×
Logo ekos
  • Home
  • Quem somos
  • Soluções
  • E-Book
  • Publicações
  • Contato
×
#FaleConosco

CONTATO

Deixe sua mensagem para saber mais sobre nossos serviços, dúvidas, sugestões, solicitações de entrevistas, dentre outras.


    Utilizaremos seus dados pessoais somente para viabilizar o seu contato conosco, não sendo utilizados ou compartilhados para nenhuma outra finalidade.

    Ao clicar “enviar”, estou ciente das finalidades para utilização de meus dados pessoais por parte do Instituto Ekos.

    Para conhecer mais sobre o compromisso do Instituto Viver com a proteção de seus dados, leia nossa Política de Privacidade.

    INSTITUTO ECKOS LOGO

    Blog

    Confira nossos artigos, notícias e publicações autorais

    #Conteúdo

    FIQUE POR DENTRO

    Conteúdo conscientiza, educa, facilita, gera diálogo e estreita relações. Confira nossos artigos, notícias, publicações autorais e compartilhe com a sua rede.

    Oficina de Avaliação Renova

    Ekos Brasil participa de Oficina de Avaliação de impactos do rompimento da Barragem de Fundão

    Ekos Brasil participa de Oficina de Avaliação de impactos do rompimento da Barragem de Fundão

    O Instituto Ekos Brasil foi uma das instituições selecionadas para avaliar os impactos do rompimento da Barragem de Fundão, ocorrido em 2015, em Unidades de Conservação do Médio Baixo Rio Doce.

    Depois de um longo trabalho de avaliação, no qual um grupo de especialistas percorreu 6 Unidades de Conservação de Governador Valadares (MG) a Linhares (ES), o Instituto Ekos Brasil participou de uma Oficina de Avaliação nos dias 7 e 8 de maio, em Belo Horizonte.

    Na Oficina, foi apresentado o documento da mencionada avaliação com propostas de reparação, mitigação e eventuais compensações.

    A Oficina contou com 54 participantes, dentre eles os principais atores do Projeto, incluindo as Gestões das Unidades de Conservação, representantes dos órgãos ambientais estaduais, representantes do CTBio, representantes do Ministério Público e Fundação Renova; e a equipe de especialistas do Instituto Ekos.

    Os debates foram muito produtivos e agora o trabalho se encaminha para a produção do Relatório Final.

    Oficina de Avaliação Renova

    Oficina de Avaliação Renova

    Sem Diversidade não existe Evolução!

    Sem Diversidade não existe Evolução!

    Uma reflexão no Dia da Biodiversidade, por Ciça Wey de Brito 

    Charles Darwin é um dos cientistas mais conhecidos e reconhecidos na história da humanidade. Sua Teoria da Evolução Biológica por meio da seleção natural mudou a compreensão do lugar do homem na Terra e mostrou que compartilhamos um passado comum com os outros seres vivos.

    Mas o próprio Darwin não tinha sua teoria completa quando a lançou em 1859. Faltava a ele a compreensão de um elemento básico da evolução – a diversidade de espécies e a diversidade genética. Em síntese a Biodiversidade.

    Darwin não sabia por que havia e como acontecia a diversidade das espécies. A diversidade é a base na qual a evolução atua. Essa explicação veio a ter suas primeiras versões na metade do século XX com o desenvolvimento da genética.

    A diversidade tem como mola propulsora as mutações, originadas por diferentes fatores, as recombinações que decorrem da reprodução sexuada dos indivíduos e a própria seleção natural que, ao “pressiona” a adaptação de uma determinada espécie, pode gerar outras novas espécies.

    Nós ainda não conhecemos toda a diversidade de vida de nosso planeta. E muito menos todas as interações entre as espécies que compõem esta diversidade. Estamos longe disso. Estimamos hoje que existam 8,7 milhões de espécies no planeta. Destas aproximadamente 6,5 milhões são espécies terrestres e 2,5 milhões, marinhas. Porém, a maioria delas não é conhecida e pior, um enorme número está correndo risco de desaparecer de forma bastante acelerada.

    Muitas espécies já sumiram da face da Terra sem que com elas tenhamos convivido, como foi o caso dos dinossauros, extintos ha aproximadamente 65,5 milhões de anos.

    Antropoceno

    O problema é que no momento, a velocidade e o número de espécies que podem desaparecer do Planeta, é assustador! Estima-se que esse desaparecimento se dê em razão das mudanças que nós humanos estamos provocando na dinâmica do planeta. A intensidade destas mudanças é de tal ordem que muitos cientistas já consideram que vivermos o que tem sido chamado de Antropoceno.

    Os primeiros a proporem este conceito foram os pesquisadores Paul Crutzen e Eugene F. Stoermer, que disseram acreditar que vivemos numa nova era geológica. Para os pesquisadores, as atividades humanas vêm afetando a Terra de tal forma que criamos um novo período de tempo geológico.

    No início deste mês foram lançados os dados do Relatório da Plataforma Internacional Intergovernmental Político-Cientifica, sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, sigla em inglês) que alertou para a provável extinção de 1 milhão de espécies nos próximos anos, se mantivermos a forma de mal tratar nosso planeta.

    O relatório afirma também que não é possível separar os riscos à biodiversidade dos riscos às metas de desenvolvimento. Diz o Relatório “a atual tendência negativa sobre a biodiversidade e ecossistemas minará os avanços em 80% das metas estipuladas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, fixados para serem completados até 2030, especialmente em matéria de fim da pobreza, fome, saúde, água, cidades sustentáveis, clima, vida submarina e ecossistemas terrestres”.

    O Brasil, um dos países considerados megabiodiversos (aqueles que têm a maior riqueza de espécies), tem uma enorme responsabilidade em ajudar a diminuir o ritmo e alcance das mudanças que vêm ameaçando a biodiversidade.

    Por isso é imperativo que sejam revertidas decisões políticas recentes que já mostram reveses à nossa história de protagonismo nas agendas ambientais mundiais. Precisamos de mais “Fundos Amazônia”, de mais Unidades de Conservação, de mais Terras Indígenas, do fortalecimento dos órgãos ambientais! E não o contrário.

    Como diz o título deste artigo, sem diversidade não há evolução. Sem biodiversidade e sem serviços ecossistêmicos também não veremos desenvolvimento sustentável e justiça social. A agenda da biodiversidade deve ser valorizada e não subjugada, ou nossa evolução como espécie e sociedade não chegará muito longe.

    O Instituto Ekos Brasil tem na conservação da biodiversidade um dos seus eixos de atuação. Por isso, temos um Acordo de Cooperação com o ICMBio para apoiar a implantação do Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu, no norte de Minas Gerais. Para implantar os projetos desse Acordo, criamos o Fundo Peruaçu. 

    Saiba como contribuir com o Fundo Peruaçu em: http://fundoperuacu.ekosbrasil.org/ 

     

    Maria Cecilia Wey de Brito

    MsC Ciências Ambientais

    Engenheira Agrônoma

    Instituto Ekos Brasil

     

    Saiba como contribuir com o Fundo Peruaçu em: http://fundoperuacu.ekosbrasil.org/ 

     

    Maria Cecilia Wey de Brito

    MsC Ciências Ambientais

    Engenheira Agrônoma

    Instituto Ekos Brasil

     

    Ekos Brasil participa do 14º Encontro Brasileiro de Observação de Aves

    Ekos Brasil participa do 14º Encontro Brasileiro de Observação de Aves

    Programação do XIV Encontro Brasileiro de Observação de Aves busca aproximar o público da natureza e inclui palestras, exposições, oficinas e programação especial para as crianças

    AvistarBrasil em parceria com o Observatório de Aves e Museu Biológico do Instituto Butantan, realiza entre os dias 17 a 19 de maio o 14º Encontro Brasileiro de Observação de Aves –. A programação, gratuita, inclui feira, exposições, palestras, oficinas para crianças e adultos e lançamentos de livros, entre outras atividades.

    Distribuído em auditórios e espaços ao ar livre no CEPEUSP, o Congresso Avistar contará com mais de 100 palestras, além de ciclos temáticos. O evento conta também com as exposições fotográficas e de ilustrações. Haverá lançamentos de diversos livros e sessões de autógrafos. Além disso, food trucks estarão espalhados por todo o evento.

    O destaque fica por conta da presença de experts no turismo de observação em ambientes naturais e também nas grandes metrópoles.

    O Ekos estará presente na mesa redonda “Parcerias em Unidades de Conservação – casos de sucesso. Nesta mesa estarão M. Cecilia Wey de Brito do Ekos, Fernando Pieroni do Semeia, Fabio Faraco do ICMBio.

    Além disso serão oferecidas atividades para quem nunca observou aves. Os iniciantes poderão acompanhar o #vempassarinhar, o já tradicional passeio e atividade prática de observação, no sábado dia 18 às 7h, nas trilhas da cidade universitária e Observação Para Iniciantes mini-curso de observação de aves.

    Para as crianças, haverá o espaço Avistar Kids, diariamente das 10h às 17h, com oficinas de desenho, ilustração, pinturas e educação ambiental, com destaque para a Mesa Ciência Aberta com inúmeras atividades interativas de ciência e natureza. Das serpentes aos sapos, das borboletas aos passarinhos, passando pelas abelhas aranhas e mosquitos… uma celebração a natureza e da vida ao ar livre.

    A programação completa está disponível no site www.avistarbrasil.com.br. O Avistar Brasil 2019 acontece entre os dias 17 a 19 de maio, na CEPEUSP – portão 21 da USP – cidade universitária – zona oeste da capital. Feiras, oficinas, exposições e passarinhadas são atividades abertas ao público, e não precisam de inscrição. Para participar das palestras do congresso Avistar Brasil as inscrições devem ser feitas no site do evento.

    Biodiversidade em extinção, reunião de ex-ministros e desenvolvimento. O que tudo isso tem a ver? 

    Biodiversidade em extinção, reunião de ex-ministros e desenvolvimento. O que tudo isso tem a ver? 

    Por Ciça Wey de Brito 

    Esta semana certamente foi conturbada para quem respira mais de perto as questões sobre o meio ambiente, se é que não deveria ter sido para todos nós.

    Vimos a mídia anunciar um dos mais completos relatórios realizados sobre a biodiversidade no planeta. E os resultados não são nada animadores. Mais de um milhão das oito milhões de espécies animais e vegetais existentes na Terra estão ameaçadas de extinção e podem desaparecer em poucas décadas, anunciou o relatório da Plataforma Intergovernamental Sobre Biodiversidade e os Serviços Ecossistêmicos (IPBES).

    O relatório é fruto de um estudo de três anos realizado por 145 especialistas de 50 países com a colaboração de outros 310 cientistas.

    E como o Ekos tem uma atuação prioritária em biodiversidade, isso nos preocupou demais. Será que a sociedade tem consciência do que esses dados significam?

    Afinal, já há algum tempo a discussão ambiental tem sido focada quase sempre na discussão de saídas para grave crise climática pela qual passamos. E como ficam a fauna e a flora, em resumo – a biodiversidade em tudo isso?

    Pouco se fala sobre a íntima relação entre a biodiversidade e a nossa vida cotidiana, nosso desenvolvimento enquanto sociedade. Enquanto muitos sabem dos efeitos da ação humana com relação ao clima, temos a impressão de que pouquíssimas pessoas conhecem e compreendem o que é a biodiversidade, sua relação com os serviços ecossistêmicos (ou dos ecossistemas) e nossas decisões no dia a dia.

    Estes serviços são ofertados pelos sistemas naturais de forma silenciosa, constante e “de graça”. Entre eles estão a polinização por insetos e mamíferos de plantas cultivadas; o movimento dos mares que influenciam as chuvas e os ventos; as florestas que ajudam a regular o clima, a manter a umidade; os microorganismos que contribuem para produzir os solos e muito mais.

    Sem os serviços ecossistêmicos não haveria como nossas sociedades se manterem, se desenvolverem. Especialmente no Brasil, país que investe pesado na produção agropecuária, e aonde a maior parte da produção de energia vem das hidrelétricas, valorizar estes serviços é mesmo uma questão de sobrevivência.

    No entanto, o que ainda vemos em parte da sociedade brasileira é a desconsideração por estes serviços e a criação do falso, perigoso e ultrapassado discurso de haver antagonismo entre desenvolvimento e a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos, enfim, o desenvolvimento versus o meio ambiente.

    Nesta semana oito ex-ministros do meio ambiente do Brasil precisaram se reunir para alertar a população e os governantes sobre esse perigo.

    Na reunião realizada no último dia 8 de maio, os ex-ministros foram enfáticos em avisar que o Brasil depende da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos para ser a potência agrícola que é, por exemplo.

    Proteger nossa biodiversidade é sinônimo de proteção do nosso crescimento econômico sustentável e desenvolvimento social justo.

    A população precisa saber que o Brasil tem grande potencial para ganhar dinheiro e se desenvolver socioeconomicamente conservando a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos. Somos uma potência ambiental e não temos tirado o devido proveito disso.

    Já imaginou sermos protagonistas de uma economia baseada nas informações genéticas presentes na nossa biodiversidade que mal conhecemos? Hoje se fala da nova revolução industrial, da indústria 4.0 onde a inteligência artificial, internet das coisas, impressão em 3D, e a biotecnologia são as grandes apostas.

    São muitos os caminhos para o sucesso, mas se todos forem pavimentados pela conservação da biodiversidade e serviços ecossistêmicos. Porém, nenhum deles estará à nossa disposição se apoiados na extinção de espécies, do meio ambiente.

     

    Programa Compromisso com o Clima já tem edital aberto para selecionar projetos de sustentabilidade

    Programa Compromisso com o Clima abre edital para selecionar projetos de sustentabilidade

    Programa Compromisso com o Clima já tem edital aberto para selecionar projetos de sustentabilidade

     

    Ao apoiar projetos socioambientais que geram créditos de carbono, empresas participantes do Programa desejam escalonar suas metas de compensação

    Desde 22 de abril, o Programa Compromisso com o Clima está com edital aberto para captação de projetos que reduzem e/ou removem a emissão de gases de efeito estufa. As inscrições são gratuitas e poderão ser submetidas até o dia 20 de maio.

    O Programa Compromisso com o Clima tem como propósito unir forças no setor privado, a fim de escalonar as iniciativas de compensação de grandes empresas. As atuais apoiadoras são Itaú, Natura, B3 e Lojas Renner – e o objetivo é expandir a adesão para outras empresas.

    “Ao longo de mais de uma década como empresa Carbono Neutro, sabemos que é possível amplificar a efetividade das nossas ações se estivermos ao lado de parceiros com o mesmo objetivo”, disse Keyvan Macedo, gerente de Sustentabilidade da Natura.

    Para realizar a compensação, as empresas selecionam projetos que geram créditos de carbono por suas atividades sustentáveis e inovadoras. São projetos variados, que podem atuar com agricultura sustentável, fontes renováveis de energia, substituição de combustíveis fósseis, manejo de resíduos, entre outros.

    Os projetos serão cadastrados na Plataforma Ekos Social e, tanto a seleção quanto a avaliação, são feitas pelo Instituto Ekos Brasil, parceiro desde a primeira edição do Programa.

    “Trazer outras empresas para protagonizar os esforços rumo a uma economia mais verde, inclusiva e sustentável nos motiva ainda mais. Acreditamos que esta é uma preocupação de toda a sociedade e convidamos outras empresas e setores a conhecerem a iniciativa e seguir conosco”, reflete Luciana Nicola, superintendente de sustentabilidade e negócios inclusivos do Itaú Unibanco.

    Quem pode se inscrever

    Se interessou? O edital prevê alguns requisitos para inscrição dos projetos.

    Primeiramente, devem estar localizados no Brasil e serem submetidos por pessoas jurídicas, além de se enquadrarem nos padrões de certificação do mercado de carbono.

    Depois, basta que o projeto desenvolva ações em alguma dessas áreas:

    Energia: projetos que promovem fontes renováveis de energia e eficiência energética.

    Manejo de resíduos: projetos que promovem a destinação adequada e/ou o uso alternativo de resíduos.

    Agricultura, floresta e uso do solo: projetos de conservação florestal, reflorestamento e agricultura sustentável.

    Outros tipos: projetos de fogões eficientes, troca de combustível e de purificadores de água.

    Atuando na agenda do clima desde 2010, as Lojas Renner S.A, a mais recente a integrar o time de apoiadoras, destaca a importância de Programas como o Compromisso com o Clima: “conhecendo os desafios da transição para uma economia de baixo carbono, acreditamos que programas como esse facilitam e potencializam as ações de combate às mudanças climáticas”, disse Eduardo Ferlauto, Gerente de Ecoeficiência da empresa.

    Como se inscrever

    Se o seu projeto atende a esses quesitos – e é bom conferir às demais exigências no edital – é bem fácil se inscrever no Compromisso com o Clima.

    A partir do dia 22 de abril, basta acessar a Plataforma Ekos Social, preencher o cadastro inicial do projeto e a ficha de inscrição e enviar o projeto para avaliação.

    Os resultados serão divulgados diretamente na plataforma.

    De acordo com Sonia Favaretto, diretora de Imprensa, Sustentabilidade, Comunicação e Investimento Social da B3, “a iniciativa tem um grande potencial para alavancar a necessária transição rumo a uma economia de baixo carbono”.

    E essa transição já pode contar com alguns números positivos.

    Números do último ano

    No ciclo 2017-2018, os projetos que participaram do Programa Compromisso com o Clima atingiram números significativos. Foram mais de 573 mil tCO2e (toneladas de Dióxido de Carbono equivalente) de redução de emissões verificadas.

    Além disso, os projetos selecionados aproveitaram cerca de 31 milhões de quilos de resíduos, mais de 1 milhão e 300 mil litros de água limpa deixaram de ser utilizados, e 3.355 hectares de floresta foram preservados. Mais de 130 pessoas foram capacitadas, 271 famílias estiveram envolvidas nos projetos e geraram cerca de de R$ 460 mil em renda de forma direta para a comunidade.

     

    Serviço:

    Edital 2019 do Programa Compromisso com o Clima

    Inscrições de projetos no Compromisso com o Clima: 22 de abril a 20 de maio de 2019 pela Plataforma Ekos Social: http://compromisso.ekos.social

    Quem pode se inscrever: pessoas jurídicas que desenvolvam projetos que reduzem e/ou removam a emissão de gases de efeito estufa.

    Contato: ekos.social@ekosbrasil.org

     

     

    Ekos Brasil participa de programa de rádio sobre áreas verdes de São Paulo

    Ekos Brasil participa de programa de rádio sobre áreas verdes de São Paulo

     

    Na última semana, nossa diretora de relações institucionais, Ciça Wey de Brito, participou do programa Metrópole em Foco, veiculado na rádio Trianon.

    Na pauta, as áreas verdes da cidade de São Paulo, com foco nas concessões dos parques públicos, tema bastante em voga na maior capital do Brasil nesse último período.

    Participaram também do programa o primeiro promotor de justiça do meio ambiente de São Paulo, Carlos Henrique Prestes Camargo, a arquiteta e urbanista Luciana Muramaki e o líder do movimento Chácara do Jockey, Renato Mancini.

    Na entrevista, Ciça destacou que não há uma posição ideológica contra as concessões dos parques e que existem modelos bem feitos a serem replicados.

    O que o promotor Camargo destacou foi que qualquer concessão de parques deve ser feita apenas mediante um Plano Diretor e isso não estava sendo feito em São Paulo. Não havia clareza no processo. O uso dos parques para motivos econômicos estava superando a razão de ser dos mesmos. “Palavras relacionadas à economia, motivos econômicos, apareciam cerca de 40 vezes. Já palavras como meio ambiente, fauna e flora, cerca de 9 vezes”, pontuou o promotor.

    Ciça acrescentou que governo e sociedade precisam entender que as áreas verdes têm valores econômicos, mas não só. Elas são responsáveis pela saúde da cidade, com controle de poluição, barreiras contra ventos fortes, produção de água, etc. E destacou o quanto a cidade gasta com problemas de saúde, desastres, que poderiam ser evitados com a manutenção de mais áreas verdes.

    “São Paulo desde que se urbanizou, desde que conseguiu construir uma série de áreas planejadas, teve esse processo voltado a mobilidade de carros. Hoje, o que as pessoas enxergam como áreas verdes são aqueles pedaços de grama entre as avenidas”, destacou Ciça.

    Enquanto opções de lazer ficam cada vez mais caras na cidade, como cinemas, shoppings, acesso a teatros, etc, não há a devida preocupação com os parques e com o acesso a eles.

    Nesse sentido, os participantes foram unânimes em destacar o papel da própria população que precisa se mobilizar mais, resgatar a própria cidadania para ser um agente ativo, junto aos governos, na conservação das áreas verdes. E para que isso aconteça, é preciso que os meios de comunicação, especialmente, dêem voz às ações que existem hoje, seja uma horta, uma feira, a recuperação de uma praça para que os exemplos se multipliquem.

    Já para o final da entrevista, os convidados discutiram também a realização de shows e eventos públicos dentro de parques, que estavam previstos nos contratos de concessão sem nenhuma regulamentação.

    Um problema grave, já que os ruídos e a interferência humana acabam afastando animais, fazendo com que pássaros deixem os ninhos, gambás sejam atropelados em avenidas ao fugir, etc.

    Por isso, lembraram que cada área verde na cidade importa e qualquer interferência nela, provoca sérias desordens à biodiversidade.

    Por fim, Ciça lembrou uma frase que seu pai dizia a ela: “Quanto tempo leva para varrer a cidade de São Paulo?”

    Enquanto muitos se perdem em números gigantescos, o pai de Ciça lembrava que bastava apenas 10 minutos. “Se cada um varrer a própria calçada, resolve”.

     

    Ekos Brasil apresenta ações do Fundo Peruaçu em fórum participativo

    Ekos Brasil apresenta ações do Fundo Peruaçu em fórum participativo

    No início do mês, o Instituto Ekos Brasil, representado por Camila Dinat, participou da reunião do Conselho Consultivo do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, que acontece a cada 3 ou 4 meses.

    O Conselho reúne os diversos atores sociais envolvidos com o Parque como representantes das prefeituras, comunidades locais, órgãos ambientais e representantes de setores envolvidos no parque.

    O principal objetivo da reunião é promover um fórum participativo para integrar a comunidade do entorno na gestão do Parque Cavernas do Peruaçu.

    O Ekos Brasil contribuiu apresentando as ações Fundo Peruaçu no âmbito do acordo de cooperação do ano de 2018:

    • Implantação da recepção dos Visitantes no Centro de Visitantes;
    • Apoio na Implantação da Trilha do Arco do André;
    • Planejamento do Viveiro de mudas Nativas do Parque;
    • Divulgação do parque na grande mídia nacional.

    Na reunião, os presentes também tiveram acesso ao balanço da visitação do Parque em 2018.

    No ano passado, o parque recebeu 8.188 visitantes, sendo 80% originários de Minas Gerais, e os demais 20% distribuídos entre São Paulo, Brasília e outros estados.

    A maior parte dos visitantes tem ensino superior e acima de 25 anos.

    Além disso, no tripadvisor, o parque recebe avaliação de 4,7 e 5,0 (na escala de 0 a 5).

    “Vemos que o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu ainda tem muito potencial para ampliação do turismo. A divulgação do parque, bem como a estruturação dos receptivos e formação dos condutores ambientais são importantes pilares para o fortalecimento dessa atividade econômica na região”, comentou Camila, do Ekos Brasil.

    Ana Moeri apresenta o NGO Solution no Americana.org. Conheça o projeto! 

    Ana Moeri apresenta o NGO Solution no Americana.org. Conheça o projeto! 

    No último dia 28 de março, o Instituto Ekos Brasil, representado pela coordenadora Ana Cristina Moeri, esteve no maior evento multi-setorial de meio ambiente da América do Norte, o Americana.org, que reuniu mais de 10 mil participantes em Montreal, no Canadá.

    O Ekos Brasil esteve presente para apresentar os resultados e a experiência obtida no Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018, o maior evento de remediação sustentável da América Latina, que se realizou em outubro passado, em São Paulo. De forma inovadora, o Seminário tratou dos aspecto sociais da remediação de áreas contaminadas.

    Ana Moeri compartilhou com o público presente um documento com os principais resultados e considerações obtidos junto aos participantes do Seminário, cerca de 400 especialistas nacionais e internacionais.

    O que é o NGO Solution

    O destaque dessa apresentação ficou por conta do projeto “NGO Solution”.

    A proposta, que teve origem no Seminário, é que uma organização não-governamental de credibilidade, independente e com profundo conhecimento técnico tenha a responsabilidade de dialogar com stakeholders, autoridades responsáveis e gerenciar um caso de remediação, incluindo o desenvolvimento de um plano de ação.

     

     

    Ana Moeri apresenta resultados do Seminário Ekos Brasil/Sustrem 2018 no Americana Forum, em Montreal 

    Ana Moeri apresenta resultados do Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018 no Americana Forum, em Montreal 

    A coordenadora do Instituto Ekos, Ana Moeri, está em Montreal no Canadá, esta semana, e apresentará os resultados do Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018 no importante Fórum Americana, que realizará sua 13ª edição de 26 a 28 de março de 2019.

    O Americana é o mais importante fórum ambiental e também feira internacional de tecnologias para o meio ambiente da América do Norte. Na edição deste ano, estão previstas mais de 200 apresentações e atividades envolvendo os tópicos mais pertinentes e atuais com relação ao setor ambiental.

    Moeri será a porta-voz do Instituto Ekos Brasil ao apresentar os propósitos, próximos passos e feedbacks provenientes da realização do Seminário Ekos Brasil/Sustrem 2018, o maior da América Latina em Remediação Sustentável, que aconteceu no final de outubro, em São Paulo.

    Mais de 10.000 pessoas são esperadas para o evento em Montreal e o Instituto Ekos Brasil se sente honrado em se unir aos mais diversos especialistas do setor para perseguirmos juntos o objetivo de transformar o futuro.

    Investidores privados e água: uma oportunidade de impacto social e nos investimentos #diamundialdaágua

    Investidores privados e água: uma oportunidade de impacto social e nos investimentos #diamundialdaágua

    Por Ciça Wey de Brito

    No dia 19 de março de 2019, a ONU lançou o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos.

    O relatório aponta que mais de 2 bilhões de pessoas não dispõem dos serviços de acesso a água e saneamento – direitos básicos reconhecidos internacionalmente, desde 2010.

    No Brasil também existe um grande déficit no acesso a água e saneamento. Dados do Instituto Trata Brasil apontam que em 2017, 34 milhões de brasileiros não tinham acesso à água.

    Além disso, no Brasil existe uma grande diferença na disponibilidade deste recurso – “a região Norte abriga 6% da população e 70% da água doce; já o Sudeste abriga 40% da população e 6% da água doce, e o Nordeste possui pouco mais de 3% da água doce e 29% da população”.

    “Um dos problemas do Brasil é que as pessoas ainda acham que a água é um recurso infinito”, diz Ana Moeri, diretora do Instituto Ekos.

    “No nosso trabalho no norte de Minas Gerais, no Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu que fica na bacia do rio Peruaçu, afluente do São Francisco, vemos claramente a degradação do rio Peruaçu e de seus afluentes em função do mau manejo do uso do solo”, continua a geógrafa.

    Nesta semana, o Ekos foi participou do workshop do GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas) pelo impacto do investimento social que faz parte da série – “O que o Investimento Social Privado pode fazer pela Água”.

    Esta iniciativa do GIFE, além do tema água, reúne experts em vários temas contemporâneos e pretende fomentar a discussão sobre a atuação do Investimento Social Privado junto aos temas: Cidades Sustentáveis, Equidade Racial, Mudanças Climáticas, Gestão Pública, Migração e Refugiados, Direito das Mulheres e Segurança Pública.

    A iniciativa do GIFE tem como público-alvo os investidores sociais de empresas, fundações e institutos empresariais e familiares independentes e comunitários, para quem cada workshop produzirá conteúdo sobre os temas trabalhados, guias temáticos e pílulas audiovisuais formulados para apoiar a maior incidência do Investimento Social Privado nestes temas.

    Pessoalmente, acredito que apesar do Investimento Social Privado alcançar o valor de 2,9 Bilhões de reais por ano, as oportunidades de investimentos na área ambiental ainda são pouco conhecidas por estes entes privados. O tema água é um que poderá ajudar a construção de novas parcerias entre a sociedade civil e os investidores privados.

    O Ekos criou um fundo privado – o Fundo Peruaçu, que reúne recursos privados para temas como oferta de água e saneamento rural descentralizado, incentivo à reciclagem, plantio de árvores nativas em paisagens degradadas, entre outros.

    Esperamos que os Investidores Sociais Privados possam ver nos temas de meio ambiente um locus de grande importância e impacto para os seus investimentos.

     


    Central de Privacidade
    • INSTITUTO EKOS BRASIL
    • Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550 – 10º. Andar - Conjuntos 1002/1003
    • CEP: 04711-130
    • São Paulo – SP

    Para qualquer dúvida ou solicitação relacionada à proteção de dados pessoais, entre em contato com nosso Encarregado de Proteção de Dados (DPO) pelo e-mail: dpo@ekosbrasil.org

    • instituto@ekosbrasil.org
    • Tel +55 11 95663-8319
    • Tel +55 11 5505-6371
    • ASSESSORIA DE IMPRENSA
    • renata.vedovato@avivcomunicacao.com.br