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Programa Ecomudança: visita aos projetos finalistas

Programa Ecomudança: equipe Ekos visita projetos finalistas

O Programa Ecomudança 2019 está em sua fase final!

Entre os meses de julho e agosto, a equipe do Instituto Ekos Brasil está visitando os projetos finalistas do edital 2019.

Isso significa percorrer diversos estados do Brasil para ver de perto os projetos de energia renovável, manejo de resíduos, floresta e agricultura no Amazonas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Bahia e Alagoas.

Após a visita, os projetos serão apresentados para o conselho do Programa Ecomudança, que fará a seleção dos projetos vencedores.

Em breve, mais novidades do processo! 

 

 

Programa Ecomudança

O Ecomudança é um Programa de investimento em projetos ambientais realizado pelo Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil. O objetivo do Ecomudança é transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao Programa.

Desde 2009, o programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), incluindo iniciativas relacionadas à energia renovável, manejo de resíduos, florestas e agricultura sustentável. Além disso, buscam-se projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.

Podem participam do Ecomudança entidades sem fins lucrativos – organizações sociais, fundações e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais – e cooperativas. 

Instituo Alana e ICMBio lançam um guia para acampar com crianças

Instituo Alana e ICMBio lançam um guia para acampar com crianças

 

Já parou para pensar em quantos benefícios um acampamento na natureza pode trazer para as crianças?

Além de estimular um vínculo afetivo das crianças com o meio ambiente, esse contato também propicia melhorias na saúde física e mental dos pequenos, além de ajudar no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, motoras e emocionais.

Foi com base nesses benefícios que o Instituto Alana e o ICMBio lançaram um guia, “Acampando com crianças”, para incentivar as famílias a acampar com os pequenos. O guia faz parte do programa Criança e Natureza, desenvolvido em parceria pelas duas instituições.

“Acampar em família é uma experiência transformadora, não só para as crianças, mas para os adultos também. São momentos que ressignificam os nossos valores, que a nossa memória registra e certamente não esquece. As crianças aprendem a reconhecer suas possibilidades e limites, exercitando a autonomia e lidando com riscos.”, comenta Laís Fleury, coordenadora do programa Criança e Natureza, em comunicado à imprensa.

Além de um check list do que pensar e providenciar antes de acampar com crianças, o guia também traz alguns Parques Nacionais que têm mais estrutura para acampamento, dicas de equipamentos básicos, de segurança e até mesmo sobre como impactar o menos possível o meio ambiente. 

Se você nunca acampou com crianças, comece fazendo um pequeno exercício no quintal ou na sala de casa. Depois, cuide de todos os detalhes e experimente uma área natural.

Educar crianças em contato com o meio ambiente e com nossos parques nacionais é certamente mais uma forma de promover o amor pela natureza e conscientizar os pequenos sobre a importância da preservação.

Clique aqui e acesse o guia!

Energia limpa: de “alternativa” à principal até 2030?

Energia limpa: de “alternativa” à principal até 2030?

Alguns governantes podem até jogar contra o meio ambiente, mas é certo que a lei do mercado tem impulsionado planos de negócio movidos a energia verde no mundo todo e a perspectiva é que até 2030 elas sejam mais utilizadas do que os recursos fósseis.

E são fatos que não nos deixam mentir.

Na Europa, as fontes renováveis de geração de energia elétrica superaram as fontes derivadas de petróleo em 2019.

Nos Estados Unidos, não obstante Donald Trump, aconteceu algo semelhante. Enquanto as energias solar, hídrica e eólica geraram 23% da energia, aquela gerada por carvão supriu 20%.

De acordo com a consultoria britânica Wood Mackenzie, 2035 será o ano da virada. A partir dessa data, a escolha por fontes limpas será prioritária para qualquer tipo de projeto no mercado: indústria, comércio, transporte, etc.

A boa notícia é que o Brasil também tem o que comemorar. Por aqui, grandes empresas também começam a atuar seus princípios de responsabilidade ambiental, pressionadas pelos consumidores, e podem ajudar a virar esse jogo.

Já temos notícias de fábrica de bebidas que construirá 31 usinas solares até 2020, outra que inaugurou no Ceará um parque eólico para abastecer o consumo de energia de suas fábricas, que deverá ser 100% limpa até 2023.

E tem mais.

Graças às boas condições climáticas, o Nordeste recebeu investimento de empresas estrangeiras e o estado do Piauí agora terá tanto o maior parque eólico da América do Sul, quanto o maior parque solar do mundo.

De acordo com o Caderno ODS7, cerca de 41 mil novas usinas de energia solar foram instaladas no Brasil em 2 anos. Entre 2016 e 2018, a capacidade instalada no Brasil foi de 0,1% para 1,4% de toda a matriz energética nacional.

Sem contar no avanço dos carros elétricos. Em 2025, a frota deve superar 130 milhões de veículos quando esses modelos podem ser mais baratos do que os à combustão, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

Enquanto alguns governos patinam em medidas por um mundo mais sustentável, algumas empresas e sociedade parecem bem decididas a virar esse jogo. Será o suficiente? 


74 Parques Nacionais para conhecer e se apaixonar!

74 Parques Nacionais para conhecer e se apaixonar!

O primeiro Parque Nacional do Mundo foi criado em 1872, final do século XIX, nos Estados Unidos: o Parque Nacional de Yellowstone, localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho, com 8.980 quilômetros quadrados e atrativos que contemplam gêiseres, fontes termais e vida selvagem.

Já no Brasil, o Parque Nacional de Itatiaia foi o primeiro, inaugurado em 1937.

Mas afinal de contas, o que é um Parque Nacional?

De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) “o Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico”.

Os Parques Nacionais podem ser administrados direta ou indiretamente pelo Estado. Independente da gestão, o que não faz sentido é um parque fechado ao público. Somente em contato com essas áreas e aprendendo a conviver pacificamente com elas é que cada vez mais a sociedade compreenderá a missão de protegê-las.

Atualmente, o Brasil tem 74 parques nacionais. Confira a lista completa!

Região Norte

1. Parque Nacional da Amazônia, Pará

Fonte: Wikipedia CC

É possível fazer trilhas bem sinalizadas em meio a floresta amazônica e em épocas apropriadas tomar banho de rio em alguns pontos.

2. Parque Nacional Serra do Divisor, Acre

Com inúmeras cachoeiras, montanhas, trilhas e clima agradável, o santuário ecológico está situado no Acre, em Mâncio Lima – município mais ocidental do país – e agrega a maior biodiversidade da Amazônia. Várias espécies endêmicas (oriundas de uma determinada área ou região geográfica), vegetais e animais, são encontradas no local.

3. Parque Nacional do Monte Roraima, Roraima

Foto: Wikipedia CC

O parque inclui parte da Serra de Pacaraima, que separam o Brasil da Venezuela e da Guiana. É nomeado por conta do Monte Roraima, o mais alto das montanhas tepui, com quase 3.000 metros de altitude, sendo um dos mais altos da cadeia Pacaraima. A montanha tem um topo plano que contém um monumento, o Marco da Triplice Fronteira, onde se encontram as fronteiras da Venezuela, Guiana e Brasil.

4. Parque Nacional do Araguaia, Tocantins

Foto: Wikipedia CC

Situado numa faixa de transição que compreende os biomas Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal, o Parque Nacional do Araguaia destaca-se pela diversidade de sua fauna, flora e cobertura vegetal.

Na vegetação, predominam as matas ciliares de igapó, vegetação das encostas secas, vegetação dos bancos de areia e os campos de várzeas inundáveis, além do Campo das Caraibeiras, com abundância de grama rasteira e árvores caraíbas de longas metragens.

Ao longo dos rios, cerrados e florestas com flora rica em maçarandubas, piaçavas, canjeranas, orquídeas terrestres, ipês e palmeiras típicas. Da flora nativa, ainda, utilizadas especialmente pelos indígenas, diversas espécies para fins culinários, medicinais e ornamentais.

5. Parque Nacional de Anavilhanas, Amazonas

Foto: Wikipedia CC

O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado com o objetivo de preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas bem como suas diversas formações florestais, além de estimular a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica e valorizar a conservação do bioma Amazônia com base em ações de educação ambiental e turismo sustentável. O foco é harmonizar as relações entre as comunidades do entorno e a Unidade com ações de bases sustentáveis.

E ainda…

6. Parque Nacional Viruá, Roraima

7. Parque Nacional Serra da Mocidade, Roraima

8. Parque Nacional Nascentes do Lago Jarí, Amazonas

9. Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá

10. Parque Nacional Mapinguari, AM e RO

11. Parque Nacional dos Campos Amazônicos, AM, MT, RO

12. Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, Pará

13. Parque Nacional do Pico da Neblina, Amazonas

14. Parque Nacional do Rio Novo, Pará

15. Parque Nacional do Jamanxim, Pará

16. Parque Nacional do Jaú, Amazonas

17. Parque Nacional do Cabo Orange, Amapá

18. Parque Nacional do Acari, Amazonas

19. Parque Nacional de Pacaás Novos, Rondônia

20. Parque Nacional da Serra do Pardo, Pará

21. Parque Nacional da Serra da Cutia, Rondônia

Região Nordeste

22. Parque Nacional da Chapada das Mesas, Maranhão

Foto: Wikipedia CC

Criado em 2005, o Parque Nacional da Chapada das Mesas é um dos mais novos parques nacionais do Brasil. Florestas de buritizais, sertões, relevo de chapadas vermelhas, compõem um estonteante conjunto de curiosas formações rochosas, cânions, cavernas e cachoeiras. São inúmeras as surpresas e aventuras que uma visita a esse parque pode revelar.

23. Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia

Fonte: Reprodução ICMBio

Esse paraíso é guardião de muitas riquezas naturais, ocupando cerca de 152 mil hectares, um dos maiores parques de preservação do país fora da região Amazônica.

24. Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, Pernambuco

Fonte: Reprodução ICMBio

Praias, piscinas naturais e trilhas ecológicas. O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha possui diversas praias com suas águas verde-esmeralda esperando pelo público, dentre estas, estão duas eleitas como as mais bonitas do Brasil: a Praia do Sancho e a Praia do Leão.

25. Parque Nacional de Jericoacoara, Ceará

Fonte: Wikipedia CC

O Parna tem como objetivo proteger amostras dos ecossistemas costeiros, assegurar a preservação de seus recursos naturais e proporcionar pesquisa científica, educação ambiental e turismo ecológico.

A Unidade de Conservação possui um grande potencial turístico. A Pedra Furada, formação rochosa considerada ícone de Jericoacoara e uma das principais paisagens do Parque Nacional, é visitada por um grande número de turistas.

E ainda…

26. Parque Nacional da Furna Feia, Rio Grande do Norte

27. Parque Nacional da Serra da Capivara, Piauí

28. Parque Nacional da Serra das Lontras, Bahia

29. Parque Nacional da Serra de Itabaiana, Sergipe

30. Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, PI, BA, TO e MA

31. Parque Nacional de Boa Nova, Bahia

32. Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí

33. Parque Nacional de Ubajara, Ceará

34. Parque Nacional Descobrimento, Bahia

35. Parque Nacional do Alto Cariri, Bahia

36. Parque Nacional do Catimbau, Pernambuco

37. Parque Nacional do Monte Pascoal, Bahia

38. Parque Nacional do Pau Brasil, Bahia

39. Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, Maranhão

40. Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, Bahia

41. Parque Nacional Serra das Confusões, Piauí

Região Centro-Oeste

42. Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás

Fonte: Wikipedia CC

Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do Estado de Goiás, entre os Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança. Protegendo uma área de 240.611ha de cerrado de altitude, abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local. Foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.

E ainda…

43. Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso

44. Parque Nacional Pantanal Matogrossense, Mato Grosso

45. Parque Nacional de Brasília, DF

46. Parque Nacional do Juruena, Mato Grosso

47. Parque Nacional das Emas, Goiás

48. Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul

Região Sudeste

49. Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, Minas Gerais

Fonte: Araquém de Alcântara

Situado em uma área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu possui uma beleza exuberante com cavernas colossais, paredões arruinados, dolinas colapsadas, pontes naturais, nascentes e a unicidade de centenas de pinturas rupestres com mais de 12 mil anos, que juntamente com uma rica flora e fauna transformam a região em um paraíso natural.

A fim de manter toda essa beleza e raridade intactas, o Instituto Ekos Brasil e o ICMBio trabalham em Cooperação Mútua para a Gestão do Parque.

Conheça nossa campanha de #crowdfunding para arrecadar fundos para o Parque! Faça uma doação e ganhe um brinde!

50. Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Rio de Janeiro

Criado em 30 de novembro de 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país, representando um importante marco na história das Unidades de Conservação Brasileiras. (Conheça um pouco mais da história do parque)

É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

51. Parque Nacional do Caparaó, Espírito Santo

Fonte: Wikipedia CC

Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos destinos mais procurados pelos adeptos do montanhismo no Brasil. Abriga o terceiro ponto mais alto do País, o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude.

Além das trilhas, os visitantes podem se deliciar com banhos em cachoeira e piscinas naturais, observar deslumbrantes visuais da Serra do Caparaó e região, com belos espetáculos no alvorecer e no pôr do sol.

E ainda…

52. Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro

53. Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo

54. Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais

55. Parque Nacional da Serra do Gandarela, Minas Gerais

56. Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro

57. Parque Nacional das Sempre Vivas, Minas Gerias

58. Parque Nacional Serra do Cipó, Minas Gerais

59. Parque Nacional Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro

60. Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Minas Gerais

Região Sul

61. Parque Nacional da Serra do Itajaí, Santa Catarina

Fonte: Wikipedia CC

A Unidade de Conservação federal insere-se em uma das mais belas regiões de Santa Catarina. O chamado Vale Europeu é conhecido por suas festas típicas alemãs e italianas.

São também muito importantes outros tipos de turismo: aventura (rafting, rapel, cascading, trekking, cicloturismo, vôo livre, visitação de cavernas, cavalgada), turismo religioso, rural e cultural, além de uma importante atividade relacionada à gastronomia (incluindo as famosas cervejarias artesanais) e ao chamado turismo de negócios (eventos empresariais).

E ainda…

62. Parque Nacional de Aparados da Serra, Rio Grande do Sul

63. Parque Nacional Campo dos Padres (em estudo), Santa Catarina

64. Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul

65. Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais, Paraná

66. Parque Nacional Guaricana, Paraná

67. Parque Nacional dos Campos Gerais, Paraná

68. Parque Nacional do Superagui, Paraná

69. Parque Nacional do Iguaçu, Paraná

70. Parque Nacional de São Joaquim, Santa Catarina

71. Parque Nacional de Saint-Hilaire Lange, Paraná

72. Parque Nacional de Ilha Grande, Paraná

73. Parque Nacional da Serra Geral, Rio Grande do Sul

74. Parque Nacional das Araucárias, Santa Catarina


Por que os ODS são importantes para as empresas?

Por que os ODS são importantes para as empresas?

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável fazem parte agenda global para 2030 e visam nortear as ações de governos, empresas e sociedade como um todo para o desenvolvimento sustentável. São objetivos e metas bem claros capazes de pavimentar atividades e soluções, em via de regra, para um mundo melhor, com menos pobreza, mais dignidade e oportunidade para todos.

Mesmo se foram acordados por governos, os ODS dependem diretamente de uma atuação comprometida, especialmente por parte das empresas. Mas arregaçar as mangas corporativamente para enfrentar desafios mundiais pode trazer benefícios e oportunidades indiscutíveis para quem levar a sério os ODS em suas estratégias.

Vamos conhecer alguns deles:

Benefícios de adotar os ODS na sua empresa

1. Reputação sustentável

As empresas que forem líderes na adoção dos ODSs em suas estratégias podem sair na frente como líderes de mercado ao demonstrar para uma sociedade contemporânea essencialmente focada em valores, que a empresa está comprometida em minimizar impactos ao meio ambiente e maximizar impactos positivos na vida em sociedade.

2. Oportunidades de negócios

Os ODSs estão redirecionando os investimentos públicos e privados em nível global. Vide o investimento em energias renováveis. Isso abre novos mercados para empresas também comprometidas com os ODSs que podem maximizar lucros ao entregar soluções inovadoras e transformadoras para esses mercados em ascensão.

3. Sustentabilidade Corporativa

Adotar os ODS pode auxiliar as empresas em tomadas de decisão mais sustentáveis e, por vezes, mais econômicas e eficientes em seus processos de produção. Reduzir deslocamentos e reaproveitar resíduos, por exemplo.

4. Compromisso mais forte com os interessados

Ao integrar os ODS à sua estratégia, as empresas têm grandes chances de ver o compromisso de seus funcionários, fornecedores e agentes públicos crescer, por estarem menos expostas à riscos de ilegalidade e reputação.

O que são os ODS

Do site do Pacto Global:

Em 2015, a ONU propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Esse é um esforço conjunto, de países, empresas, instituições e sociedade civil. Os ODS buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas, agir contra as mudanças climáticas, bem como enfrentar outros dos maiores desafios de nossos tempos. O setor privado tem um papel essencial nesse processo como grande detentor do poder econômico, propulsor de inovações e tecnologias influenciador e engajador dos mais diversos públicos – governos, fornecedores, colaboradores e consumidores.

Os princípios da Agenda 2030 e dos ODS são: Universalidade (são relevantes para todas as pessoas), Integração (equilibra as dimensões ambiental, social e econômica,lida com contradições e maximiza sinergias), e Não Deixar Ninguém pra Trás (os ODS beneficiam todas as pessoas em todos os lugares).

 


8 atitudes pessoais que compensam emissões de carbono

8 atitudes pessoais que reduzem 

Muito se fala em mudanças climáticas, mas pouco se lembra o quão perto de nós ela está. Não se trata de um problema apenas lá a Antártica, de derretimento de geleiras ou apenas de como países e empresas devem se comprometer com ações mais sustentáveis.

A verdade é que todas as atividades humanas emitem gases de efeito estufa no meio ambiente e a mudança dos nossos hábitos cotidianos podem e devem fazer parte da estratégia de mudança para uma economia de baixo carbono.

Ter ciência da quantidade de emissões que suas ações emitem é de extrema importância para essa mudança de hábitos. Quando você sabe o que polui mais e o que polui menos, então pode fazer escolhas mais assertivas no seu dia a dia.

Por isso, listamos oito atitudes simples de serem adotadas, especialmente por quem mora em grandes cidades, para estimular uma pegada mais ecológica.

Confira:

Em casa

1. Reduza o tempo no banho em um minuto durante um mês. Isso evita a emissãoo de 0,7 kg de CO2, quantidade emitida por um carro no percurso de 4,2 km.

2. Substitua quatro lâmpadas fluorescentes por LED. Isso evita a emissão de 0,56kg de CO2.

3. Use luz ambiente ao menos 5 horas por dia. Assim você deixa de emitir 0,28 kg de CO2.

Na rua 

4. Utilize o metrô duas vezes por semana para ir ao trabalho. Ao percorrer 20km por dia de metrô você compensa a mesma emissão da produção de arroz para abastecer uma família de quatro pessoas por seis anos!

5. Troque o carro pela caminhada cinco vezes na semana. Fazer um percurso de 1,5km a pé por dia ao longo da vida evita a emissão equivalente a produção de energia elétrica para uma residência por 41 anos.

Na vida 

6. Plante uma muda por mês e compense o consumo de 1,5kg de alimentos por dia, que pode gerar cerca de 150kg de CO2.

7. Plante duas árvores. Isso compensa uma viagem de avião de Salvador a São Paulo, ou seja, cerca de 255kg de CO2.

8. Apoie projetos sustentáveis. Isso ajuda a compensar o consumo de resíduos de uma residência de apenas um morador que chega a emitir por ano 0,13 toneladas de CO2.

(Fonte: /www.correio24horas.com.br/)

Gostou das dicas? 

Se você deseja implementar uma estratégia de compensação também na empresa em que trabalha, entre em contato com o Ekos Brasil e/ou baixe nosso e-book! 

 

 


Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas divulga carta coletiva sobre a importância dessas áreas para a conservação da natureza brasileira

Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas divulga carta coletiva sobre a importância dessas áreas para a conservação da natureza brasileira

Instituto Ekos Brasil é parte do Mosaico Veredas-Peruaçu e reforça seu apoio à Rede de Mosaicos. 

Na semana em que o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs limites ao decreto presidencial que extinguia conselhos e outros colegiados da administração pública, a Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas (Remap) encerrou a segunda edição do seu workshop nacional com saldo positivo. O evento aconteceu entre os dias 11 e 13 de junho, em Brasília, e reuniu cerca de 100 participantes, incluindo representantes de organizações ambientalistas, de comunidades e do poder público.

Membro do núcleo de coordenação da Remap, Marcos Pinheiro avalia que o encontro atingiu seus objetivos iniciais. “Conseguimos fazer o intercâmbio de 15 experiências exitosas que ajudaram a inspirar os Mosaicos no desenvolvimento de diferentes temas de gestão integrada, além de recarregar as baterias para enfrentar nossos desafios”, afirma.

Segundo ele, estiveram presentes no Workshop 16 dos 29 Mosaicos reconhecidos oficialmente, além de três propostas de Mosaicos que, apesar de ainda não serem oficiais, já trabalham com a gestão compartilhada de áreas protegidas. “Fortalecemos a rede fazendo o recadastramento das pessoas e realinhando os objetivos de uma agenda de trabalho para os próximos dois anos”, completa Pinheiro.

Ele destaca também a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que assumiram o compromisso de colaborar com a rede. “Do ponto de vista da integração e das ações conjuntas, formamos uma força-tarefa para tratar da recondução dos conselhos dos Mosaicos junto ao Ministério, afinal, havia um esforço de extinção indiscriminada desses colegiados. Os conselhos são fundamentais para que essa ferramenta continue funcionando”.

Núcleo Grande Sertão | Rio Pardo – Vão dos Buracos | Foto: Hugo Messina

CARTA

Outro produto do II Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas foi a Carta ParlaMundi DF, aprovada em assembleia e assinada pela Remap em nome dos seus integrantes. O documento reforça a importância dos Mosaicos para a conservação da natureza brasileira e evidencia a compatibilidade entre esse instrumento de gestão e o desenvolvimento regional.

“Cabe destacar que biodiversidade é fundamental para o desenvolvimento de nossa agricultura que representa grande parte do Produto Interno Bruto brasileiro. A conservação dessa rica biodiversidade representa um dos maiores ativos econômicos do Brasil no mercado internacional”, diz um trecho da carta, reforçando o compromisso com os acordos internacionais, como a Convenção da Diversidade Biológica e a Convenção das Mudanças Climáticas.

“É fundamental que poder público e sociedade brasileira fortaleçam a implantação e manutenção dos Mosaicos de Áreas Protegidas, bem como outros mecanismos que contribuem para a gestão integrada e participativa visando o desenvolvimento sustentável territorial”, finaliza o documento, que será entregue nesta semana ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e aos representantes do ICMBio, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Palmares.

Faça o download da carta aqui.

Evento destaca o compromisso conjunto de grandes empresas por impactos socioambientais positivos

Evento destaca o compromisso conjunto de grandes empresas por impactos socioambientais positivos

Natura, Itaú, B3, Lojas Renner e Ekos Brasil promovem evento sobre atuação conjunta de grandes empresas e seus impactos nas mudanças climáticas. Saiba como foi. 

 

O auditório da B3 foi palco de um evento importante na manhã desta última quinta-feira, 13, em São Paulo. O “II Diálogo sobre nova economia: Compromisso com o Clima”, organizado pela Natura, Itaú, B3, Lojas Renner, em parceria com o Instituto Ekos Brasil, colocou em pauta a atuação das grandes empresas em relação às mudanças climáticas, em desafios nacionais e internacionais de desenvolvimento socioambiental.

A programação contou com expoentes de peso como Daniela Chiaretti, do Valor Econômico; Lauro Marins, do CDP; Marina Link, fotógrafa e ativista; Renata Piazzon do Instituto Arapyaú, além das lideranças em sustentabilidade das empresas organizadoras.

Além das importantes discussões em relevo como política internacional e aquecimento global, o evento teve como propósito chamar a atenção para que outros interessados, assim como as organizadoras, se engajem com o Programa Compromisso com o Clima, que une empresas à projetos socioambientais, aumentando o impacto das ações e diminuindo riscos.

“As empresas não querem mais comprar toneladas de CO2. Elas querem comprar tCO2 com conservação da biodiversidade, tCO2 com aumento de renda para a comunidade. E nós desenvolvemos uma metodologia – para o Programa Compromisso com o Clima – de avaliação socioambiental baseada na teoria da mudança e nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Uma metodologia que avalia o impacto pelo número de famílias beneficiadas, mulheres beneficiadas, aumento de renda, replicabilidade, etc. E avalia também os riscos, de carbono, ambiental, reputacional, entre outros”, destacou em sua fala Ana Cristina Moeri, diretora do Ekos Brasil, sobre os benefícios da Plataforma Ekos Social.

Ana Moeri, do Ekos Brasil

Os presentes também puderam conhecer projetos de sucesso como o case de REDD+ Manoa, da Biofílica e o case de Fogões Eficientes, do Instituto Perene. Esses projetos reduzem emissões de carbono ao mesmo tempo em que retornam benefícios sociais para as comunidades envolvidas e são viabilizados graças à participação no Programa Compromisso com o Clima.

“Tenho certeza de que hoje foi um marco para uma nova fase da Plataforma Compromisso com o Clima”, afirmou o gerente de sustentabilidade da Natura, Keyvan Macedo. “Foi um evento muito especial: conteúdo, rede, celebração”, completou Sonia Favaretto, Diretora de Sustentabilidade, Comunicação e Investimentos Sociais, da B3.

O Instituto Ekos Brasil agradece a parceria com Natura, Itaú, B3 e Lojas Renner e a presença de todos os participantes no evento.

 

Estamos à disposição para conversar e apresentar o Compromisso com o Clima para a sua empresa!

 


7 projetos ambientais vencedores que você precisa conhecer!

7 projetos ambientais vencedores que você precisa conhecer!

Eles tiveram ideias incríveis de como incrementar a renda de muitas famílias no interior do Brasil e ainda promover a sustentabilidade com iniciativas na agricultura, em energia renovável, com projetos de conservação de florestas e manejos de resíduos.

E por esse trabalho tão bonito e tão importante para o Brasil foram premiados pelo Ecomudança 2018. Agora, terão mais aportes para impulsionar seus projetos e impactar a vida de muito mais gente.

 

1. Projeto de Quintais Florestais | Nilo Peçanha, Bahia

Modalidade: Agricultura

Valor do apoio: R$ 80.000,00

Organização: Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia – CFAF

Missão da organização: formar jovens empresários rurais em manejo sustentável florestal, contribuindo com a difusão do conhecimento aplicado à agricultura familiar, produzindo em suas comunidades com consciência ética e socioambiental.

Objetivo do projeto: implantar Quintais Agroflorestais e apiário em 12 unidades familiares agrícolas, por meio de capacitações e acompanhamento técnico dos professores, visando a produção de alimentos orgânicos através das práticas agroecológicas.

Tecnologia: os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são consórcios de culturas de espécies arbóreas e agrícolas que podem ser usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Essa prática mantém a fertilidade do solo e permite a geração de renda aliada à preservação da biodiversidade. Juntamente com os SAFs, serão implantados pátios apícolas para produção de mel, através da criação de abelhas. A produção de mel, segundo experiências da CFAF, permite um aumento considerável de renda para as famílias atendidas.

O projeto: a CFAF é uma escola de ensino técnico, voltada para filhos de agricultores rurais de baixa renda. Possui foco na inclusão socioprodutiva e ecologicamente sustentável através da pedagogia de alternância. O recurso será utilizado para implantação de quintas florestais e apicultura nas famílias de 12 jovens. O aumento de renda é esperado por meio do aumento da produção de mel e melhor manejo da propriedade. Cada aluno receberá um kit de apicultura e a implantação de um SAF de 0,5 hectares.

Metas: o projeto visa implantar 12 quintais agroflorestais, de 0,5ha cada, totalizando 6ha. A previsão é de aumentando de renda em mais de 50% por família. Será evitada a emissão de cerca de 14 tCO2e por ano.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

 

2. Projeto de aproveitamento de resíduo do coco de macaúba para produção de briquete | Montes Claros, MG

Modalidade: Energia renovável

Valor do apoio: R$ 95.000,00

Organização: Associação de pequenos trabalhadores rurais de Riacho D’antas e adjacências – COOPRIACHÃO

Missão da organização: desenvolver e estabelecer linhas de trabalho conjunto para o fortalecimento da agricultura familiar, na industrialização e comercialização dos produtos de seus associados, buscando conferir maior qualidade e competitividade dos produtos frente aos crescimentos globais.

Objetivo do projeto: aumentar a renda dos associados por meio do aproveitamento de resíduo (endocarpo) do fruto da macaúba para produção de biocombustível (briquete), agregando valor ao resíduo, depois da retirada da castanha para extração de óleo, agregar valor ao resíduo pela fabricação de briquetes; aumentar a renda dos pequenos produtores rurais e da população extrativista.

Tecnologia: o fruto da macaúba (Acrocomia aculeata) tem aproximadamente 33% de endocarpo, este resíduo é uma fonte de matéria-prima para geração de diversos produtos como carvão ativado e briquete, que visam atender estabelecimentos como padarias, supermercados, pizzarias etc.

O projeto: o projeto irá transformar o resíduo do endocarpo em briquete (lenha ecológica) por meio da aquisição e modernização da infraestrutura (máquinas e equipamentos) para o processamento dos resíduos em forma de briquete. A Associação pretende realizar melhorias no ciclo produtivo e aproveitar este resíduo, proporcionando mais uma fonte de geração de recursos para a região. A associação conta com o apoio de professores da UNIMONTES (Universidade Estadual de Montes Claros).

Metas: 33 famílias associadas serão beneficiadas, tendo sua renda aumentada em até 100%. Serão manejados cerca de 100 t por ano de resíduo do fruto da macaúba e será reduzida a emissão de 180 tCO2e por ano.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

 

3. Projeto Cacau de qualidade com energia renovável | Ibirapitanga, BA

Modalidade: Energia renovável

Valor do apoio: R$ 65.368,00

Organização: Organização de Conservação da Terra – OCT

Missão da organização: promover o desenvolvimento territorial em bases conservacionistas, através da convivência harmônica do homem e seus negócios com os ativos naturais.

Objetivo do projeto: promover a redução da emissão de GEE e melhoria da qualidade das amêndoas de cacau, com a implantação de estufas solares e capacitação de pequenos agricultores da APA do Pratigi, gerando maior valor agregado ao produto e aumentando a renda dos associados.

Tecnologia: o projeto pretende substituir pequenos secadores de amêndoas de cacau que são abastecidos à lenha por duas estufas solares de uso comunitário. As estufas são uma tecnologia simples e bastante adequada à região do projeto. Elas são compostas de uma lona plástica e possuem outros componentes que permitem aproveitar de forma eficiente a energia solar para secagem das amêndoas.

O projeto: na região da iniciativa, concentra-se pequenos produtores de cacau. Visando gerar mais valor agregado ao produto, serão implantadas duas estufas solares para a secagem do cacau. Além disso, o projeto visa promover a diminuição do desmatamento, proveniente da produção de lenha nativa para os fornos de secagem. Todas as famílias envolvidas diretamente no projeto serão capacitadas por meio de oficinas, dia de campo, intercâmbios e participação de eventos regionais sobre o tema. O projeto também irá acompanhar as práticas agroecológicas realizadas na comunidade.

Metas: serão beneficiadas 20 famílias, com o aumento de renda de cerca de 20%. Será reduzido o desmatamento de aproximadamente, 40t de lenha nativa e reduzida a emissão de 84 tCO2e por ano.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

4. Projeto Semeando Agroflorestas: renda aliada à preservação da biodiversidade | Uberlândia, MG

Modalidade: Floresta

Valor do apoio: R$ 90.000,00

Organização: Associação Camponesa de Produção da Reforma Agrária do Município de Uberlândia (ACAMPRA)

Missão da organização: fortalecer a agricultura familiar através dos produtores camponeses da reforma agrária, valorizando o trabalho do homem, viabilizando novos mercados enfrentando desafios em prol de objetivos sociais e ecológicos garantindo a permanência das famílias no campo e sua sustentabilidade.

Objetivo do projeto: promover a biodiversidade e a geração de renda dos agricultores, com a introdução de tecnologias agroecológicas, visando à melhoria na qualidade e quantidade de produtos agrícolas, através da implantação de SAFs. Promover a transição agroecológica de famílias que atualmente produzem com uso de agrotóxicos.

Tecnologia: os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são consórcios de culturas de espécies arbóreas e agrícolas que podem ser usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Essa prática mantém a fertilidade do solo e permite a geração de renda aliada à preservação da biodiversidade

O projeto: as principais atividades do projeto incluem a mobilização, capacitação e formação dos agricultores em agroecologia, além da implantação e a manutenção de SAFs, com a aquisição de mudas e insumos, preparo do solo, o plantio e a divulgação do projeto na região. O projeto visa implantar 24 unidades em referência em agrofloresta e consolidar mais 12 unidades já existentes, no total de 18 hectares de SAFs, em formato de mutirão, o que permite a troca de técnicas e experiências e a aproximação das demais famílias da ACAMPRA com esse modelo de produção. Os assentamentos atendidos estão cercados por grandes propriedades de plantio convencional e, portanto, a agroecologia é uma alternativa sustentável de produção na região.

Metas: aumentar a renda de 36 famílias, em 30%, por meio da comercialização dos produtos agroecológicos em feiras da região. Implantar 18ha de SAF, reduzindo cerca de 70 tCO2e por ano, em decorrência do plantio de árvores e pelo não uso de fertilizantes químicos.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

 

5. Projeto Nascente Mulher | Itapetim e São José do Egito, PE

Modalidade: Floresta

Valor do apoio: R$ 90.000,00

Organização: Associação Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú

Missão da organização: fortalecer a organização produtiva das mulheres contribuindo para sua autonomia econômica e política através da ação em REDE.

Objetivo do projeto: produzir alimento e gerar renda às famílias de agricultoras, por meio do reflorestamento da implantação de SAFs em 3 nascentes de um assentamento e propriedades da agricultura familiar.

Tecnologia: os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são consórcios de culturas de espécies arbóreas e agrícolas que podem ser usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Essa prática mantém a fertilidade do solo e permite a geração de renda aliada à preservação da biodiversidade

O projeto: as mulheres da comunidade, associadas à REDE atualmente já se auto-organizam e trabalham em mutirão na produção de mudas. Com as mudas, serão implantados os SAF, recuperando 3 nascentes da região. Serão realizadas visitas de reconhecimento às áreas das nascentes, oficinas de práticas agroecológicas, preparação de mudas de plantas nativas e implantação e manejo de agroflorestas.

Metas: serão implantados 5 hectares de SAF, beneficiando 40 mulheres agricultoras. A previsão é o aumento de renda de 100%, por meio da economia na compra de alimentos e comercialização do excendente. Além disso, o projeto prevê a redução na emissão de 42 tCO2e por ano.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

 

6. Projeto Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade | Paragominas, PA

Modalidade: Manejo de resíduos

Valor do apoio: R$ 73.801,00

Organização: Cooperativa de trabalho de compostagem de Paragominas – COOMPAG

Missão da organização: colaborar para um ambiente ambientalmente saudável e socialmente justo, aplicando os princípios dos 3R’s (reduzir, reutilizar e reciclar). Aliando saúde, responsabilidade ambiental e geração de renda para os cooperados e colaboradores, beneficiando a comunidade em seu entorno.

Objetivo do projeto: aumentar a renda da cooperativa por meio do aumento do volume do resíduo orgânico coletado, ampliando o número de famílias atendidas e a área de coleta. Além disso, implantar horta e viveiro comunitários, promovendo a educação ambiental e a alimentação saudável.

Tecnologia:  o projeto envolve a reciclagem de restos de alimentos que são coletados na casa das famílias atendidas pela cooperativa. A reciclagem é realizada em um equipamento que permite a produção de composto orgânico e biofertilizante em apenas 24h.  Para incentivar a separação correta dos resíduos, as famílias que colaboram com a cooperativa (pela separação dos resíduos em baldes e bombonas próprias) receberão gratuitamente hortaliças produzidas na horta que será criada com o projeto, gerando um ciclo positivo onde todos são beneficiados.

O projeto: a Cooperativa está localizada em unidade habitacional de baixa renda, formada por moradores da comunidade. A coleta do resíduos orgânicos será ampliada para mais famílias e estes utilizados nas hortas comunitárias e escolares que serão implantadas. Serão realizados oficinas no bairro e nas escolas, para a sensibilização ambiental dos envolvidos. Como retorno, a comunidade terá um bairro mais limpo e acesso a alimentos cultivados entre os colaboradores nas hortas, algo que irá motivar a participação de mais pessoas. Dessa forma, espera-se alteração na realidade dos envolvidos, tanto na forma financeira quanto na educacional, e proporcionando ao indivíduo ser o seu próprio agente de mudanças. O projeto conta com a participação de voluntários e professores de universidades locais.

Metas: ampliar a coleta de resíduos orgânicos para 30t por ano, beneficiando 150 famílias moradoras do conjunto habitacional e gerando aumento de renda de até 70%. Será reduzida a emissão de cerca de 61 tCO2e por ano.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

7. Implantação da cadeia de Mel no Pantanal | Pantanal

Valor do apoio: R$ 92.559,78

Organização: Ecologia em Ação – ECOA

Missão da organização: promover ações para conservação dos ecossistemas naturais e suas populações, tendo como valores: democracia, respeito à diversidade cultural, biológica e social, conhecimento tradicional, ética e transparência; fomentar políticas públicas; construir/aplicar novos modelos de sustentabilidade que concilie qualidade de vida/desenvolvimento econômico.

Objetivo: implantar a cadeia do mel em comunidades ribeirinhas do Pantanal, a partir da instalação do Centro de Processamento de Produtos Locais e de Formação do ECOA, fornecendo capacitação e consultorias técnicas em apicultura, marketing e processos de distribuição e venda, gerando uma fonte de renda alternativa à comunidade, principalmente no período do defeso.

Atividades: formação de famílias pantaneiras para as atividades de apicultura/meliponicultura através do Centro, como forma de geração de trabalho e renda. Levantamento florístico nas áreas onde o mel é produzido e também dos principais polinizadores, para promover sua proteção e valorizar a flora local, que atribui sabor único ao produto. Campanha permanente contra o uso do fogo; desmatamento; uso de agrotóxicos e a importância da proteção de polinizadores.

Articulação junto às agências de turismo para estabelecer parceria direta para o canal de vendas do produto. Consolidação de uma loja virtual para relacionamento com os clientes e como canal de venda do produto. Marketing para produção de materiais e promoção do produto, marketing para a veiculação direcionada através das redes sociais, da loja virtual do website e com ferramentas de busca especializada. Contato com Ecochefes do Instituto Maniva para estabelecer parceria para promoção do produto no setor gastronômico especializado na culinária brasileira para alimentação saudável.

Metas: com o apoio, pretende-se produzir mais de 300kg de mel/ano, envolvendo 15 famílias de 3 comunidades da região.

Este modelo de negócio se destaca por contribuir de forma relevante para os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável:

 

 


O que é o Ecomudança? 

O Ecomudança é um Programa de investimento em projetos ambientais realizado pelo Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil. O objetivo do Ecomudança é transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao Programa.

Desde 2009, o programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), incluindo iniciativas relacionadas à energia renovável, manejo de resíduos, florestas e agricultura sustentável. Além disso, buscam-se projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.

Podem participam do Ecomudança entidades sem fins lucrativos – organizações sociais, fundações e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais – e cooperativas.

Saiba mais: http://ecomudanca.ekos.social/


Conheça o cartão de crédito que calcula e alerta as emissões de carbono das suas compras

Conheça o cartão de crédito que calcula e alerta as emissões de carbono das suas compras

Já imaginou ter um cartão de crédito que controla suas emissões de gases de efeito estufa?

Uma parceria entre a fintech Doconomy, a Mastercard e o departamento das Nações Unidas (ONU) responsável pelas mudanças climáticas acaba de levar ao mercado suíço essa possibilidade.

Com o auxílio de um aplicativo que utiliza o sistema Índice Aland – que calcula as emissões médias de cada categoria do varejo e a redução que cada cidadão precisa fazer para que o país atinja as metas de cortar emissões até 2030, o cartão rastreia a quantidade de carbono emitida nas transações e alerta o consumidor sobre o seu limite.

O cartão tem uma taxa de utilização, mas o aplicativo é gratuito. O cartão ainda conta com uma espécie de programa de fidelidade, que gera “créditos DO” para os consumidores de hábitos mais conscientes. Esses créditos podem ser trocados por produtos em lojas parceiras ou revertidos em fundos para projetos de compensação de carbono certificados pela ONU.

A preocupação com o meio ambiente, nesse caso, vem desde a concepção do cartão. O material é reciclável e a tinta é a Air Ink, produzida a partir de partículas de poluição do ar.

 

Fonte: Epóca Negócios