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Em Nilo Pessanha, na Bahia, A Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia (CFAF) tem a bonita missão de formar jovens filhos de agricultores rurais de baixa renda com ensino técnico sobre inclusão socioprodutiva e ecologicamente sustentável.
Por seu empenho e trabalho, O CFAF é um dos vencedores do Programa Ecomudança, do Itaú, em parceria com o Instituto Ekos Brasil na edição 2018.
O recurso, de cerca de R$ 80 mil será utilizado para a implantação de quintais florestais e apicultura nas famílias de 12 jovens.
Os quintais florestais são feitos a partir da tecnologia dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) que compreendem consórcios de culturas de espécies arbóreas e agrícolas que podem ser usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.


Essa prática mantém a fertilidade do solo e permite a geração de renda aliada à preservação da biodiversidade.
Somados aos SAFs serão implantados também pastos apícolas para produção de mel.
Essas duas melhorias devem incrementar em 50% a renda das famílias (com a produção de mel e produção de alimentos orgânicos) e evitar a emissão de cerca de 14tCO2e por ano.
Parabéns à CFAF!
Com a recente adesão da B3, Programa inicia 2019 mais robusto para fomentar uma economia de baixo carbono junto às empresas.
Buscando reforçar o seu papel de mobilizar o mercado de capitais em ações de sustentabilidade e responsabilidade climática, a B3 aderiu ao Programa Compromisso com o Clima, colaborando agora com Itaú, Natura e Instituto Ekos Brasil por atuações corporativas mais responsáveis.
A adesão foi anunciada no evento ISE 2019 (Índice de Sustentabilidade Empresarial) no dia 18 de fevereiro.

B3 anuncia adesão ao Compromisso com o Clima no evento ISE 2019
Juntas, as organizações ganharão escala ao compensar suas emissões de gases de efeito estufa, fomentando uma economia de baixo carbono no Brasil. Com mais organizações participando, também mais projetos socioambientais podem ser apoiados, aumentando por consequência os benefícios ao meio ambiente e à sociedade.
Uma novidade proveniente dessa nova parceria é uma garantia de desconto na taxa de adesão ao Programa às empresas participantes do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e do Índice de Carbono Eficiente (ICO2). Além disso, também serão oferecidas oficinas e capacitações exclusivas a este grupo de corporações.
Em 2017, Itaú e Natura, com o apoio do Instituto Ekos Brasil, fizeram uma parceria inédita e lançaram o Edital Compromisso com o Clima, selecionando projetos que reduzem emissões e geram benefícios sociais e ambientais para compensar suas emissões inevitáveis, de processos produtivos.
Desde então, estas organizações vêm atuando para fomentar os projetos participantes, compartilhando aprendizado por meio da inédita Plataforma Ekos Social, que faz a conexão entre as empresas e os projetos selecionados.
Assim, o que começou como um Edital de colaboração entre as duas empresas se transformou em um Programa que abriu suas possibilidades a outras empresas, a fim de ampliar o impacto positivo das ações, que já vinha sendo experimentado pelas primeiras participantes.
Agora o Programa trabalha pela adesão de novas empresas. O objetivo? Ganhar escala com suas ações de mitigação às mudanças climáticas, ampliando também os benefícios para o meio ambiente e para a sociedade.
A adesão ao Programa está aberta para organizações privadas de todos os portes. Para aderir, as organizações interessadas devem entrar em contato com o Instituto Ekos Brasil para conhecer as diferentes modalidades de participação.
Um novo edital será lançado para captar projetos, o que deve ocorrer durante o primeiro semestre de 2019. Um dos diferenciais do Programa é o seu modelo colaborativo de gestão. Assim, as organizações que apoiam o Programa irão participar nas tomadas de decisão e na definição de como os projetos devem ser avaliados.
Ao final do edital, as organizações participantes poderão conhecer os impactos socioambientais e os riscos de cada projeto. Tudo isto será disponibilizado pelo Instituto Ekos Brasil na Plataforma Ekos Social. Com isso, a escolha dos projetos se tornará mais simples e segura, uma vez que a avaliação será feita por especialistas com base em sólidos critérios socioambientais e de governança.
Para conhecer mais sobre o Compromisso com o Clima, acesse a Plataforma Ekos Social (https://compromisso.ekos.social/) ou entre em contato com o Instituto Ekos Brasil.
http://ekosbrasil.org | ekos.social@ekosbrasil.org
Tel: +55 11 5505-6371
A equipe do Instituto Ekos Brasil contribuiu com a ONG Conservação Internacional do Brasil no apoio à elaboração do “mapa do caminho” para projeto a ser enviado ao Fundo Verde para o Clima, para ações no litoral brasileiro.
O Fundo Verde para o Clima iniciou suas atividades em 2011, com o objetivo de apoiar projetos que visem à mitigação e adaptação aos efeitos da mudança climática.
O Fundo já assegurou US$ 4.6 bilhões para 93 projetos que, somados, propõem evitar a emissão 1.4 bilhões de toneladas de carbono equivalente e que antecipam alcançar o número de 272 milhões pessoas que terão melhores condições de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.
Para conseguir os aportes desse Fundo, os interessados precisam elaborar projetos que cumpram as exigências do documento da Secretaria de Assuntos Internacionais chamado Programa País.
A proposta da CI, que busca atender demandas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) contempla quatro grandes áreas de atuação a serem beneficiadas por aporte do Fundo:
| ⇒ | Garantir a sustentabilidade dos serviços ecossistêmicos costeiros e marinhos, para que forneçam benefícios ao combate dos efeitos das mudanças climáticas com: |
| a) a necessidade de fortalecimento das áreas costeiras e marinhas protegidas; | |
| b) o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis. | |
| ⇒ | Conhecimento e capacitação para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas em áreas costeiras e marinhas com: |
| a) mapeamento de ecossistemas costeiros e marinhos para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas; | |
| b) capacitação para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. | |
| ⇒ | Recuperação de áreas degradadas e ecossistemas costeiros e marinhos críticos com: |
| a) recuperação de manguezais e ecossistemas associados; | |
| b) recuperação de áreas de recifes; | |
| c) Recuperação de gramíneas marinhas | |
| ⇒ | Redução de grandes ameaças aos sistemas costeiros e marinhos com: |
| a) fomento um novo modelo de cultivo de camarão no Brasil (carcinocultura). |
Para seguir daqui em diante, a proposta da CI precisa ser refinada, pelo governo federal (MMA e ICMBio), no tocante ao seu escopo territorial, e negociação com o setor produtivo da carcinocultura.
Com foco nas áreas, atividades e populações residentes nas áreas marinho costeiras, a proposta também deve se ajustar à Iniciativa Azul do Brasil – conjunto de ações (MMA) e o ICMBio destinado à promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade costeira e marinha.
Foi justamente nesse sentido que o Ekos Brasil colaborou com a Conservação Internacional. A pré-proposta de projeto para o GCF que foi construída pela CI foi analisada à luz dos dois documentos de governo e dos critérios do Fundo Verde para o Clima.
“O Fundo Verde possui vários caminhos possíveis para o encaminhamento de projetos. Nós indicamos os passos que a proposta deveria cumprir para chegar ao Green Climate Fund com chances de aprovação”, explicou a coordenadora de relações institucionais do Ekos Brasil, Cecília Wey de Brito.
Em dezembro de 2018, o Instituto Ekos Brasil finalizou o projeto de elaboração do Plano de Manejo para o município de Caçapava, no interior do estado de São Paulo.
Previsto por um Termo de Acordo Judicial firmado em 2015, o Plano de Manejo contemplou a Área de Proteção Ambiental da Serra do Palmital e o Refúgio de Vida Silvestre Mata da Represa, ambas localizadas na zona norte do Município de Caçapava, no Vale do Paraíba, integrando o Corredor Cantareira-Mantiqueira.
| O Plano de Manejo é uma ferramenta fundamental para a gestão e uso sustentável da área e dos recursos naturais em qualquer atividade no interior e em áreas do entorno das Unidades de Conservação. O Plano de Manejo visa orientar a equipe gestora, prefeitura e a sociedade sobre ações que são permitidas ou não dentro de cada zona das Unidades de Conservação apontadas no documento, incentivando, inclusive, o turismo sustentável na região. Além disso, com o Plano de Manejo aprovado, a prefeitura e as associações locais podem acessar a diversos tipos de projetos. |

Nossos especialistas trabalharam em todas as fases da elaboração do Plano de Manejo, que durou aproximadamente dois anos:
| → | Planejamento do projeto |
| → | Diagnóstico Técnico: com base em levantamento de dados secundários da área |
| → | Reconhecimento de campo: especialistas foram a campo para confirmação e complementação das informações obtidas no Diagnóstico Técnico. |
| → | Oficinas e Reuniões setoriais: foram realizadas 3 reuniões com a comunidade, órgãos públicos, ONGs locais para levantamento de mais informações, tornando o processo mais participativo. |
| → | Zoneamento: com base no diagnóstico final (DT + Reconhecimento de campo), foi proposto um zoneamento para ambas as UCs, onde foram definidas as zonas e suas permissões e restrições |
| → | Planejamento/ definição dos Programas de Gestão: processo em que foram identificadas, durante as oficinas, ações prioritárias para a gestão da UC, como por exemplo, criação de um logo, definição de um Conselho Gestor, estudo de capacidade de carga de trilhas, etc. |
| → | Oficina de Planejamento Participativo: 3 dias de oficina para apresentação do DT final e discussão participativa do zoneamento e programas de gestão. |
| → | Finalização: fechamento dos Planos de Manejo. |
Com esse importante documento em mãos, agora a equipe gestora de Caçapava poderá ordenar e organizar as ações nas Unidades de Conservação.
| Sobre a APA Serra do Palmital
Com 4.942 hectares (ha) de extensão, a APA da Serra do Palmital é uma área dotada de atributos bióticos e abióticos, estéticos e culturais que tem por objetivo a proteção da diversidade biológica, disciplinando o processo de ocupação e a segurança da sustentabilidade através do uso dos recursos naturais. |
| Sobre o RVS da Mata da Represa
O RVS da Mata da Represa é dividido em duas áreas, uma de 449 ha (área I) e outra de 430 há (área II), que buscam preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto de seus recursos naturais, tendo por objetivo assegurar as condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local ou da fauna residente ou migratória. |
O Instituto Ekos Brasil possui uma equipe especialista em elaboração de Planos de Manejo. Entre em contato conosco se o seu município possui essa demanda.
Cerca de R$ 500 mil serão investidos para beneficiar diretamente mais de 300 famílias em todo o País. Esses projetos desenvolvem ações alinhadas com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e promovem a redução da emissão de gases de efeito estufa.
Veja no quadro abaixo os projetos contemplados! Em breve, aqui no blog, falaremos mais sobre cada um deles!
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O Instituto Ekos Brasil agora compõe o grupo de instituições que irá analisar as Unidades de Conservação atingidas e/ou impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015.
A parceria é com a Fundação Renova e o projeto se insere no contexto de atendimento ao Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC). Por meio deste termo, a Fundação Renova se propõe a realizar estudos de avaliação de impactos e também a propor medidas para reparar possíveis danos em Unidades de Conservação causados pelo rompimento.

APE e MONA Pico do Ibituruna em Valadares serão avaliados pelo Ekos Brasil
“O Ekos Brasil possui profundo conhecimento em projetos relacionados a unidades de conservação e ficamos muito orgulhosos em poder contribuir com conhecimento técnico e científico na identificação de possíveis impactos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão nas UC´s. Nós reunimos uma equipe altamente qualificada para este relevante projeto que tem como objetivo levantar os impactos e propor medidas reparatórias”, destacou Ana Moeri, coordenadora de projetos de carbono e conservação no Ekos Brasil.
O Instituto Ekos Brasil está avaliando seis unidades de conservação continentais localizadas entre os municípios de Governador Valadares (MG) e Linhares (ES).
São elas:
• Monumento Natural Pico de Ibituruna (Governador Valadares/MG)
• Área de Proteção Especial Pico de Ibituruna (Governador Valadares/MG)
• Reserva Particular do Patrimônio Natural Sete de Outubro (Conselheiro Pena/MG)
• Parque Estadual Sete Salões (Conselheiro Pena, Itueta, Resplendor, Santa Rita do Itueto/MG)
• Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Bulcão (Aimorés/MG)
• Floresta Nacional de Goytacazes (Linhares/ES)
E, para isso, contará com especialistas em uma comitiva de diversas áreas dos meios biótico, físico, socioeconômico e cultural.
O projeto começou em outubro e vai até maio.
O Instituto Ekos Brasil, que cuida da manutenção e divulgação do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu em parceria com o ICMBio, agora integra o Mosaico Peruaçu.
O Mosaico Peruaçu é um fórum que reúne ONGs, associações representativas, cooperativas, secretarias, prefeituras e outras entidades para discutir uma gestão comum do território e das unidades de conservação na região chamada Grande Sertão Veredas Peruaçu, com mais de 2 milhões de hectares.
A cada dois anos, o conselho do Mosaico elege seus representantes e neste ano o Instituto Ekos Brasil foi eleito.
“Participar desse fórum significa poder discutir nossas experiências com essas outras instituições e compartilhar conhecimento. Vamos nos unir a todas essas pessoas que também desejam trabalhar pela comunidade e pela natureza na região”, disse Murilo Mendes, agente ambiental no Parque Peruaçu.
O Insitituto Ekos Brasil anseia por uma rica troca de experiências, contextualizando nossas ações no Parque com as ações das comunidades locais.
Agora, empresas podem aderir a plataforma por um custo inicial mais baixo e receber até 50% de desconto

Uma boa notícia para as empresas que desejam aderir a um programa de responsabilidade socioambiental. As próximas 3 empresas que desejarem participar do Programa Compromisso com o Clima podem receber descontos de até 50% e obter benefícios adicionais.
O Programa Compromisso com o Clima teve início quando Itaú e Natura, em parceria com o Ekos Brasil, uniram forças para compensar suas emissões de carbono e assim gerar mais impacto positivo. A experiência foi tão bem sucedida que agora as empresas convidam outras empresas a escalonar seus impactos socioambientais unindo-se ao programa.
Ao fazer parte do Compromisso com o Clima, a empresa terá acesso à Plataforma Ekos Social, na qual poderá escolher projetos já verificados para compensar e realizar o controle de suas compensações de um jeito fácil, seguro, conveniente e com impacto socioambiental de alto valor para a comunidade e para a empresa.
As empresas que aderirem ao Compromisso com o Clima contam com os seguintes benefícios:
| Participação nas reuniões, treinamentos e eventos | |
| Exposição do logotipo na Plataforma Ekos Social – Compromisso com o Clima | |
| Campanhas conjuntas de comunicação e marketing. | |
| Acesso à Plataforma para escolha dos projetos e controle das compensações | |
| Atualização periódica dos projetos apoiados na Plataforma | |
| 10 licenças para acesso gratuito à Plataforma Ekos Social para distribuir às organizações parceiras | |
| Acesso aos novos projetos e aos resultados do Edital a ser realiza do em 2019 | |
| Relatório de avaliação socioambiental detalhado de cada projeto | |
| Recomendações para a composição de um portfolio de projetos/compensações | |
| Relatório de avaliação jurídica detalhado de cada projeto |
E ainda, se a sua empresa participa do Programa GHG Protocol, a Plataforma Ekos Social permite uma integração das informações.
Interessou e deseja saber mais sobre o Compromisso com o Clima?
Entre em contato com a gente pelo email: thiago.othero@ekosbrasil.org
Em uma iniciativa para contribuir com a comunidade local ao entorno do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e também se aproximar dessas pessoas, o Instituto Ekos Brasil elaborou um programa de apoio a projetos locais.
O Ekos abriu uma chamada de projetos para as associações que trabalham com iniciativas locais para a solução de problemas reais que atingem as comunidades ao entorno do Parque e o Parque em si.
Ao todo, 10 projetos foram inscritos e avaliados por um júri independente que escolheu as duas melhores para um incentivo em dinheiro a fim de impulsionar as iniciativas.
Projetos vencedores
Um dos projetos vencedores realiza o importante trabalho de coleta seletiva na comunidade do Fabião. Com a verba do Instituto Ekos poderão reformar o galpão da associação, comprar uma nova prensa e materiais de proteção individual para fazer a coleta, que proporciona incremento de renda e melhoria ambiental na comunidade.
O outro projeto vencedor consiste no cercamento de nascentes na terra indígena Xacriabá, onde 5 nascentes devem ser cercadas e protegidas.

Acordo firmado com o Projeto do Fabião de coleta seletiva

Acordo firmado com projeto de recuperação de nascentes
O Instituto Ekos já assinou e formalizou o repasse com as associações e as atividades devem começar agora em dezembro e contará com a contribuição e acompanhamento da equipe Ekos durante todo o seu desenvolvimento.
O Instituto Ekos Brasil promoveu neste mês uma expedição de jornalistas ao Parque Nacional Cavernas de Peruaçu com o intuito de contribuir com a divulgação do parque enquanto roteiro de férias.
O grupo, formado por seis jornalistas de veículos de renome nacional e internacional percorreu as trilhas do Janelão, Lapa Bonita e Lapa do Caboclo, de um total de 9, que contemplam 11 cavernas colossais, além de arte rupestre pré-histórica e sítios arqueológicos.
“A paisagem é majestosa, e imperam paredões arruinados, cavernas colossais e vales de vegetação abundante”, ressaltou o presidente do Instituto Ekos Brasil, Ernesto Moeri.

Durante a expedição, os jornalistas tiveram conhecimento das trilhas, infraestrutura e puderam receber explicações geológicas e arqueológicas do Parque no primeiro dia.
Já no segundo, conheceram as comunidades ao entorno. Nessa ocasião, estiveram na propriedade do seu José Tourino e da dona Anelinda que juntos recuperaram nascentes do Rio Peruaçu, por meio de práticas agroecológicas. Por si só, o casal percebeu que a produção da propriedade estava secando a nascente e decidiram mudar o método para a produção agroecológica. E a água começou a brotar novamente.
Faça uma doação para o Parque Peruaçu e ganhe camisetas e mochilas de recompensa.
O grupo também experimentou as delícias da cozinha sertaneja preparadas por um grupo de mulheres da comunidade Olhos D’Água. Elas se juntaram para oferecer aos turistas as comidas típicas da região como doces, feijão tropeiro, queijos e até uma cachacinha.
No ano passado, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu recebeu 6.865 visitantes e este ano, com as novas estruturas de visitação já havia recebido 6.218 até outubro.
O Acordo do Instituto Ekos com o ICMBio, com 15 anos de experiência na área ambiental, começou em 2017, através de uma chamada pública. Neste primeiro ano, o Instituto investiu R$ 200 mil e em 2018 serão R$ 250 mil, conta o presidente da instituição, Ernesto Moeri.
Os recursos são do próprio Ekos, de doações de empresas privadas ou da venda de materiais como calendário ou camisetas. Para isso, o Instituto Ekos criou o Fundo Peruaçu para captar recursos, com o objetivo de apoiar a consolidação e manutenção do parque. O Fundo conta com um comitê de acompanhamento da destinação dos recursos, que são utilizados nas ações de gestão do Parque, apoio à pesquisa científica, recuperação das nascentes e apoio socioambiental à comunidade local.
