INSTITUTO ECKOS LOGO

Blog

Confira nossos artigos, notícias e publicações autorais

#Conteúdo

FIQUE POR DENTRO

Conteúdo conscientiza, educa, facilita, gera diálogo e estreita relações. Confira nossos artigos, notícias, publicações autorais e compartilhe com a sua rede.

Ekos Brasil apresenta ações do Fundo Peruaçu em fórum participativo

Ekos Brasil apresenta ações do Fundo Peruaçu em fórum participativo

No início do mês, o Instituto Ekos Brasil, representado por Camila Dinat, participou da reunião do Conselho Consultivo do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, que acontece a cada 3 ou 4 meses.

O Conselho reúne os diversos atores sociais envolvidos com o Parque como representantes das prefeituras, comunidades locais, órgãos ambientais e representantes de setores envolvidos no parque.

O principal objetivo da reunião é promover um fórum participativo para integrar a comunidade do entorno na gestão do Parque Cavernas do Peruaçu.

O Ekos Brasil contribuiu apresentando as ações Fundo Peruaçu no âmbito do acordo de cooperação do ano de 2018:

  • Implantação da recepção dos Visitantes no Centro de Visitantes;
  • Apoio na Implantação da Trilha do Arco do André;
  • Planejamento do Viveiro de mudas Nativas do Parque;
  • Divulgação do parque na grande mídia nacional.

Na reunião, os presentes também tiveram acesso ao balanço da visitação do Parque em 2018.

No ano passado, o parque recebeu 8.188 visitantes, sendo 80% originários de Minas Gerais, e os demais 20% distribuídos entre São Paulo, Brasília e outros estados.

A maior parte dos visitantes tem ensino superior e acima de 25 anos.

Além disso, no tripadvisor, o parque recebe avaliação de 4,7 e 5,0 (na escala de 0 a 5).

“Vemos que o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu ainda tem muito potencial para ampliação do turismo. A divulgação do parque, bem como a estruturação dos receptivos e formação dos condutores ambientais são importantes pilares para o fortalecimento dessa atividade econômica na região”, comentou Camila, do Ekos Brasil.

Ana Moeri apresenta o NGO Solution no Americana.org. Conheça o projeto! 

Ana Moeri apresenta o NGO Solution no Americana.org. Conheça o projeto! 

No último dia 28 de março, o Instituto Ekos Brasil, representado pela coordenadora Ana Cristina Moeri, esteve no maior evento multi-setorial de meio ambiente da América do Norte, o Americana.org, que reuniu mais de 10 mil participantes em Montreal, no Canadá.

O Ekos Brasil esteve presente para apresentar os resultados e a experiência obtida no Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018, o maior evento de remediação sustentável da América Latina, que se realizou em outubro passado, em São Paulo. De forma inovadora, o Seminário tratou dos aspecto sociais da remediação de áreas contaminadas.

Ana Moeri compartilhou com o público presente um documento com os principais resultados e considerações obtidos junto aos participantes do Seminário, cerca de 400 especialistas nacionais e internacionais.

O que é o NGO Solution

O destaque dessa apresentação ficou por conta do projeto “NGO Solution”.

A proposta, que teve origem no Seminário, é que uma organização não-governamental de credibilidade, independente e com profundo conhecimento técnico tenha a responsabilidade de dialogar com stakeholders, autoridades responsáveis e gerenciar um caso de remediação, incluindo o desenvolvimento de um plano de ação.

 

 

Ana Moeri apresenta resultados do Seminário Ekos Brasil/Sustrem 2018 no Americana Forum, em Montreal 

Ana Moeri apresenta resultados do Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018 no Americana Forum, em Montreal 

A coordenadora do Instituto Ekos, Ana Moeri, está em Montreal no Canadá, esta semana, e apresentará os resultados do Seminário Ekos Brasil/SustRem 2018 no importante Fórum Americana, que realizará sua 13ª edição de 26 a 28 de março de 2019.

O Americana é o mais importante fórum ambiental e também feira internacional de tecnologias para o meio ambiente da América do Norte. Na edição deste ano, estão previstas mais de 200 apresentações e atividades envolvendo os tópicos mais pertinentes e atuais com relação ao setor ambiental.

Moeri será a porta-voz do Instituto Ekos Brasil ao apresentar os propósitos, próximos passos e feedbacks provenientes da realização do Seminário Ekos Brasil/Sustrem 2018, o maior da América Latina em Remediação Sustentável, que aconteceu no final de outubro, em São Paulo.

Mais de 10.000 pessoas são esperadas para o evento em Montreal e o Instituto Ekos Brasil se sente honrado em se unir aos mais diversos especialistas do setor para perseguirmos juntos o objetivo de transformar o futuro.

Investidores privados e água: uma oportunidade de impacto social e nos investimentos #diamundialdaágua

Investidores privados e água: uma oportunidade de impacto social e nos investimentos #diamundialdaágua

Por Ciça Wey de Brito

No dia 19 de março de 2019, a ONU lançou o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos.

O relatório aponta que mais de 2 bilhões de pessoas não dispõem dos serviços de acesso a água e saneamento – direitos básicos reconhecidos internacionalmente, desde 2010.

No Brasil também existe um grande déficit no acesso a água e saneamento. Dados do Instituto Trata Brasil apontam que em 2017, 34 milhões de brasileiros não tinham acesso à água.

Além disso, no Brasil existe uma grande diferença na disponibilidade deste recurso – “a região Norte abriga 6% da população e 70% da água doce; já o Sudeste abriga 40% da população e 6% da água doce, e o Nordeste possui pouco mais de 3% da água doce e 29% da população”.

“Um dos problemas do Brasil é que as pessoas ainda acham que a água é um recurso infinito”, diz Ana Moeri, diretora do Instituto Ekos.

“No nosso trabalho no norte de Minas Gerais, no Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu que fica na bacia do rio Peruaçu, afluente do São Francisco, vemos claramente a degradação do rio Peruaçu e de seus afluentes em função do mau manejo do uso do solo”, continua a geógrafa.

Nesta semana, o Ekos foi participou do workshop do GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas) pelo impacto do investimento social que faz parte da série – “O que o Investimento Social Privado pode fazer pela Água”.

Esta iniciativa do GIFE, além do tema água, reúne experts em vários temas contemporâneos e pretende fomentar a discussão sobre a atuação do Investimento Social Privado junto aos temas: Cidades Sustentáveis, Equidade Racial, Mudanças Climáticas, Gestão Pública, Migração e Refugiados, Direito das Mulheres e Segurança Pública.

A iniciativa do GIFE tem como público-alvo os investidores sociais de empresas, fundações e institutos empresariais e familiares independentes e comunitários, para quem cada workshop produzirá conteúdo sobre os temas trabalhados, guias temáticos e pílulas audiovisuais formulados para apoiar a maior incidência do Investimento Social Privado nestes temas.

Pessoalmente, acredito que apesar do Investimento Social Privado alcançar o valor de 2,9 Bilhões de reais por ano, as oportunidades de investimentos na área ambiental ainda são pouco conhecidas por estes entes privados. O tema água é um que poderá ajudar a construção de novas parcerias entre a sociedade civil e os investidores privados.

O Ekos criou um fundo privado – o Fundo Peruaçu, que reúne recursos privados para temas como oferta de água e saneamento rural descentralizado, incentivo à reciclagem, plantio de árvores nativas em paisagens degradadas, entre outros.

Esperamos que os Investidores Sociais Privados possam ver nos temas de meio ambiente um locus de grande importância e impacto para os seus investimentos.

 


Ecomudança 2018: quintais florestais e apicultura devem incrementar a renda de famílias no interior da Bahia

Ecomudança 2018: quintais florestais e apicultura devem incrementar a renda de famílias no interior da Bahia

Em Nilo Pessanha, na Bahia, A Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia (CFAF) tem a bonita missão de formar jovens filhos de agricultores rurais de baixa renda com ensino técnico sobre inclusão socioprodutiva e ecologicamente sustentável.

Por seu empenho e trabalho, O CFAF é um dos vencedores do Programa Ecomudança, do Itaú, em parceria com o Instituto Ekos Brasil na edição 2018.

O recurso, de cerca de R$ 80 mil será utilizado para a implantação de quintais florestais e apicultura nas famílias de 12 jovens.

Os quintais florestais são feitos a partir da tecnologia dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) que compreendem consórcios de culturas de espécies arbóreas e agrícolas que podem ser usadas para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.

Essa prática mantém a fertilidade do solo e permite a geração de renda aliada à preservação da biodiversidade.

Somados aos SAFs serão implantados também pastos apícolas para produção de mel.

Essas duas melhorias devem incrementar em 50% a renda das famílias (com a produção de mel e produção de alimentos orgânicos) e evitar a emissão de cerca de 14tCO2e por ano.

Parabéns à CFAF!

Programa Compromisso com o Clima inaugura ciclo de 2019 expandindo sua rede

Programa Compromisso com o Clima inaugura ciclo de 2019 expandindo sua rede

Com a recente adesão da B3, Programa inicia 2019 mais robusto para fomentar uma economia de baixo carbono junto às empresas.

Buscando reforçar o seu papel de mobilizar o mercado de capitais em ações de sustentabilidade e responsabilidade climática, a B3 aderiu ao Programa Compromisso com o Clima, colaborando agora com Itaú, Natura e Instituto Ekos Brasil por atuações corporativas mais responsáveis.

A adesão foi anunciada no evento ISE 2019 (Índice de Sustentabilidade Empresarial) no dia 18 de fevereiro.

B3 anuncia adesão ao Compromisso com o Clima no evento ISE 2019

Juntas, as organizações ganharão escala ao compensar suas emissões de gases de efeito estufa, fomentando uma economia de baixo carbono no Brasil. Com mais organizações participando, também mais projetos socioambientais podem ser apoiados, aumentando por consequência os benefícios ao meio ambiente e à sociedade.

Uma novidade proveniente dessa nova parceria é uma garantia de desconto na taxa de adesão ao Programa às empresas participantes do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e do Índice de Carbono Eficiente (ICO2). Além disso, também serão oferecidas oficinas e capacitações exclusivas a este grupo de corporações.

Entenda o Compromisso com o Clima

Em 2017, Itaú e Natura, com o apoio do Instituto Ekos Brasil, fizeram uma parceria inédita e lançaram o Edital Compromisso com o Clima, selecionando projetos que reduzem emissões e geram benefícios sociais e ambientais para compensar suas emissões inevitáveis, de processos produtivos.

Desde então, estas organizações vêm atuando para fomentar os projetos participantes, compartilhando aprendizado por meio da inédita Plataforma Ekos Social, que faz a conexão entre as empresas  e os projetos selecionados.

Assim, o que começou como um Edital de colaboração entre as duas empresas se transformou em um Programa que abriu suas possibilidades a outras empresas, a fim de ampliar o impacto positivo das ações, que já vinha sendo experimentado pelas primeiras participantes.

Agora o Programa trabalha pela adesão de novas empresas. O objetivo? Ganhar escala com suas ações de mitigação às mudanças climáticas, ampliando também os benefícios para o meio ambiente e para a sociedade.

Como participar

A adesão ao Programa está aberta para organizações privadas de todos os portes. Para aderir, as organizações interessadas devem entrar em contato com o Instituto Ekos Brasil para conhecer as diferentes modalidades de participação.

Um novo edital será lançado para captar projetos, o que deve ocorrer durante o primeiro semestre de 2019. Um dos diferenciais do Programa é o seu modelo colaborativo de gestão. Assim, as organizações que apoiam o Programa irão participar nas tomadas de decisão e na definição de como os projetos devem ser avaliados.

Ao final do edital, as organizações participantes poderão conhecer os impactos socioambientais e os riscos de cada projeto. Tudo isto será disponibilizado pelo Instituto Ekos Brasil na Plataforma Ekos Social. Com isso, a escolha dos projetos se tornará mais simples e segura, uma vez que a avaliação será feita por especialistas com base em sólidos critérios socioambientais e de governança.

Para conhecer mais sobre o Compromisso com o Clima, acesse a Plataforma Ekos Social (https://compromisso.ekos.social/)  ou entre em contato com o Instituto Ekos Brasil.

http://ekosbrasil.org | ekos.social@ekosbrasil.org

Tel: +55 11 5505-6371


Instituto Ekos Brasil e Conservação Internacional elaboram projeto para o Fundo Verde do Clima

Instituto Ekos Brasil e Conservação Internacional elaboram projeto para o Fundo Verde do Clima

 

A equipe do Instituto Ekos Brasil contribuiu com a ONG Conservação Internacional do Brasil no apoio à elaboração do “mapa do caminho” para projeto a ser enviado ao Fundo Verde para o Clima, para ações no litoral brasileiro.

O Fundo Verde para o Clima iniciou suas atividades em 2011, com o objetivo de apoiar projetos que visem à mitigação e adaptação aos efeitos da mudança climática.

O Fundo já assegurou US$ 4.6 bilhões para 93 projetos que, somados, propõem evitar a emissão 1.4 bilhões de toneladas de carbono equivalente e que antecipam alcançar o número de 272 milhões pessoas que terão melhores condições de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

Para conseguir os aportes desse Fundo, os interessados precisam elaborar projetos que cumpram as exigências do documento da Secretaria de Assuntos Internacionais chamado Programa País.

A proposta da CI, que busca atender demandas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) contempla quatro grandes áreas de atuação a serem beneficiadas por aporte do Fundo:

Garantir a sustentabilidade dos serviços ecossistêmicos costeiros e marinhos, para que forneçam benefícios ao combate dos efeitos das mudanças climáticas com:
a) a necessidade de fortalecimento das áreas costeiras e marinhas protegidas;
b) o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis.
Conhecimento e capacitação para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas em áreas costeiras e marinhas com:
a) mapeamento de ecossistemas costeiros e marinhos para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas;
b) capacitação para adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
Recuperação de áreas degradadas e ecossistemas costeiros e marinhos críticos com:
a) recuperação de manguezais e ecossistemas associados;
b) recuperação de áreas de recifes;
 c) Recuperação de gramíneas marinhas
Redução de grandes ameaças aos sistemas costeiros e marinhos com:
a) fomento um novo modelo de cultivo de camarão no Brasil (carcinocultura).

 

Para seguir daqui em diante, a proposta da CI precisa ser refinada, pelo governo federal (MMA e ICMBio), no tocante ao seu escopo territorial, e negociação com o setor produtivo da carcinocultura.

Com foco nas áreas, atividades e populações residentes nas áreas marinho costeiras, a proposta também deve se ajustar à Iniciativa Azul do Brasil – conjunto de ações (MMA) e o ICMBio destinado à promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade costeira e marinha.

Foi justamente nesse sentido que o Ekos Brasil colaborou com a Conservação Internacional. A pré-proposta de projeto para o GCF que foi construída pela CI foi analisada à luz dos dois documentos de governo e dos critérios do Fundo Verde para o Clima.

 

“O Fundo Verde possui vários caminhos possíveis para o encaminhamento de projetos. Nós indicamos os passos que a proposta deveria cumprir para chegar ao Green Climate Fund com chances de aprovação”, explicou a coordenadora de relações institucionais do Ekos Brasil, Cecília Wey de Brito.

 

Instituto Ekos entrega Plano de Manejo para o município de Caçapava, em São Paulo

Instituto Ekos entrega Plano de Manejo para o município de Caçapava, em São Paulo

Em dezembro de 2018, o Instituto Ekos Brasil finalizou o projeto de elaboração do Plano de Manejo para o município de Caçapava, no interior do estado de São Paulo.

Previsto por um Termo de Acordo Judicial firmado em 2015, o Plano de Manejo contemplou a Área de Proteção Ambiental da Serra do Palmital e o Refúgio de Vida Silvestre Mata da Represa, ambas localizadas na zona norte do Município de Caçapava, no Vale do Paraíba, integrando o Corredor Cantareira-Mantiqueira.

O Plano de Manejo é uma ferramenta fundamental para a gestão e uso sustentável da área e dos recursos naturais em qualquer atividade no interior e em áreas do entorno das Unidades de Conservação. O Plano de Manejo visa orientar a equipe gestora, prefeitura e a sociedade sobre ações que são permitidas ou não dentro de cada zona das Unidades de Conservação apontadas no documento, incentivando, inclusive, o turismo sustentável na região. Além disso, com o Plano de Manejo aprovado, a prefeitura e as associações locais podem acessar a diversos tipos de projetos.

Nossos especialistas trabalharam em todas as fases da elaboração do Plano de Manejo, que durou aproximadamente dois anos:

Planejamento do projeto
Diagnóstico Técnico: com base em levantamento de dados secundários da área
Reconhecimento de campo: especialistas foram a campo para confirmação e complementação das informações obtidas no Diagnóstico Técnico.
Oficinas e Reuniões setoriais: foram realizadas 3 reuniões com a comunidade, órgãos públicos, ONGs locais para levantamento de mais informações, tornando o processo mais participativo.
Zoneamento: com base no diagnóstico final (DT + Reconhecimento de campo), foi proposto um zoneamento para ambas as UCs, onde foram definidas as zonas e suas permissões e restrições
Planejamento/ definição dos Programas de Gestão: processo em que foram identificadas, durante as oficinas, ações prioritárias para a gestão da UC, como por exemplo, criação de um logo, definição de um Conselho Gestor, estudo de capacidade de carga de trilhas, etc.
Oficina de Planejamento Participativo: 3 dias de oficina para apresentação do DT final e discussão participativa do zoneamento e programas de gestão.
Finalização: fechamento dos Planos de Manejo.

Com esse importante documento em mãos, agora a equipe gestora de Caçapava poderá ordenar e organizar as ações nas Unidades de Conservação.


Sobre a APA Serra do Palmital

Com 4.942 hectares (ha) de extensão, a APA da Serra do Palmital é uma área dotada de atributos bióticos e abióticos, estéticos e culturais que tem por objetivo a proteção da diversidade biológica, disciplinando o processo de ocupação e a segurança da sustentabilidade através do uso dos recursos naturais.

 

Sobre o RVS da Mata da Represa

O RVS da Mata da Represa é dividido em duas áreas, uma de 449 ha (área I) e outra de 430 há (área II), que buscam preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto de seus recursos naturais, tendo por objetivo assegurar as condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local ou da fauna residente ou migratória.

 

O Instituto Ekos Brasil possui uma equipe especialista em elaboração de Planos de Manejo. Entre em contato conosco se o seu município possui essa demanda.


Ecomudança: Itaú Unibanco e o Instituto Ekos Brasil apresentam os vencedores da 10ª edição

O Itaú Unibanco e o Instituto Ekos Brasil apresentam os vencedores da 10ª edição do Programa Ecomudança

Cerca de R$ 500 mil serão investidos para beneficiar diretamente mais de 300 famílias em todo o País. Esses projetos desenvolvem ações alinhadas com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e promovem a redução da emissão de gases de efeito estufa.

Veja no quadro abaixo os projetos contemplados! Em breve, aqui no blog, falaremos mais sobre cada um deles!

Saiba mais sobre o Ecomudança neste link. 


Em parceria com Fundação Renova, Ekos Brasil avalia impactos gerados pelo rompimento da barragem de Fundão em UCs

Em parceria com Fundação Renova, Ekos Brasil avalia impactos gerados pelo rompimento da barragem de Fundão em UCs

O Instituto Ekos Brasil agora compõe o grupo de instituições que irá analisar as Unidades de Conservação atingidas e/ou impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015.

A parceria é com a Fundação Renova e o projeto se insere no contexto de atendimento ao Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC). Por meio deste termo, a Fundação Renova se propõe a realizar estudos de avaliação de impactos e também a propor medidas para reparar possíveis danos em Unidades de Conservação causados pelo rompimento. 

APE e MONA Pico do Ibituruna em Valadares serão avaliados pelo Ekos Brasil

“O Ekos Brasil possui profundo conhecimento em projetos relacionados a unidades de conservação e ficamos muito orgulhosos em poder contribuir com conhecimento técnico e científico na identificação de possíveis impactos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão nas UC´s. Nós reunimos uma equipe altamente qualificada para este relevante projeto que tem como objetivo levantar os impactos e propor medidas reparatórias”, destacou Ana Moeri, coordenadora de projetos de carbono e conservação no Ekos Brasil.

O Instituto Ekos Brasil está avaliando seis unidades de conservação continentais localizadas entre os municípios de Governador Valadares (MG) e Linhares (ES).

 

São elas:
• Monumento Natural Pico de Ibituruna (Governador Valadares/MG)
• Área de Proteção Especial Pico de Ibituruna (Governador Valadares/MG)
• Reserva Particular do Patrimônio Natural Sete de Outubro (Conselheiro Pena/MG)
• Parque Estadual Sete Salões (Conselheiro Pena, Itueta, Resplendor, Santa Rita do Itueto/MG)
• Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Bulcão (Aimorés/MG)
• Floresta Nacional de Goytacazes (Linhares/ES)

E, para isso, contará com especialistas em uma comitiva de diversas áreas dos meios biótico, físico, socioeconômico e cultural.

O projeto começou em outubro e vai até maio.