosaico Peruaçu.
O Mosaico Peruaçu é um fórum que reúne ONGs, associações representativas, cooperativas, secretarias, prefeituras e outras entidades para discutir uma gestão comum do território e das unidades de conservação na região chamada Grande Sertão Veredas Peruaçu, com mais de 2 milhões de hectares.
A cada dois anos, o conselho do Mosaico elege seus representantes e neste ano o Instituto Ekos Brasil foi eleito.
“Participar desse fórum significa poder discutir nossas experiências com essas outras instituições e compartilhar conhecimento. Vamos nos unir a todas essas pessoas que também desejam trabalhar pela comunidade e pela natureza na região”, disse Murilo Mendes, agente ambiental no Parque Peruaçu.
O Insitituto Ekos Brasil anseia por uma rica troca de experiências, contextualizando nossas ações no Parque com as ações das comunidades locais.
Agora, empresas podem aderir a plataforma por um custo inicial mais baixo e receber até 50% de desconto

Uma boa notícia para as empresas que desejam aderir a um programa de responsabilidade socioambiental. As próximas 3 empresas que desejarem participar do Programa Compromisso com o Clima podem receber descontos de até 50% e obter benefícios adicionais.
O Programa Compromisso com o Clima teve início quando Itaú e Natura, em parceria com o Ekos Brasil, uniram forças para compensar suas emissões de carbono e assim gerar mais impacto positivo. A experiência foi tão bem sucedida que agora as empresas convidam outras empresas a escalonar seus impactos socioambientais unindo-se ao programa.
Ao fazer parte do Compromisso com o Clima, a empresa terá acesso à Plataforma Ekos Social, na qual poderá escolher projetos já verificados para compensar e realizar o controle de suas compensações de um jeito fácil, seguro, conveniente e com impacto socioambiental de alto valor para a comunidade e para a empresa.
As empresas que aderirem ao Compromisso com o Clima contam com os seguintes benefícios:
| Participação nas reuniões, treinamentos e eventos | |
| Exposição do logotipo na Plataforma Ekos Social – Compromisso com o Clima | |
| Campanhas conjuntas de comunicação e marketing. | |
| Acesso à Plataforma para escolha dos projetos e controle das compensações | |
| Atualização periódica dos projetos apoiados na Plataforma | |
| 10 licenças para acesso gratuito à Plataforma Ekos Social para distribuir às organizações parceiras | |
| Acesso aos novos projetos e aos resultados do Edital a ser realiza do em 2019 | |
| Relatório de avaliação socioambiental detalhado de cada projeto | |
| Recomendações para a composição de um portfolio de projetos/compensações | |
| Relatório de avaliação jurídica detalhado de cada projeto |
E ainda, se a sua empresa participa do Programa GHG Protocol, a Plataforma Ekos Social permite uma integração das informações.
Interessou e deseja saber mais sobre o Compromisso com o Clima?
Entre em contato com a gente pelo email: thiago.othero@ekosbrasil.org
Em uma iniciativa para contribuir com a comunidade local ao entorno do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e também se aproximar dessas pessoas, o Instituto Ekos Brasil elaborou um programa de apoio a projetos locais.
O Ekos abriu uma chamada de projetos para as associações que trabalham com iniciativas locais para a solução de problemas reais que atingem as comunidades ao entorno do Parque e o Parque em si.
Ao todo, 10 projetos foram inscritos e avaliados por um júri independente que escolheu as duas melhores para um incentivo em dinheiro a fim de impulsionar as iniciativas.
Projetos vencedores
Um dos projetos vencedores realiza o importante trabalho de coleta seletiva na comunidade do Fabião. Com a verba do Instituto Ekos poderão reformar o galpão da associação, comprar uma nova prensa e materiais de proteção individual para fazer a coleta, que proporciona incremento de renda e melhoria ambiental na comunidade.
O outro projeto vencedor consiste no cercamento de nascentes na terra indígena Xacriabá, onde 5 nascentes devem ser cercadas e protegidas.

Acordo firmado com o Projeto do Fabião de coleta seletiva

Acordo firmado com projeto de recuperação de nascentes
O Instituto Ekos já assinou e formalizou o repasse com as associações e as atividades devem começar agora em dezembro e contará com a contribuição e acompanhamento da equipe Ekos durante todo o seu desenvolvimento.
O Instituto Ekos Brasil promoveu neste mês uma expedição de jornalistas ao Parque Nacional Cavernas de Peruaçu com o intuito de contribuir com a divulgação do parque enquanto roteiro de férias.
O grupo, formado por seis jornalistas de veículos de renome nacional e internacional percorreu as trilhas do Janelão, Lapa Bonita e Lapa do Caboclo, de um total de 9, que contemplam 11 cavernas colossais, além de arte rupestre pré-histórica e sítios arqueológicos.
“A paisagem é majestosa, e imperam paredões arruinados, cavernas colossais e vales de vegetação abundante”, ressaltou o presidente do Instituto Ekos Brasil, Ernesto Moeri.

Durante a expedição, os jornalistas tiveram conhecimento das trilhas, infraestrutura e puderam receber explicações geológicas e arqueológicas do Parque no primeiro dia.
Já no segundo, conheceram as comunidades ao entorno. Nessa ocasião, estiveram na propriedade do seu José Tourino e da dona Anelinda que juntos recuperaram nascentes do Rio Peruaçu, por meio de práticas agroecológicas. Por si só, o casal percebeu que a produção da propriedade estava secando a nascente e decidiram mudar o método para a produção agroecológica. E a água começou a brotar novamente.
Faça uma doação para o Parque Peruaçu e ganhe camisetas e mochilas de recompensa.
O grupo também experimentou as delícias da cozinha sertaneja preparadas por um grupo de mulheres da comunidade Olhos D’Água. Elas se juntaram para oferecer aos turistas as comidas típicas da região como doces, feijão tropeiro, queijos e até uma cachacinha.
No ano passado, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu recebeu 6.865 visitantes e este ano, com as novas estruturas de visitação já havia recebido 6.218 até outubro.
O Acordo do Instituto Ekos com o ICMBio, com 15 anos de experiência na área ambiental, começou em 2017, através de uma chamada pública. Neste primeiro ano, o Instituto investiu R$ 200 mil e em 2018 serão R$ 250 mil, conta o presidente da instituição, Ernesto Moeri.
Os recursos são do próprio Ekos, de doações de empresas privadas ou da venda de materiais como calendário ou camisetas. Para isso, o Instituto Ekos criou o Fundo Peruaçu para captar recursos, com o objetivo de apoiar a consolidação e manutenção do parque. O Fundo conta com um comitê de acompanhamento da destinação dos recursos, que são utilizados nas ações de gestão do Parque, apoio à pesquisa científica, recuperação das nascentes e apoio socioambiental à comunidade local.
O XI Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018 foi concluído no último dia 31 de outubro, mas ainda colhemos ecos deste que é o maior evento de remediação sustentável da América Latina!
Cerca de 400 participantes estiveram presentes e durante dois dias puderam trocar experiências com outros profissionais da área, compartilhar conteúdo e receber atualização profissional por meio de palestras nacionais e internacionais de especialistas renomados. Mais de 21 papers sobre remediação sustentável, economia circular e outros temas pertinentes foram compartilhados com o público presente.
Na programação, temas como Transformação digital, comunicação de risco, direitos humanos e cases nacionais e internacionais chamaram a atenção dos profissionais pela atualização e importância no cenário atual.
Outro painel importante foi o debate sobre “Áreas Contaminadas Complexas: estratégias de gestão e mecanismos de financiamento” conduzido por Lina Pimentel e com participação de Christine Leas, Dietmar Müller e José Eduardo Lutti.
Questão de destaque levantada pelos painelistas foi, o sistema legal e institucional, público e privado, de enfrentamento de casos complexos nos EUA e na Europa e possíveis aplicações no Brasil.
O conteúdo de encerramento também esteve entre os destaques do XI Seminário Ekos Brasil / SustRem 2018.
Conduzido pelo jornalista da Folha de São Paulo, Marcelo Leite, contou com a presença de Roberto Waack, da Fundação Renova, Ernesto Moeri, do Instituto Ekos Brasil e Sander Eskes, da Jacobs.
Os participantes do painel conversaram sobre os pontos levantados durante os dois dias do evento, apresentando e discutindo soluções para casos complexos de remediação.
Presença da Rede Nicole Brasil
Presença fundamental nos dias do evento foi protagonizada pela Rede Nicole Brasil, que reúne profissionais da área ambiental e representantes das indústrias, prestadores de serviços, universidades, entidades e governos interessados em compartilhar conhecimento e produzir conteúdo científico sobre áreas contaminadas.
Para o XI Seminário Ekos Brasil / SustRem 2018, a Rede Nicole ministrou 7 workshops, liderados por profissionais nacionais e internacionais, que apresentaram conteúdos atualizados e coerentes com o estado da arte dos temas.
Além da presença física nos workshops, cerca de 35 pessoas também puderam consumir esse rico conteúdo virtualmente, por meio de presença digital.
Um evento para os jovens profissionais da área ambiental
Também sob liderança da Rede Nicole Brasil, o XI Seminário Ekos Brasil / SustRem 2018 foi palco do EKOS Career Kick-Starter, evento destinado a estudantes universitários ligados à área ambiental que estão interessados em dar o pontapé inicial em suas carreiras.
Cada um dos estudantes foi pareado com profissionais que se tornaram seus mentores de carreira, possibilitando uma troca de conhecimento e experiências sem precedentes para esses jovens.
O evento é pioneiro no país e foi um grande sucesso!
Confira as fotos desses dias especiais!
Conferência Ethos 20 anos dialoga sobre benefícios ambientais e para as empresas que estão atentas a essa necessidade
Um total de 195 países signatários do Acordo de Paris, se comprometeram durante a Conferência do Clima de Paris (COP-21), com a migração mundial para uma indústria de baixo carbono.
Nossa coordenadora de projetos de carbono e conservação, Ana Moeri, estará presente na Conferência Ethos, hoje, para participar do painel “OAmadurecimento da Precificação de Carbono no Brasil”, viabilizado pela Shell, que irá contar também com a presença de Guarany Osório, coordenador do Programa Política e Economia Ambiental do FGVces.
Juntos, irão dialogar sobre a agenda de precificação de carbono no Brasil, trazendo à tona iniciativas desenvolvidas por diferentes setores e sobre como estudos, simulações, diálogos e a promoção de estratégias ajudam empresas a se anteciparem a cenários regulatórios e impulsionar negócios resilientes às mudanças climáticas e à uma economia mais limpa.
Aproximadamente 40 regiões no mundo já precificaram o carbono e têm um mercado operante, como a costa oeste dos Estados Unidos até Quebec, Canadá, 14 lugares na China e também Austrália e Nova Zelândia.
Na prática, esses países estimulam o mercado, através de benefícios para quem consome produtos com baixo carbono ou via taxação para indústrias que não cumprem determinadas metas.
Como não há um marco regulatório, cada país tem implementado sistemas de forma a ajustar e/ou criar regras para alcançar a meta. As empresas atentas a essa agenda têm muito a se beneficiar.
Segundo, Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) e membro do International Council of Forest and Paper Associations (ICFPA), em entrevista à revista Época Negócios, “o mundo precisará cada vez mais de madeira e de crédito de carbono”, acredita e ainda completa: “Nós somos o país com o maior potencial para entregar tudo isso”. A madeira é uma das alternativas para a substituição de combustível de origem fóssil por energia limpa.
O que Carvalhaes defende é que parte da produção já pode ser realizada com combustíveis menos poluentes. “Quando a indústria faz essa migração – de trocar diesel por lignina, por exemplo -, o impacto no meio ambiente diminui. Esse ganho, esse saldo pode ser precificado e negociado. Pense no pequeno produtor rural. Se ele faz bom uso do solo, dos recursos hídricos, ele capturou carbono. Esse cara precisa ser compensado”, disse a executiva.
Um ponto de vista que poderá ser dialogado na Conferência Ethos em São Paulo, no dia 25 de setembro, às 15 horas.
Ekos Brasil apresenta Planos de Manejo de duas Unidades de Conservação em Caçapava

Na última quinta-feira, 13 de setembro, a equipe do Ekos Brasil esteve em Caçapava para apresentar ao Conselho Municipal de Meio Ambiente, formado por membros da prefeitura e da comunidade, os resultados finais dos Planos de Manejo da Área de Proteção Ambiental da Serra do Palmital e do Refúgio de Vida Silvestre da Mata da Represa.
“Todo o processo foi construído de forma participativa, por meio de reuniões e oficinas e contou com a participação da prefeitura, instituições locais e sociedade civil”, explicou Jéssica Fernandes, do Instituto Ekos.
Os Planos de Manejo irão auxiliar o município com a gestão correta das duas Unidades de Conservação, com a captação de recursos por meio de programas específicos.
Após dois anos, agora estão prontos para serem publicados e em breve estarão disponíveis para consulta pública.
O Ekos Brasil agradece ao município de Caçapava pela confiança e pelo importante trabalho realizado em conjunto.
Ele abriga oito das doze regiões hidrográficas e abastece seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras, ocupa 24% do território nacional e concentra 5% de toda a biodiversidade do mundo!
O Cerrado é considerado o “berço das águas”, pois abriga nascentes de importantes bacias hidrográficas da América do Sul: Platina, Amazônica e a bacia do São Francisco. Além de contribuir na regularidade do regime de chuvas para as regiões Sul e Sudeste do país.

Sem contar que ali vivem populações que incluem etnias indígenas, além de quilombolas, extrativistas, geraizeiros, vazanteiros, quebradeiras de coco, pescadores artesanais, fundo e fecho de pasto, veredeiros, caatingueiros e apanhadores de flores sempre-vivas. Povos com uma cultura ancestral e que contribuem com a conservação do Bioma.
Poderíamos continuar essa lista extensa de benefícios e características únicas do nosso Cerrado, afinal, hoje, 11 de setembro é o seu dia e como desejaríamos só falar e desejar coisas boas a ele!
Mas a verdade é que o Cerrado brasileiro não tem muito o que comemorar.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, mais de 14 mil quilômetros quadrados do Bioma foram desmatados entre 2016 e 2017. A devastação da cobertura vegetal do Cerrado já atinge 50%. Metade do nosso Cerrado já não existe mais e por sua relação com nossas bacias hidrográficas, isso compromete diretamente nossos recursos hídricos e todas as populações que dependem deles.
Toda essa riqueza incomparável vem sendo substituída por extensas áreas de monoculturas e pecuária. Já vemos reflexo desse impacto nas crises hídricas de vários centros urbanos do Sul e Sudeste, por exemplo.

Estratégias Políticas para o Cerrado
Organizações ambientais da sociedade civil entregaram aos políticos um documento que reúne 27 recomendações em defesa do Cerrado, seus povos e comunidades tradicionais, intitulado “Estratégias Políticas para o Cerrado”
“Neste importante cenário político para o país, em que estamos em meio a um processo eleitoral dos mais emblemáticos dos últimos anos, as organizações da sociedade civil que se preocupam com a conservação do Cerrado e com a garantia dos direitos dos povos e das comunidades tradicionais se unem na construção de um documento estratégico e com propostas efetivas às candidaturas presidenciais”, ressaltou Kátia Favilla, secretária executiva da Rede Cerrado que fez a entrega simbólica do documento aos candidatos à Presidência da República e parlamentares.
Dentre as recomendações do documento estão:
Parabéns aos envolvidos nessa ação!
Por aqui, também buscamos fazer a nossa parte pelo Cerrado.
O Instituto Ekos Brasil e Fundo Peruaçu
Em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Ekos Brasil trabalha na gestão e manutenção do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, situado no Cerrado.
O Parque Peruaçu possui uma beleza exuberante com cavernas colossais, paredões arruinados, dolinas colapsadas, pontes naturais, nascentes e a unicidade de centenas de pinturas rupestres com mais de 12 mil anos, que juntamente com uma rica flora e fauna transformam a região em um paraíso natural.

Para manter toda essa beleza e raridade intactas, criamos o Fundo Peruaçu, um fundo para captação de aportes recursos financeiros oriundos de doações de entidades privadas e públicas com o objetivo de assegurar uma gestão contínua, transparente e de qualidade do Parque.
Os recursos contribuem com a promoção e divulgação do Patrimônio histórico, cultural e ambiental do Parque; com o fortalecimento da relação do Parque com comunidade local e fortalecimento do desenvolvimento sustentável na região; apoiam as atividades de monitoramento e proteção ao Parque; e também na recuperação da bacia do Rio Peruaçu.
Contribua você também com o Fundo Peruaçu.
Faça doações ou apoie projetos! Saiba como.
Fonte: ICMBio
O Parque Nacional Cavernas do Peruaçu promoveu no último dia 18 uma caminhada inaugural da trilha do Arco do André.
A trilha foi estruturada de forma conjunta por brigadistas, voluntários e condutores ambientais. A trilha, segundo o chefe da unidade Rafael Pereira Pinto, foi pensada e implantada no âmbito do acordo de cooperação com o Instituto Ekos Brasil. “Ela gerará mais emprego e renda para as comunidades do entorno do Parque. Acreditamos que essa trilha tem potencial para estar entre as mais incríveis do Brasil”, ressalta Rafael.
A trilha do Arco do André conta com mirantes naturais únicos, cavernas monumentais. São aproximadamente 8 km de extensão e cerca de 7h de duração: o Arco do André é uma trilha com propósito mais aventureiro, onde os visitantes poderão ter contato mais próximo e direto com o rio Peruaçu, com o carste e com as matas primárias no interior da Unidade.
As subidas e descidas íngremes e em terrenos acidentados exigem algum esforço e um maior nível de condicionamento físico por parte do visitante – diferentemente dos outros atrativos do Parque.

Além disso, a trilha tem como maior característica a baixa intervenção e rusticidade, o que tem potencial para atrair um público diferenciado ao Parque – além de possibilitar a estadia de pelo menos um dia a mais do turista na região.
Criado em 1999, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu tem o objetivo de proteger o patrimônio geológico e arqueológico, amostras representativas de cerrado, floresta estacional e demais formas de vegetação natural existentes, ecótonos e encraves entre estas formações, a fauna, as paisagens, os recursos hídricos, e os demais atributos bióticos e abióticos da região norte do estado de Minas Gerais. A unidade abrange 56.449ha de um rico ecossistema, englobando características dos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Na área da UC podem ser encontradas espécies arbóreas, como a barriguda, ipê, gameleira, pequizeiro e aroeira, além de espécies rasteiras, como cactos, bromélias e demais suculentas.
A UC se destaca ainda pelas riquezas espeleológicas e arqueológicas, com mais de 180 cavernas catalogadas e inúmeros sítios arqueológicos com pinturas rupestres datadas de até 9 mil anos atrás. As cavernas do Parque se destacam pela imensidão das suas formações e cavidades que atingem até 100m de altura. Todas essas características tornam o PNCP um dos principais atrativos da região norte de Minas Gerais. Recentemente, o Parque Nacional foi estruturado para visitação pública, com recursos provenientes de Termo de Ajustamento de Conduta firmado junto à FIAT, Ministério Público Federal e ICMBio. Desde sua implementação e abertura à visitação, o número de visitantes do Parque tem aumentado ano a ano, passando de cerca de 600 visitantes em 2014 para quase 7 mil em 2
Entre os meses de junho e julho, parte do time do Instituto Ekos Brasil percorreu as 5 regiões do Brasil e passou por 10 estados diferentes para conhecer de perto 21 projetos finalistas na 4ª etapa do Programa Ecomudança 2018.
O programa é uma iniciativa do Itaú em parceria com o Instituto Ekos Brasil, com o objetivo de transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao Programa.
“As visitas nos permitem mergulhar na realidade da organização e da comunidade e entender melhor a dinâmica e os potenciais impactos do projeto. É muito interessante conhecer realidades diferentes e ver como essas oportunidades mudam a vida dessas pessoas, reforçando a importância do apoio à essas iniciativas”, comentou Jéssica Fernandes, analista ambiental do Instituto Ekos Brasil que participou das visitas.
Neste processo, o Ekos Brasil tem a responsabilidade de realizar uma avaliação independente dos projetos, garantindo ao investidor, o Itaú, a consistência e a credibilidade de cada um deles, ao mesmo tempo em que diminui a demanda interna da equipe de sustentabilidade do banco.

Projeto de reciclagem de restos de comida com criação de horta e educação ambiental em comunidade de baixa renda
Dentre os projetos visitados pela equipe chamou a atenção aqueles que envolvem a implantação de Sistemas Agroflorestais, já que são capazes de gerar diversos benefícios socioambientais e aumentam o estoque de carbono em áreas muitas vezes subaproveitadas ou com solos degradados.
“Nesses projetos, temos um belo exemplo de como a conservação ambiental, o combate às mudanças climáticas e o desenvolvimento socioeconômico se reforçam”, disse Thiago Othero, consultor técnico no Ekos Brasil.
E realmente não são somente as conquistas ambientais que fazem a diferença.
A equipe esteve diante de comunidades inteiras organizadas, comprometidas em beneficiar seus membros em condições vulneráveis. Em alguns projetos, por exemplo, cooperativas e associações dão um destino útil ao que muitos consideram lixo, gerando renda para a comunidade e reduzindo ou eliminando problemas que decorrem do descarte inadequado de resíduos.
“Notei também que existe um potencial muito grande de multiplicar essas iniciativas e que o investimento social das empresas pode ser o catalisador para essa mudança”, finalizou Othero.

Projeto de energia solar em cooperativa de produtos agroecológicos
Saiba mais sobre as etapas do Ecomudança
Neste ano, recebemos mais de 1.100 projetos de todos os estados do Brasil. Cerca de 750 projetos foram classificados para a 2ª etapa e passaram por um rigoroso processo de avaliação.
Na 2ª etapa, analisamos diversos indicadores, dentre eles:
A partir desta análise, foi gerado um ranking e, os melhores projetos foram para a 3a etapa, que consiste numa entrevista com os responsáveis técnicos de cada projeto.
Para a 4ª etapa, um novo ranking é gerado . Nesta fase, 21 projetos foram considerados finalistas, e portanto, receberam um integrante da equipe do Instituto Ekos Brasil para a apresentação da iniciativa.
Após esta fase, o Conselho do Programa se reúne e, com base em parâmetros de avaliação de impacto, seleciona os projetos vencedores da edição.
